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Assis Brasil avança na recuperação asfáltica com parceria entre Prefeitura e Governo do Estado

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400 toneladas de massa asfáltica estão sendo aplicadas em vias estratégicas da cidade, beneficiando bairros como Plácido de Castro, Cascata e Bela Vista

A ação é resultado da parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (Deracre). Foto: cedida 

O prefeito Jerry Correia e o vice-prefeito Reginaldo Martins, que também comanda a Secretaria de Obras, supervisionaram pessoalmente os trabalhos de recuperação asfáltica que transformam a malha viária do município. A ação, fruto de parceria com o Governo do Estado através do Deracre, já pavimentou ruas nos bairros Plácido de Castro e Cascata, com os serviços agora avançando para o Bela Vista, onde a Rua João José do Bonfim (Via Verde) receberá os últimos ajustes.

“Esta é uma conquista coletiva que está mudando a cara da nossa cidade. Cada tonelada de asfalto aplicada representa mais dignidade para nossa população”, afirmou o prefeito Jerry Correia durante a vistoria. O chefe do executivo municipal destacou que a intervenção melhora não apenas a mobilidade urbana, mas também impulsiona o comércio local e valoriza os imóveis da região.

Com investimentos que ultrapassam R$ 2 milhões, a obra está sendo executada em regime de mutirão, criando empregos temporários para a comunidade. A Prefeitura adiantou que, após a conclusão dos trabalhos no Bela Vista, novas ruas serão incluídas no cronograma de recuperação, priorizando áreas com maior fluxo de veículos e pedestres.

O prefeito Jerry Correia e o vice-prefeito e secretário de Obras, Reginaldo Martins, acompanharam a execução dos serviços de recuperação de ruas em Assis Brasil. Foto: cedida 

O vice-prefeito Reginaldo Martins, que também comanda a Secretaria de Obras ressaltou a importância dessa ação para o desenvolvimento da cidade. “Com o apoio do Governo do Estado e do Deracre, estamos avançando na recuperação das nossas ruas, garantindo mais mobilidade e qualidade de vida para nossa população”, destacou.

A Prefeitura de Assis Brasil reafirma o compromisso de continuar investindo em obras que melhorem a infraestrutura e o bem-estar dos cidadãos.

Veja vídeo com assessoria:

Rua João José do Bonfim, maior via em extensão do município

O prefeito Jerry Correia é o vice-prefeito Reginaldo Martins, que também comanda a Secretaria de Obras, estiveram pessoalmente nesta terça-feira os trabalhos de manutenção na Rua João José do Bonfim, principal artéria do município. A via, que estava completamente intransitável quando a atual gestão assumiu, tornou-se símbolo da política de infraestrutura da administração municipal.

Em declaração à imprensa, o prefeito destacou: “Esta rua é prioridade absoluta. De situação crítica, transformamos numa via plenamente funcional que recebe manutenção preventiva anual após o período chuvoso”. A gestão já pavimentou mais ruas que qualquer administração anterior na história do município.

Ajustes por causa do clima:
  • Serviços suspensos temporariamente devido às chuvas intensas

  • Equipes monitoram previsão do tempo para retomada imediata

  • Materiais asfálticos serão preservados para evitar desperdícios

“O inverno dificulta, mas não nos impede. Retomaremos assim que as condições permitirem”, garantiu o vice-prefeito Reginaldo Martins, que também comanda a Secretaria de Obras, lembrando que a manutenção preventiva é mais eficiente e econômica que reparos emergenciais. A população tem acompanhado os trabalhos com expectativa, reconhecendo a transformação na infraestrutura urbana desde 2021.

“Nosso compromisso é cuidar das nossas ruas, principalmente daquelas que têm grande importância para os moradores. A rua João José do Bonfim é estratégica e não poderia ficar esquecida”, afirmou o prefeito.

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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz

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Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada 

O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.

O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.

A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.

Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.

“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.

Situação em outros estados e capitais

Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.

Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).

Incidência, mortalidade e dados de 2026

Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.

A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.

Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.

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Menino de 6 anos aguarda há mais de 2 semanas por otorrino no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul

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Criança tem infecção com pus e dor constante; mãe denuncia que, mesmo com especialista no hospital, atendimento só tem sido feito por clínico geral

De acordo com a mãe da criança, o ouvido do menino apresenta pus visível, dor constante e não responde aos medicamentos prescritos por médicos clínicos gerais. Foto: captada 

Há mais de duas semanas, um menino de 6 anos enfrenta uma infecção no ouvido com pus, dor persistente e sem resposta ao tratamento prescrito por clínicos gerais no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A mãe da criança denuncia que, apesar de várias idas à UPA e ao hospital, o garoto ainda não foi avaliado por um médico otorrinolaringologista.

Segundo ela, o quadro não melhora com os medicamentos receitados, e os pedidos por um especialista foram respondidos com a informação de que “o atendimento não funciona dessa forma”. Na última quarta-feira, a criança passou a tarde inteira no hospital sem ser atendida pelo otorrino, mesmo havendo um profissional disponível na unidade.

A família teme o agravamento da infecção e busca visibilidade para o caso na expectativa de que a criança receba o atendimento especializado necessário. A Secretaria de Saúde do Acre ainda não se pronunciou sobre a situação.

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Lucas Sanchez sofre fratura e está fora do Campeonato Estadual

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Foto Glauber Lima: O prazo de recuperação para Lucas Sanchez é de 45 dias

O atacante Lucas Sanchez, do Santa Cruz, sofreu uma fratura na clavícula esquerda durante o confronto contra o Humaitá nessa quinta, 22, na Arena da Floresta, e está fora do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.

O atleta foi atendido no Pronto Socorro de Rio Branco e o prazo de recuperação para a lesão é de 45 dias.

Volta aos treinos

O elenco do Santa Cruz volta aos treinos nesta sexta, 23, no CT do Cupuaçu, para um trabalho de recuperação física e inicia a preparação para o confronto contra o Vasco programado para o dia 31, no Tonicão.

Aumentar a pressão

A derrota para o Humaitá deve aumentar a pressão no Santa Cruz para o duelo da 3ª rodada. A equipe ainda não venceu no Estadual e ganhar do Vasco transformou-se em obrigação para manter as boas chances de classificação para as semifinais.

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