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Apenas um quinto dos candidatos do Encceja obtém certificação do Ensino Médio

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Alta taxa de ausência e pouca preparação para o exame refletem o baixo número de certificação

O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja Nacional) será aplicado no próximo dia 5 de agosto para cerca de 1,7 milhão de pessoas em todo o Brasil. O Encceja é uma prova para estudantes jovens e adultos que não concluíram a educação básica na idade regular.

Na última edição da prova, em 2017, apesar de o número de candidatos em busca da certificação do Ensino Médio ter aumentado, apenas 20% conseguiram a nota mínima em todas as áreas de conhecimento da prova. De acordo com os resultados do ano de 2017 divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), a taxa de ausência na prova foi de mais de 50%, dos quase 500 mil candidatos que realizaram as quatro provas que compõem o exame, pouco mais de 100 mil pessoas conseguiram a nota mínima para obter a certificação do Ensino Médio.

A coordenadora do curso de Educação para Jovens e Adultos do Centro Integrado de Educação Básica para Jovens e Adultos Uninter, Maria Tereza Cordeiro, avalia que a falta de tempo para preparação é o principal obstáculo dos candidatos. “Jovens e adultos desperiodizados acabam tentando a sorte sem terem o conhecimento básico para atingirem a nota mínima pela dificuldade de encontrarem tempo em meio as obrigações diárias. ”

Este é o segundo ano em que o Encceja é aplicado para a certificação do Ensino Médio no lugar do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). “Para os candidatos que não obtiverem a conclusão do ensino médio, é possível aproveitar o resultado parcial das disciplinas concluídas e cursar especificamente as necessárias para terminar os estudos. ”, explica Maria Tereza.

A preparação à distância pode ser uma maneira de conseguir administrar a rotina de estudos dos jovens e adultos que estão à procura desta certificação. Na Uninter, uma nova turma da Educação de Jovens e Adultos (EJA) a distância inicia em outubro. É possível solicitar aproveitamento de estudos caso o aluno já tenha concluído algumas disciplinas.

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Conflito no Irã faz preço do petróleo disparar e mercado futuro recuar

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Imagem colorida de poço de petróleo na Faja Petrolífera do Orinoco, área com mais petróleo do mundo - Metrópoles

Os efeitos do conflito bélico centrado entre Estados Unidos, Israel e Irã são fortes sobre os preços do petróleo e o comportamento do mercado. Nesta segunda-feira (2/3), o preço do barril continuava em alta e indicadores futuros como S&P 500 futuro, Dow Jones e Nasdaq tinham perdas na casa de 1%.

Nas últimas 24 horas, o preço do barril tipo brent subiu 8,2%, o que fez o preço do item custar US$ 79,21 nesta manhã.

No domingo, o preço do petróleo avançou 10% e chegou a cerca de US$ 80 por barril. As apostas de analistas são de que o item pode continuar em alta e bater na casa dos US$ 100.

As tensões antes dos disparos de mísseis e bombas já faziam os preços do petróleo oscilar. Na última sexta-feira (27/2), o produto fechou o mercado a US$ 73 por barril, o maior nível desde julho.

A alta tem relação com transporte. Grandes companhias de petróleo e empresas comerciais interromperam o transporte de petróleo, combustíveis e gás natural liquefeito pelo Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.

O índice futuro S&P 500 recuava 1,09% nesta manhã. Com variação negativa também operavam os futuros de Dow Jones (1,17%) e Nasdaq (1,43%). A bolsa brasileira ainda não abriu nesta segunda.

Entenda a tensão no Oriente Médio

No sábado (28/2), forças militares dos Israel e dos Estados Unidos lançaram uma série de ataques aéreos coordenados contra o Irã, em uma operação descrita pelas duas nações como ofensiva estratégica contra alvos militares e de liderança em território iraniano.

A ação atingiu dezenas de instalações, incluindo centros de comando e posições militares, em uma ação sem precedentes entre as potências contra o país.

Autoridades iranianas confirmaram que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã desde 1989, foi morto nos ataques, junto com outros altos oficiais e membros de sua família.

Em retaliação, o Irã e suas forças aliadas lançaram ataques com mísseis e drones contra posições israelenses e bases americanas na região do Golfo, incluindo em países como Kuwait, Bahrein e Emirados Árabes Unidos, provocando deslocamento de civis e sirenes de alerta em cidades como Tel Aviv e Jerusalém. Desde então, o conflito escalou.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Chefe de Segurança do Irã diz que não haverá negociação com Trump

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© REUTERS/MOHAMED AZAKIR

Ali Larijani, chefe de Segurança do Irã, afirmou nesta segunda-feira (2), na Rede Social X, que o país não fará acordo com o presidente Donald Trump. “Não haverá negociação com os Estados Unidos”, escreveu ele.

A mensagem de Larijani vai na contramão do que disse Trump neste domingo (1), quando afirmou que o novo líder do país estaria interessado em negociar.

Larijani publicou outras mensagens na rede social e escreveu que “Trump traiu o ‘América Primeiro’ e adotou o ‘Israel Primeiro”.  Em outra postagem, o chefe de Segurança iraniano escreveu que o presidente norte-americano “puxou toda a região para uma guerra desnecessária e agora está devidamente preocupado com as mortes de norte-americanos. É muito triste ele sacrificar o tesouro e o sangue americano para avançar nas ambições expansionistas ilegítimas de Netanyahu”.

O ataque conjunto dos EUA e Israel ao Irã, que teve início no sábado (28), não deve parar tão cedo. Segundo o próprio Trump, as agressões continuarão até que os objetivos militares dos EUA sejam atingidos.

Trump também pediu que a Guarda Revolucionária iraniana entregue as armas sob o risco de “encarar a morte.”

Os bombardeios ao Irã causaram a morte do Líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Hamenei. O ex-presidente do país, Mahmoud Ahmadinejad, também morreu.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL

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MEC divulga aprovados na 2ª chamada do Prouni; veja como consultar

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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
pessoas, grade, céu azul - Metrópoles

O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta segunda-feira (2/3), a lista de aprovados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni). Os nomes podem ser consulados no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. 

Os contemplados têm até o dia 13 de março para entregar a documentação (pessoalmente ou por meio eletrônico) na instituição de educação superior foram selecionados, para comprovar as informações prestadas na inscrição.


Entre os documentos solicitados estão:

  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de conclusão de ensino médio;
  • Comprovante de rendimentos;
  • Comprovante que comprovem separação, divórcio ou óbito dos pais, quando for o caso;
  • Laudo que comprove deficiência, se aplicável.

*Vale lembrar que a instituição de ensino poderá solicitar outros documentos, caso considere necessário para a verificação das informações.


Lista de espera

Além da primeira e segunda chamadas, o Prouni conta ainda com lista de espera. Para tanto, o candidato deverá manifestar interesse no Portal Acesso Único, nos dias 25 e 26 de março. A lista estará disponível a partir do dia 31 de março.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também já disponibilizou, na Página do Participante, a declaração de atendimento às condições para a certificação de conclusão do ensino médio. O documento permitirá a pré-matrícula em instituições de educação superior de candidatos do Prouni, do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) ou do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Segundo o governo federal, esta é a maior edição da história do Prouni, com a oferta de 594.519 bolsas, sendo 274.819 integrais (de 100%) e 319.700 parciais (de 50%).

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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