Acre
Após bloquear ponte por duas horas e ser liberada, bolivianos poderão radicalizar
Alexandre Lima
O clima na fronteira do Acre está tenso. A uma semana, a ponte que liga as cidades de Cobija (Bolívia) e Epitaciolândia (Acre) está fechada para o tráfego de veículos, devido um protesto promovido por uma mãe de família que acusa policiais bolivianos de terem sequestrado seu filho.
O caso vem tomando proporções a nível nacional, uma vez que políticos levaram o caso à Câmara e Senado federal, onde pedem intervenção do Ministério do Exterior no caso, por ser reincidente na fronteira do Acre.
Prevendo ficar sem combustíveis, gás e outros produtos, os bolivianos resolveram bloquear a ponte que liga o lado boliviano pela cidade de Brasiléia. O protesto seria para chamar a atenção das autoridades dos dois países ao caso.
Segundo foi informado, o combustível existente, seria suficiente para menos de duas semanas, podendo afetar cerca de 80 mil habitantes, além de hospitais, prefeitura, governo e outros prédios públicos.
A tempo, o estado de Pando não possui estradas capazes para que os caminhões cheguem das refinarias do País. Por isso, utilizam estradas do Peru, entrando pelo Acre, passando por Assis Brasil, Brasiléia e Epitaciolândia, pela Ponte Internacional que está bloqueada.
Comentários
Acre
Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional
Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado
Comentários
Acre
Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre
Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais
Comentários
Acre
Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.


















Você precisa fazer login para comentar.