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Acre

Atlético Xapuriense derrota o Pista em casa e é campeão Estadual de Futsal 2024

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O goleiro Richelle foi o melhor goleiro e os alas Aliver e Dudu terminaram com artilheiros do Estadual, ambos com 6 gols.

O Atlético Xapuriense venceu o Pista por 4 a 1 nesse sábado no ginásio Álvaro da Silva Mota, em Xapuri, e conquistou o título do Campeonato Estadual de Futsal. Aliver (2) e Dudu (2) enquanto Lucas descontou para o Pista.

Um tempo equilibrado

O Pista fez 1 a 0 na decisão e o Atlético Xapuriense empatou em um primeiro tempo equilibrado. Na segunda etapa, a equipe de Xapuri empurrada pela torcida passou a jogar melhor e garantiu a conquista.

Goleiro e artilheiros

O Atlético Xapuriense garantiu os principais prêmios individuais da competição. Richelle foi o melhor goleiro e os alas Aliver e Dudu terminaram com artilheiros do Estadual, ambos com 6 gols.

Primeiro jogo em Rio Branco:

Aliver Guilherme brilha com hat-trick e time de Xapuri vence jogo de ida da decisão por 6 a 3, no ginásio Álvaro Dantas, em Rio Branco. Volta aconteceu no sábado 19 de outubro, em Xapuri

O time de Xapuri venceu o Pista por 6 a 3, no jogo de ida, no último dia (28), no ginásio Álvaro Dantas, em Rio Branco, pelo primeiro jogo da decisão. Mesmo fora de casa, o Atlético Xapuriense foi pra cima do Pista e abriu 4 a 0 ainda no primeiro tempo com gols de Aliver Guilherme (2), Alisson e Carlos Eduardo.

Na etapa final, Kall marcou duas vezes e diminuiu a desvantagem para o Pista. O time de Xapuri ampliou o placar para 6 a 2 com Diego Mendes e Aliver Guilherme, e a equipe da capital descontou com Marcos Bruno.

A volta foi em casa, na cidade de Xapuri, neste sábado 19 de outubro no ginásio Álvaro da Silva Mota, que repetiu a vitória 4 a 1 consagrando campeão acreano frente sua torcida.

Grande competição

O desportista Rafael do Vale da presidente da Federação Acreana de Futsal (Fafs)

O presidente da Federação Acreana de Futsal (FAFS), Rafael do Vale, avaliou de maneira positiva o Estadual.

“Fizemos uma competição com quatro equipes e tivemos excelentes públicos nos ginásios e bons jogos. Estamos trabalhando para aumentar o número de equipes na primeira divisão para termos uma competição ainda mais forte em 2025”, afirmou Rafael do Vale.

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Acre

Resex Chico Mendes lidera ranking de desmatamento entre áreas protegidas do país, aponta Imazon

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Estudo revela que Acre concentra seis das dez unidades de conservação federais mais pressionadas do Brasil em 2025; Alto Juruá e Riozinho da Liberdade também estão na lista

A Reserva Extrativista Chico Mendes foi a unidade de conservação mais ameaçada e pressionada por desmatamento em todo o país no último ano. Foto: captada 

Um novo levantamento do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), confirma o cenário preocupante para as áreas protegidas do Acre que foi descrito em relatórios trimestrais no decorrer do ano passado.

De acordo com o estudo “Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas: Janeiro a Dezembro de 2025”, a Reserva Extrativista Chico Mendes foi a unidade de conservação mais ameaçada e pressionada por desmatamento em todo o país no último ano.

O relatório, assinado por Bianca Santos, Júlia Ribeiro e Carlos Souza Jr., aponta que a Resex Chico Mendes lidera tanto o ranking de ameaça quanto o de pressão entre as unidades de conservação federais.

Mas não é só isso. O estudo mostra ainda que o Acre concentrou seis das dez unidades de conservação federais mais pressionadas do Brasil em 2025. Entre elas estão, além da Resex Chico Mendes, a Reserva Extrativista Alto Juruá e a Reserva Extrativista do Riozinho da Liberdade, todas figurando nas primeiras posições do ranking de pressão.

Segundo o Imazon, o fato de as mesmas unidades aparecerem repetidamente nos rankings indica que o desmatamento está concentrado em áreas específicas e demanda ações prioritárias de fiscalização e políticas públicas direcionadas.

O relatório destaca ainda que todas as dez unidades de conservação federais mais pressionadas em 2025 já haviam aparecido no levantamento de 2024, evidenciando a persistência da pressão sobre esses territórios protegidos.

Terras Indígenas Mamoadate e Kaxinawá do Rio Humaitá estão entre as mais pressionadas pelo desmatamento no país

As Terras Indígenas também enfrentam forte pressão do desmatamento no Acre. Entre as áreas mais afetadas estão a Terra Indígena Mamoadate e a Terra Indígena Kaxinawá do Rio Humaitá, que figuram entre as mais pressionadas do país.

O estudo considera como “ameaça” o desmatamento detectado no entorno das áreas protegidas, enquanto “pressão” corresponde ao desmatamento registrado dentro dos próprios limites das unidades de conservação e terras indígenas.

