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Após roubar carro, suspeito capota veículo a caminho da fronteira e acaba preso em Plácido de Castro
Homem e três comparsas invadiram casa de idoso, amarraram vítima e fugiram com pertences e o carro. O veículo seria levado para a Bolívia, mas suspeito sofreu acidente e foi preso horas depois em casa.

Suspeito acabou capotando carro enquanto tentava chegar na fronteira do Acre com a Bolívia – Foto: Arquivo/Polícia Civil
Por Aline Nascimento
Um homem foi preso na tarde dessa sexta-feira (20) pelo roubo de um carro na cidade de Plácido de Castro, interior do Acre. Antes ser pego pela Polícia Civil, o suspeito tentou levar o veículo para a Bolívia pela AC-40 quando capotou, foi arremessado do veículo e fugiu do local do acidente.
A Polícia Militar achou o carro praticamente destruído. A Polícia Civil, que já sabia do roubo, foi até a casa do suspeito e o achou com escoriações e fez a prisão. O suspeito e três comparsas invadiram a casa de um idoso, na madrugada dessa sexta, amarraram a vítima e roubaram uma televisão, forno elétrico, o carro, R$ 180 em dinheiro e uma espingarda calibre 28.
Dois dos suspeitos ficaram na casa enquanto outros dois levavam o carro para a fronteira. Após algumas horas, a dupla foi embora da casa do idoso, ele se soltou e pediu ajuda.
“O camarada se acidentou, foi jogado do carro, o Samu foi prestar socorro, mas ele fugiu andando de onde estava pela mata até a cidade. Começamos a procurar e o prendemos em flagrante”, contou o delegado Danilo César.
A Polícia Civil agora busca prender os comparsas do suspeito. “Infelizmente, está dando para roubar carros pequenos para passar para a Bolívia porque estamos no verão. Está uma coisa horrorosa. Chegam quatro indivíduos, normalmente, depois dois saem com o carro roubado, que é justamente para dar tempo de passar para a Bolívia”, complementou.

