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Acre

Acre registra 18,3 mil atendimentos por síndrome gripal em 2025

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) divulgou um boletim referente às semanas epidemiológicas 1 a 31 de 2025, apresentando um panorama detalhado sobre a situação das Síndromes Respiratórias no estado. O documento é considerado essencial para orientar políticas públicas, além de servir de base para ações de prevenção e controle.

Até a semana epidemiológica 31 deste ano, foram registradas 18.339 consultas por Síndrome Gripal nas três unidades sentinelas do Acre, número superior ao mesmo período de 2024, quando houve 16.746 atendimentos.

A faixa etária mais afetada é a de 20 a 29 anos, que concentra a maior procura por atendimento nas unidades, geralmente em casos sem gravidade.

O fortalecimento do monitoramento nas unidades de saúde resultou em maior capacidade de identificação dos vírus circulantes. Entre os mais detectados em 2025 estão: Rinovírus, Influenza B, SARS-CoV-2, Vírus Sincicial Respiratório (VSR), Influenza A e Adenovírus.

Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)

Entre janeiro e agosto de 2025, foram registradas 1.614 notificações de SRAG, número inferior ao mesmo período de 2024 (1.989 casos) e de 2023 (1.688 casos). A partir da semana epidemiológica 20 deste ano, foi identificado um declínio consistente nas notificações.

As crianças de 0 a 9 anos e os idosos acima de 60 anos permanecem como os grupos mais vulneráveis, com maiores taxas de internação. Entre os vírus mais frequentes em pacientes hospitalizados estão o VSR, Rinovírus e SARS-CoV-2, associados a quadros de pneumonia, bronquite e bronquiolite.

Prevenção e controle

O boletim reforça a necessidade de seguir o Protocolo de Tratamento da Influenza 2023, bem como manter medidas preventivas, como distanciamento social em períodos de maior circulação viral, uso de máscaras e higiene frequente das mãos.

A vacinação continua sendo apontada como fundamental, especialmente para os grupos de risco: crianças menores de 9 anos, idosos acima de 60 anos e pessoas imunossuprimidas.

Situação epidemiológica

De acordo com os dados do Sivep-Gripe, o número de casos de Síndrome Gripal em 2025 apresentou declínio a partir da semana epidemiológica 25. A análise por faixa etária confirma a predominância de registros entre jovens de 20 a 29 anos nos últimos três anos.

O fortalecimento da vigilância, com aumento de coletas e notificações pelas três unidades sentinelas — UPA do 2º Distrito em Rio Branco, Hospital Raimundo Chaar em Brasiléia e UPA Jacques Pereira em Cruzeiro do Sul —, permitiu maior sensibilidade na detecção dos vírus circulantes.

As análises laboratoriais foram realizadas pelo Lacen-AC, em parceria com o Instituto Evandro Chagas (Belém-PA) e o CDC (EUA), responsáveis também pela vigilância genômica de SARS-CoV-2 e influenza.

Municípios mais afetados

O boletim também apresenta a distribuição dos casos de SRAG por município de residência. Os maiores percentuais de internações foram registrados em:

Porto Walter (68,13%)

Jordão (61,70%)

Marechal Thaumaturgo (57,55%)

Manoel Urbano (57,06%)

Brasiléia (54,61%)

Rio Branco (52,38%)

Cruzeiro do Sul (51,15%)

Sena Madureira (50,62%)

Entre outros municípios com índices relevantes, destacam-se Assis Brasil, Tarauacá, Capixaba, Senador Guiomard e Xapuri.V

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Acre

Rio Acre sobe 45 cm em nove horas e atinge 10,89 metros em Rio Branco

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Elevação registrada neste domingo foi impulsionada por 35,6 mm de chuva; nível segue abaixo da cota de alerta

O nível do Rio Acre apresentou elevação significativa ao longo deste domingo (11) e chegou a 10,89 metros em Rio Branco, conforme medição realizada às 15h e divulgada pela Defesa Civil Municipal.

De acordo com o boletim, às 5h34 o manancial marcava 10,44 metros. Ao longo do dia, o nível subiu gradualmente, alcançando 10,60 metros às 9h, 10,75 metros ao meio-dia e 10,89 metros no período da tarde, totalizando um aumento de 45 centímetros em pouco mais de nove horas.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 35,60 milímetros de chuva na capital, volume que contribuiu diretamente para a elevação do rio. Apesar da subida, o Rio Acre permanece abaixo da cota de alerta, fixada em 13,50 metros. A cota de transbordo é de 14 metros.

O boletim é assinado pelo coordenador municipal da Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão.

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Acre

Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira

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Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364

Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.

Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.

Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.

O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.

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Acre

Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB

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Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada 

O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.

Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.

Contexto da articulação:
  • Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);

  • O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;

  • A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.

Outros nomes femininos em evidência:

Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:

  • Socorro Neri

  • Antônia Lúcia

  • Fernanda Hassem

  • Márcia Bittar

  • Vanda Milani

  • Perpétua Almeida

  • Shirley Torres

  • Charlene Lima
Análise política:

A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.

As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.

A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.

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