Dados consolidados

Os números consolidados mostram que, no conjunto das áreas protegidas monitoradas, as unidades de conservação estaduais apresentaram o maior percentual proporcional de áreas sob ameaça e pressão (47%), seguidas pelas unidades de conservação federais (37%) e pelas Terras Indígenas (35%), conforme gráfico apresentado no relatório.

Desmatamento na Amazônia

De acordo com o estudo, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) detectou 2.741 km² de desmatamento na Amazônia entre janeiro e dezembro de 2025. Desse total, 1.890 km² ocorreram em áreas protegidas, o equivalente a 69% do desmatamento registrado no período .

O cenário reforça o desafio de proteção das áreas legalmente destinadas à conservação ambiental e aos povos tradicionais. No caso do Acre, o protagonismo negativo nos rankings de ameaça e pressão evidencia a necessidade de reforço nas estratégias de monitoramento, fiscalização e apoio às comunidades que vivem nessas unidades .

No caso do Acre, o protagonismo negativo nos rankings de ameaça e pressão evidencia a necessidade de reforço nas estratégias de monitoramento, fiscalização e apoio às comunidades que vivem nessas unidades. Foto: captada 

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Acre

Após quatro dias perdido na mata, colono reencontra a família em Sena Madureira: “Foi um milagre”, diz mãe emocionada

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Nonato se desorientou durante caçada na região do rio Caeté e passou dias sem contato; Bombeiros preparavam buscas, mas ele conseguiu voltar sozinho

O colono havia saído no início da semana para uma caçada e acabou se desorientando na mata fechada, enfrentando dificuldades até conseguir encontrar o caminho de volta. Foto: captada 

Foram dias marcados por apreensão, orações e incerteza para uma família da zona rural de Sena Madureira após o desaparecimento do colono Nonato nas matas próximas ao rio Caeté. O silêncio da floresta e a falta de notícias aumentaram o temor de um desfecho trágico, enquanto parentes aguardavam qualquer sinal que indicasse que ele ainda estava vivo.

O clima de tensão só foi quebrado quando Nonato conseguiu retornar por conta própria depois de quatro dias perdido. O reencontro com a mãe foi carregado de emoção e alívio, refletindo o peso dos momentos de angústia enfrentados durante o período em que ele esteve desaparecido. Um vídeo que circula entre moradores mostra a mãe agradecendo pela volta do filho, visivelmente abalada e emocionada.

De acordo com relatos, o colono havia saído no início da semana para uma caçada e acabou se desorientando na mata fechada, enfrentando dificuldades até conseguir encontrar o caminho de volta. A notícia mobilizou familiares e moradores, que acompanharam com preocupação cada dia sem informações, temendo pelo pior diante das condições desafiadoras da região.

O desaparecimento chegou a ser comunicado ao Corpo de Bombeiros Militar do Acre, que organizava uma operação de buscas para a sexta-feira. No entanto, antes que as equipes fossem deslocadas, Nonato conseguiu sair da mata e retornar à comunidade, encerrando a aflição que tomou conta da família.

Casos como esse reforçam os riscos enfrentados por trabalhadores e moradores que dependem da floresta para suas atividades diárias. Mesmo com experiência, a densidade da mata e as dificuldades de orientação podem transformar situações rotineiras em episódios de grande perigo.

Apesar do susto, o retorno de Nonato trouxe conforto e renovou a fé dos familiares, que agora celebram o reencontro como um momento de gratidão e reflexão sobre a fragilidade da vida diante da força da natureza.

Veja vídeo:

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Acre

Rio Juruá sobe e atinge 12,73 metros em Cruzeiro do Sul, se aproximando da cota de transbordamento

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Defesa Civil monitora elevação; água já invade quintais nos bairros Lagoa, Várzea e Miritizal, mas não há registro de retirada de famílias

Em 2026, o nível máximo registrado foi de 13,49 metros, no último dia 2 de fevereiro, quando a cheia atingiu mais de 6 mil pessoas em 11 bairros e 15 comunidades rurais e vilas. Foto: Arquivo/Defesa Civil

O monitoramento em Cruzeiro do Sul, realizado às 9h deste domingo (22), apontou que o Rio Juruá marcou 12,73 metros, ficando próximo da cota de transbordamento, que é de 13 metros no município. Segundo a Defesa Civil Municipal, a tendência é de elevação do nível do manancial.

Em bairros como Lagoa, Várzea e Miritizal, a água já invade os quintais das residências, mas até o momento não houve pedidos de retirada de moradores.

Histórico recente

O rio vem apresentando oscilações desde o fim do ano passado. Em 2026, o nível máximo registrado foi de 13,49 metros, no último dia 2 de fevereiro, quando a cheia atingiu mais de 6 mil pessoas em 11 bairros e 15 comunidades rurais e vilas do município. Apesar do impacto, não houve necessidade de remoção de famílias na ocasião.

A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros seguem em monitoramento constante, avaliando possíveis riscos e preparando planos de contingência caso o manancial volte a se aproximar da marca crítica.

A elevação do Rio Juruá já vinha sendo acompanhada ao longo da semana. Na última quinta-feira (15), marcou 12,19. Já na sexta-feira (16), às 17h, o nível subiu para 12,61 metros. Foto: captada 

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