Homem foi preso por roubo após sofrer acidente na rodovia AC-40 – Foto: Arquivo/Polícia Civil
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Plataforma expõe crise do AC com maior taxa de feminicídio
O Acre registrou a maior taxa de feminicídio por 100 mil mulheres do Brasil no ano passado, segundo dados divulgados na quarta-feira (1º) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) por meio do lançamento do Centro Integrado Mulher Segura, plataforma nacional que reúne informações sobre o crime no país.
Em números absolutos, São Paulo liderou as ocorrências em 2024, com 270 casos entre as 1.561 vítimas registradas em todo o território nacional. No entanto, quando a proporção é ajustada pela quantidade de mulheres em cada estado, o Acre aparece no topo da lista, o que indica uma concentração alarmante da violência letal contra mulheres no estado.
A plataforma permite identificar padrões de risco e antecipar situações críticas a partir de evidências. Os dados mostram que o ambiente doméstico é o local mais frequente dos crimes, que a maioria dos autores é composta por companheiros das vítimas e que o perfil predominante das mulheres assassinadas é o de pardas com cerca de 37 anos.
A ferramenta integra o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio e apresenta, de forma anônima e em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados, o histórico de boletins de ocorrência de vítimas e agressores, um recurso que evidencia a escalada de violência que costuma anteceder o feminicídio.
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Dor não é normal: especialista alerta para sinais que o corpo não deve ignorar
Persistência e intensidade da dor podem indicar problemas de saúde que exigem avaliação médica
Sentir dor em algum momento da vida é comum. Após esforço físico, longas jornadas de trabalho ou até uma noite mal dormida, o corpo pode apresentar desconfortos passageiros. O problema começa quando a dor passa a ser encarada como algo normal no dia a dia.
De acordo com o médico ortopedista e docente da Afya Cruzeiro do Sul, Fabio Loureiro Pimentel, a dor deve ser vista como um sinal de alerta do organismo. “A dor é a forma que o corpo encontra para dizer que algo não está bem. Nem toda dor significa algo grave, mas toda dor persistente merece atenção”, afirma.
Frases como “isso é da idade” ou “é normal, eu trabalho muito” ainda são comuns entre pessoas que convivem com dores frequentes. Segundo o especialista, esse comportamento pode atrasar diagnósticos importantes. “Muitas pessoas só procuram atendimento quando a dor já está limitando atividades simples, como caminhar, vestir-se ou até dormir. Esse atraso pode agravar o quadro”, explica.
A dor deixa de ser considerada normal quando persiste por vários dias, se torna frequente, aumenta de intensidade ou passa a limitar movimentos e atividades diárias.
*Dores mais comuns no dia a dia*
Entre as queixas mais frequentemente ignoradas estão:
● Dor lombar (nas costas) constante
● Dor no pescoço
● Dor nos joelhos ao subir escadas
● Dor nos ombros ao levantar o braço
● Dor nos pés ao final do dia
● Dor de cabeça frequente
Segundo o ortopedista, essas dores podem indicar desde sobrecarga muscular até condições mais complexas.
A dor lombar é uma das mais comuns e, na maioria das vezes, está relacionada à má postura, sedentarismo ou esforço físico inadequado. No entanto, quando persistente, pode indicar problemas mais sérios. “Quando a dor nas costas é contínua, progressiva ou vem acompanhada de sintomas como formigamento, fraqueza ou irradiação para as pernas, é fundamental investigar”, alerta Fabio Loureiro Pimentel.
Entre as possíveis causas estão hérnia de disco, compressão nervosa e processos inflamatórios.
Outro equívoco comum é acreditar que, se a pessoa ainda consegue trabalhar, a dor não é grave. Para o especialista, essa ideia é um mito. “O corpo tem grande capacidade de adaptação, mas isso não significa que esteja saudável. Trabalhar com dor pode piorar lesões, levar à inflamação crônica e reduzir a qualidade de vida”, afirma.
*Quando procurar ajuda imediata*
Alguns sinais indicam a necessidade de avaliação médica mais rápida. Entre eles estão:
● Dor intensa e súbita, sem causa aparente
● Dor após trauma ou queda
● Dor acompanhada de febre
● Perda de força ou sensibilidade
● Inchaço, vermelhidão ou calor local
● Dor que desperta durante a noite
● Perda de peso sem explicação associada à dor
“Esses sinais podem indicar que o problema vai além de uma simples sobrecarga muscular e precisam de avaliação médica imediata”, orienta.
O uso frequente de analgésicos sem orientação médica também preocupa. Embora aliviem os sintomas, esses medicamentos não tratam a causa da dor. “O analgésico pode mascarar o problema e retardar o diagnóstico. Se a pessoa precisa de medicação constante para realizar atividades básicas, isso já é um sinal de alerta”, destaca o médico.
Além disso, o uso contínuo pode causar efeitos adversos, especialmente no estômago, rins e fígado.
Nem toda dor indica um problema grave, mas é importante saber diferenciá-las. A dor muscular comum costuma surgir após esforço físico, é difusa e melhora em poucos dias com repouso.
Já a dor relacionada a lesões ou inflamações tende a ser mais localizada, persistente e pode piorar com determinados movimentos, além de não apresentar melhora com o tempo.
Para o especialista, ignorar a dor é como desligar um sinal de alerta sem investigar a causa. A avaliação precoce pode evitar complicações e tratamentos mais complexos. “Conviver com dor não deve ser considerado normal. Muitas vezes, pequenas mudanças, como correção postural, fortalecimento muscular ou tratamento precoce, fazem toda a diferença”, conclui Fabio Loureiro Pimentel.
*Afya Amazônia*
A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado do Acre conta com uma instituição de graduação (Afya Cruzeiro do Sul). Tem ainda onze escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Pará (4), Rondônia (2) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com 4 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM), Palmas (TO) e Porto Velho (RO).
*Sobre a Afya*
A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.
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Homem é preso por invadir casa da ex e descumprir medida protetiva em Cruzeiro do Sul

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