Brasil
Amaral e Aloísio Chulapa recebem 1ª dose da vacina contra Covid-19 no Acre e geram revolta na web
Ex-jogadores, que residem fora do Acre, participaram de evento solidário no último sábado (26), e foram vacinados em Rio Branco. Internautas desaprovam vacinação e criticam prefeitura
Por Kelton Pinho
Os ex-jogadores Amaral e Aloísio Chulapa foram vacinados contra Covid-19 em Rio Branco (AC). Os dois participaram do 6º Futebol Solidário, que aconteceu no último sábado (26), no município de Epitaciolândia, no interior do Acre. A Prefeitura de Rio Branco divulgou nessa segunda-feira (28), vídeos de ambos no Instagram confirmando a vacinação.
Em duas publicações distintas, a Prefeitura de Rio Branco escreveu que ambos receberam a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus e parabenizaram o avanço da faixa etária de vacinação. Atualmente, a capital acreana está vacinando a população em geral a partir de 35 anos.
Os jogadores aparecem em vídeo agradecendo o prefeito da capital, Tião Bocalom, e o secretário municipal de saúde, Franck Lima.
– Estou aqui no Acre, vim tomar a vacina, a (dose) única (Janssen). Quero agradecer o secretário de saúde, ao prefeito e ao SUS do Acre. Viva o Acre – disse Amaral.
– Viva o Acre, viva o SUS. Secretário, prefeito, muito obrigado. Estou muito feliz. Quem vai aplicar a vacina no Chula é um palmeirense doente. Seguindo os protocolos e tá perto aqui do Chula, que deu passe para o (ex-volante) Mineiro no Mundial. Obrigado pelo carinho, pela recepção, sensacional – celebrou Aloísio Chulapa.

Internautas desaprovam vacinação do ex-jogador Amaral, em Rio Branco – Foto: Reprodução/Instagram
A vacinação dos ex-jogadores não agradou os internautas. Logo após a publicação do vídeo do ex-jogador Amaral, usuários da rede social comentaram a postagem reprovando a ação da prefeitura.
– Uma vacina a menos! Mandem ele tomar na cidade dele por gentileza – disse uma.
– Vocês tão comemorando a vacinação de alguém que sequer é domiciliada aqui? Que tenebroso! – comentou outro.

Aloísio Chulapa recebeu primeira dose da vacina contra Covid-19 em Rio Branco (AC) – Foto: Reprodução/Instagram
O vídeo de Aloísio Chulapa também recebeu críticas. Um dos internautas reclamou que o Acre tem recebido poucas doses e, ainda sim, tem usado para vacinar pessoas que não residem no estado.
– O estado da federação que menos recebe doses de vacina, está sendo usado por pessoas de fora. Parabéns! Desrespeito ao povo acreano – disse um usuário.
– Gente que vantagem tem isso? Vacinem o povo do Acre. Prefeitura sem noção – completou outro.
A reportagem tentou contato nessa terça-feira (29) com o secretário municipal de saúde para falar sobre a situação, mas até o fechamento desta matéria não obtivemos retorno.
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Lula perde processo contra youtuber que o chamou de "diabo"

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perdeu uma ação contra o jornalista e youtuber Luís Ernesto Lacombe, que o chamou de “diabo”, “capeta” e “tinhoso”.
Para o juiz Paulo Cerqueira Campos, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), as publicações estão dentro dos limites da “liberdade de expressão” do comunicador. O petista poderá recorrer da decisão, mas terá de arcar com o custo de R$ 9.365 de honorários advocatícios.
“Lula não é exatamente burro, ele não aposta em ideias equivocadas, absurdas, achando que elas poderão dar certo. Ele não tem boas intenções e erra. Ele é demoníaco mesmo, ele busca a desgraça, conscientemente. Lula é o coisa-ruim, o diabo, o capeta, o tinhoso, Lula é a besta ao quadrado”, disse o youtuber em vídeo publicado em 2 de novembro de 2023 em um jornal.
A defesa do petista argumentou que liberdade de expressão do jornalista não é justificativa para incitação à violência, ao ódio e à intolerância. “O réu agiu de forma livre e consciente visando ofender a honra do presidente”, afirmaram os advogados Diogo Flores dos Santos e Flavio Medeiros, da Advocacia-Geral da União (AGU).
Eles alegaram que “a manutenção do vídeo possui o efeito nocivo de se perpetuar uma agressão à dignidade e à honra do presidente da República, com reflexos no seu agir funcional como chefe de Estado e de Governo”.
No entanto, segundo o juiz do TJDFT, o material de Lacombe tem caráter opinativo e não ofende a honra de Lula.
“Nessa ordem de ideias, estou firme em que o discurso utilizado pelo réu se encontra no âmbito do animus narrandi (intenção de relatar fatos) e animus criticandi (intenção de criticar), devendo prevalecer o caráter meramente opinativo do discurso, no exercício regular da liberdade de expressão e da liberdade de imprensa”, escreveu em decisão de 19 de janeiro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Anac aprova multa de até R$ 17,5 mil para passageiros indisciplinados

