Acre
Aparição de onça assusta moradores de ramal da Transacreana

Moradores do Ramal Linha II, no Projeto de Assentamento Wilson Pinheiro, localizado no km 10 da Rodovia Transacreana, zona rural de Rio Branco, vivem dias de tensão com a presença de uma onça-parda na região. O animal já foi visto por diversos assentados e seria o responsável pelo ataque a galinhas e até mesmo pela morte de uma cadela em uma das propriedades.
A comunidade teme novos incidentes e pede apoio urgente dos órgãos ambientais e de segurança para capturar o animal vivo. “Se ela aparecer aqui na minha casa, taco fogo nela. Não vou colocar minha família em risco”, desabafou um dos moradores.
Dona Ana Maria, moradora da localidade, relatou ter perdido galinhas e uma cadela, e acredita que o ataque tenha sido causado pela onça. “Deixei até de frequentar a igreja e estou ficando em casa com a família. É melhor se prevenir que remediar”, disse.
O produtor João das Chagas contou que não chegou a ver o animal, mas conhece várias pessoas que tiveram encontros diretos. “Uma professora voltava para casa quando a onça cruzou na frente do carro e entrou na mata. Também soubemos do caso de um rapaz que andava de moto e percebeu que estava sendo seguido pelo bicho”, relatou.
A agricultora Teresa Phoest também teme pela segurança da família. “Tenho medo que meu neto seja atacado, por isso deixei de levá-lo para a horta. Sozinha com meu marido temos mais chance de nos defender”, afirmou.
Já o produtor João Barbosa encontrou rastros do felino em sua propriedade, onde prepara a terra para o plantio. “Até os cachorros estão com medo de sair. Minha preocupação maior é com as crianças, porque um ataque pode ser fatal”, alertou.

Ações oficiais
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) chegou a enviar fiscais ao local, mas moradores criticam a atuação, afirmando que apenas orientaram a comunidade a tomar cuidado e não retornaram.
Agora, os assentados aguardam a presença do Corpo de Bombeiros para tentar capturar o animal, mas temem que a demora leve alguns caçadores a abater a onça.
Fonte: TV Gazeta
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Acre
Rio Acre sobe 45 cm em nove horas e atinge 10,89 metros em Rio Branco
Elevação registrada neste domingo foi impulsionada por 35,6 mm de chuva; nível segue abaixo da cota de alerta

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Acre
Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira
Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364
Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.
Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.
Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.
O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.
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Acre
Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB
Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada
O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.
Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.
Contexto da articulação:
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Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);
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O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;
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A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.
Outros nomes femininos em evidência:
Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:
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Socorro Neri
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Antônia Lúcia
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Fernanda Hassem
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Márcia Bittar
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Vanda Milani
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Perpétua Almeida
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Shirley Torres
- Charlene Lima
Análise política:
A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.
As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.
A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.




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