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Após ser agredido por morador, prefeito decide não registrar BO: “Não vou criar problema com ninguém”

Padeiro precisou depor na Delegacia do Bujari por conta da repercussão do vídeo da agressão
Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, é possível ver o prefeito conversando com os moradores, tentando explicar o planejamento da Prefeitura para a melhoria dos ramais. No entanto, a discussão se tornou áspera quando um homem, cuja identidade não foi confirmada, entrou em conflito com o prefeito.
Ao ContilNet, nesta quarta-feira (8), Padeiro informou que prestou depoimento na Delegacia do Bujari, mas que não registrou boletim de ocorrência contra o morador.
“De manhã fui na delegacia. Como o caso ganhou repercussão, eu fui simplesmente dar meu depoimento. Não fiz BO contra ninguém. O delegado que está fazendo porque a repercussão saiu e o vídeo chegou até ele e o comandante da PM”, disse o prefeito.
“Não tenho problema nenhum com ninguém. Não vou criar problema com ninguém”,completou.

Prefeito Padeiro, de Bujari, interior do Acre/Reprodução
Defesa de aliados
Como presidente da Associação dos Municípios do Acre (Amac), o prefeito Tião Bocalom lamentou a agressão e disse que o ato não será aceito.
RELEMBRE: Prefeito do interior do Acre é agredido por morador da zona rural; veja
“Não é desse jeito que a gente vai conseguir desenvolver o nosso estado. Não é agredindo os prefeitos. A gente trabalha com planejamento, não com pressão”, disse Bocalom.
“Você tem toda a nossa admiração pelo trabalho, pela luta. Você é um guerreiro. Sempre acreditou no homem do campo. Sempre partiu para poder recuperar os ramais.Não é justo o que fizeram contigo”, completou.
Partido também repudiou
Em uma nota assinada pelo secretário de Agricultura, Luís Tchê, atual presidente estadual do PDT, partido do prefeito Padeiro, se solidarizou com o gestor do Bujari e reafirmou a importância do respeito e diálogo.
“É fundamental que todos se comprometam com um ambiente de respeito e civilidade, visando ao bem-estar da nossa sociedade como um todo”, disse.
VEJA O VÍDEO DA AGRESSÃO:
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Mulher é indiciada por homicídio após matar idoso com canivete em praia de Feijó
Polícia Civil afastou tese de legítima defesa com base em vídeo que mostra vítima tentando se esquivar; investigada foi presa em flagrante

De acordo com o inquérito, há um vídeo nos autos que mostra a vítima tentando se esquivar das agressões, enquanto a investigada avança contra ele de forma reiterada. Foto: captada
Uma mulher identificada como M.R.N.P. da Silva foi indiciada por homicídio pela morte de um homem com mais de 60 anos ocorrida em uma praia de Feijó, no interior do Acre. A Polícia Civil finalizou o inquérito e afastou a tese de legítima defesa apresentada pela investigada, que foi presa em flagrante logo após o crime.
Conforme a investigação, o idoso foi atingido por golpes de canivete durante uma briga e não resistiu aos ferimentos. Testemunhas foram ouvidas e provas foram reunidas, incluindo um vídeo que mostra a vítima tentando se esquivar das agressões enquanto a mulher avança contra ele de forma reiterada.
O delegado titular de Feijó, Dione Lucas, afirmou que as imagens e depoimentos demonstram que a vítima tentou evitar a agressão e que a investigada partiu para o ataque, o que descaracteriza a legítima defesa. “A investigação foi conduzida com base em provas técnicas que apontam a autoria e a materialidade do crime”, declarou.
Com o inquérito finalizado, o caso foi encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.
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Polícia Civil indicia mulher por homicídio de idoso em praia de Feijó
A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral de Feijó, concluiu a investigação sobre o homicídio de um homem de mais de 60 anos ocorrido em uma praia do município e indiciou a mulher M.R.N.P. da Silva pelo crime de homicídio, previsto no artigo 121 do Código Penal.
O crime aconteceu durante uma briga entre a vítima e a investigada. Na ocasião, o idoso foi atingido por golpes de canivete e não resistiu aos ferimentos, vindo a óbito. A mulher foi presa em flagrante logo após o ocorrido.
Durante a apuração, a Polícia Civil ouviu testemunhas e reuniu elementos que, segundo a investigação, afastam a versão apresentada pela suspeita de que teria agido em legítima defesa, com base nos artigos 23, inciso I, e 25 do Código Penal.
De acordo com o inquérito, há nos autos um vídeo que mostra a vítima tentando se esquivar da agressora, enquanto a investigada investe contra ele de forma reiterada. As imagens reforçam a conclusão de que não houve situação que justificasse a alegação de legítima defesa.
O delegado titular de Feijó, Dione Lucas, destacou que a investigação foi conduzida de forma técnica e baseada em provas. “Desde o início, nossa equipe se dedicou a esclarecer os fatos com responsabilidade. As imagens e os depoimentos colhidos demonstram que a vítima tentou evitar a agressão, e que a investigada foi quem partiu para o ataque, o que afasta a tese de legítima defesa”, afirmou.
Com base no conjunto de provas colhidas, a Polícia Civil concluiu que a investigada atacou e esfaqueou a vítima, resultando em sua morte. O inquérito foi finalizado e encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Polícia Civil indicia três pessoas por divulgação de conteúdo íntimo em Sena Madureira
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Sena Madureira, indiciou, na última terça-feira, 3, três pessoas, entre elas dois empresários, pelo crime de divulgação de cena de estupro ou de cena de estupro de vulnerável, de cena de sexo ou de pornografia, tipificado no artigo 218-C do Código Penal.
Conforme apurado no inquérito, a vítima havia encaminhado vídeos de caráter íntimo a um dos indiciados, que, sem autorização, repassou o material a terceiros. Uma das investigadas, motivada por sentimento de vingança, disseminou o conteúdo em grupos de WhatsApp da cidade e também o enviou a pessoas do convívio social e familiar da vítima.
Após tomar conhecimento dos fatos, a Polícia Civil instaurou procedimento investigativo e passou a rastrear os vestígios digitais deixados pelos envolvidos. As diligências realizadas, aliadas à perícia técnica, confirmaram a autenticidade dos vídeos e afastaram a hipótese de manipulação do material.
Com a conclusão das investigações e a reunião de elementos probatórios suficientes, os responsáveis foram formalmente indiciados. O Inquérito Policial foi encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis e a continuidade da persecução penal.
“A divulgação não autorizada de conteúdo íntimo constitui crime e acarreta graves consequências às vítimas, além de sujeitar os autores às sanções previstas em lei”, ressaltou a delegada Rivânia Franklin.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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