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou novas regras para punir passageiros considerados indisciplinados em voos no Brasil.
As medidas incluem multas que podem chegar a R$ 17,5 mil e até a proibição de embarque em aeronaves por um período de até 12 meses, dependendo da gravidade da infração.
A decisão foi tomada pela diretoria da agência e busca reforçar a segurança nas operações aéreas diante do aumento de episódios de confusão e desrespeito às normas dentro de aeronaves e aeroportos.
Pelas novas regras, serão considerados comportamentos indisciplinados ações como desobedecer instruções da tripulação, adotar condutas agressivas ou violentas, provocar tumulto a bordo ou colocar em risco a segurança do voo e dos demais passageiros.
De acordo com a Anac, as punições serão aplicadas após análise administrativa de cada caso. As multas variam conforme a gravidade da conduta e podem atingir até R$ 17,5 mil, valor máximo previsto nas novas regras.
Além das penalidades financeiras, a agência também poderá determinar restrições de embarque para passageiros reincidentes ou que tenham cometido infrações consideradas graves. Nesses casos, o passageiro poderá ser impedido de viajar em voos por até um ano.
A medida segue práticas já adotadas em outros países para lidar com passageiros indisciplinados e tem como objetivo garantir a segurança das operações aéreas, além de proteger tripulantes e demais passageiros.
Segundo a agência reguladora, companhias aéreas e aeroportos também poderão colaborar no registro e na comunicação de ocorrências envolvendo comportamentos inadequados durante as viagens.
A expectativa é que as novas regras ajudem a reduzir episódios de conflito e a fortalecer a segurança no transporte aéreo no país.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Moraes vota para tornar Malafaia réu em caso de ofensas a general

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou para aceitar denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) e tornar réu Silas Malafaia por injúria, calúnia e difamação. O pastor foi alvo da representação após proferir ofensas contra o Alto Comando do Exército.
De acordo com a denúncia, as ofensas miraram generais de quatro estrelas e o comandante do Exército, o general Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva. As declarações foram feitas durante uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, no dia 6 de abril de 2025.
Na ocasião, o pastor, de acordo com a PGR, “proferiu discurso ofensivo à dignidade e ao decoro dos Generais de quatro estrelas que integram o Alto Comando do Exército”. Entre as afirmações destacadas, a PGR cita:
“Cadê esses generais de quatro estrelas, do Alto Comando do Exército? Cambada de frouxos, cambada de covardes”. Ele prosseguiu: “Cambada de omissos. Vocês não honram a farda que vestem”, declarou.
A denúncia oferecida pela PGR também ressalta que, além das declarações em público, Malafaia publicou as ofensas por meio de um vídeo nas redes sociais, com a legenda “Minha fala contra os generais covardes do alto comando, não contra o glorioso Exército Brasileiro” — o que seria um agravante.
Para a PGR, o pastor “imputou falsamente falsamente fato definido como crime militar de cobardia e/ou prevaricação”.
“É evidente o propósito do denunciado de constranger e ofender publicamente os oficiais-generais do Exército, entre eles o Comandante do Exército Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, em decorrência do exercício dos cargos ocupados”, sustenta a procuradoria.
Moraes, que é relator do caso no STF, votou para aceitar a denúncia contra Malafaia pelos crimes de calúnia, difamação e injúria, com aumentos de pena pelos seguintes fatos:
- ofensa ser contra funcionário público, em razão de suas funções;
- na presença de várias pessoas, ou por meio que facilite a divulgação da calúnia, da difamação ou da injúria;
- crime cometido ou divulgado em quaisquer modalidades das redes sociais da rede mundial de computadores.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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