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Ataque russo em Kiev destrói o Antonov Mriya, maior avião do mundo

Antonov An-225 no aeroporto Arlanda, em Estocolmo
LARSKE – WIKIMEDIA COMMONS
Ironicamente, aeronave foi desenvolvida pela Ucrânia na década de 80 para dar suporte ao programa espacial soviético. Informação foi confirmada pelo ministro das Relações Exteriores ucraniano
Além da perda de vidas humanas, a ação militar da Rússia sobre a Ucrânia causa uma enorme tragédia para a aviação.
Como resultado do segundo ataque aéreo das tropas russas no aeroporto Hostomel (Gostomel), perto de Kiev, a maior aeronave do mundo, o Antonov Mriya An-225, foi destruída.
A confirmação foi feita pelo Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia Dmytro Kuleba em uma rede social.
A empresa Antonov havia dito que o An-225 ainda estava intacto há 2 dias, em 25 de fevereiro de 2022, após o primeiro ataque russo.
Apenas um modelo do AN-25 foi construído. O avião foi apelidado de Mriya, “sonho”, em português. E tinha um simbolismo enorme entre aeronautas e entusiastas da aviação.
Por onde pousasse, o avião arrastava grupos de entusiastas que se mobilizavam para registrar o pouso do gigante da aviação.
Ironia do destino, a aeronave foi desenvolvida pela Ucrânia no final da década de 80 para dar suporte logístico ao programa espacial soviético.
O AN-225 transportou o ônibus espacial russo Buran, primeiro avião espacial a ser produzido como parte do programa soviético/russo. Buran significa “tempestade de neve”. Em novembro último a espaçonave foi flagrada em um hangar próximo a Baikonur, no Cazaquistão, em situação de abandono.
O Antonov AN-225S tinha uma utilidade ímpar no transporte mundial de cargas, uma vez que só ele reunia condições de transportar certos carrregamentos, devido ao seu tamanho.
O avião estratégico de transporte aéreo de carga foi projetado pelo Antonov Design Bureau no SSR ucraniano dentro União Soviética durante a década de 1980. Depois de cumprir com sucesso suas missões militares soviéticas, foi desativado por oito anos. Depois disso foi remodelado e reintroduzido em operação comercial com a Antonov Airlines , transportando cargas úteis de grandes dimensões.
Como uma aeronave superdimensionada, o Antonov An-225 Mriya detinha vários registros únicos que o incluía como a aeronave mais pesada já construída e maior envergadura de qualquer aeronave em serviço operacional. Outros recordes mantidos pelo AN-225 foram relacionados à carga em termos de peso e comprimento, pois tinha capacidade para transportar até 640 toneladas (705 toneladas curtas). O AN-225 atraiu um alto grau de interesse do público, tanto que conseguiu alcançar um seguimento global devido ao seu tamanho e sua singularidade. As pessoas frequentemente visitavam os aeroportos para ver suas chegadas e partidas programadas.
O AN-225 esteve no Brasil em fevereiro de 2010 e em novembro de 2016. Acompanhe no vídeo abaixo o registro feito por Sergio Mazzi, no YouTube, quando o gigante de 6 motores pousou no aeroporto de Viracopos.
Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.
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Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.
Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.
Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).
- Mega-Sena:
01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;
- Lotofácil:
03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;
Quina:
01 – 24 – 47 – 06 – 60;
- Timemania:
07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;
Time do coração: 70 – São José/RS .
- Dia de Sorte:
29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;
Mês da sorte: 10 – Outubro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.
Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.
Entenda o caso
- O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
- Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
- Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
- Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
- A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.
Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina
Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.
“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.
A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.
Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.
O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos
O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).
Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.
De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.
O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.
Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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