Acre
Acidente entre moto e carro deixa ferido em Brasiléia

Incidente deixou passageiro de mototaxista com escoriações pelo corpo, mas passa bem – Fotos: Alexandre Lima
Alexandre Lima
O incidente ocorreu em área do centro da cidade Brasiléia, envolvendo um carro modelo Ford Ka, placas NAA 7287, conduzido por Aldizio Moura dos Santo (41), e o mototaxista Severino B. da Silva (26) que estava transportando um passageiro em sua moto, modelo Honda placa NAC 8938, por volta das 20:30 desta terça-feira, dia 9.
Segundo foi apurado, o motorista do carro estava saindo de onde estava estacionado quando ocorreu o incidente. Aldizio disse ter parado antes da faixa para dar passagem a um pedestre e quando saiu, não percebeu a moto que se aproximava.
Por sorte, vinha em baixa velocidade quando bateu na lateral do veículo, fazendo com que os dois e a moto caíssem no asfalto. Na queda, o passageiro do mototaxista, Raimundo da Silva Brito (37), sofreu algumas escoriações nas penas e braços, mas não corria riscos maiores.
Uma equipe do Grupo Intensivo Rápido Ostensivo – GIRO, passava no momento do acidente e acionou com SIOSP, uma ambulância do SAMU para dar assistência ao passageiro da moto e o conduzir ao Pronto Socorro, que foi medicado e liberado.
O motorista ficou no local para prestar socorro e dar esclarecimento às autoridades. Ambos entraram em acordo para ressarcimentos dos danos e foram liberados em seguida.
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Medicamentos podem ter reajuste de até 3,81% a partir desta terça
Anvisa destaca que os aumentos não são automáticos
Medicamentos vendidos no Brasil podem ter o preço reajustado em até 3,81% a partir desta terça-feira (31), conforme estabelecido em resolução publicada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).

O texto prevê três níveis máximos de reajuste aplicáveis a diferentes grupos de medicamentos, conforme a competitividade de cada categoria:
- 3,81% para medicamentos com concorrência;
- 2,47% para medicamentos de média concorrência;
- 1,13% para medicamentos de pouca ou nenhuma concorrência.
Algumas categorias não se encaixam nesses critérios, como fitoterápicos, homeopáticos e determinados medicamentos isentos de prescrição com alta concorrência no mercado, que possuem regras específicas dentro do sistema de regulação de preços.
Em nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacou que o reajuste médio permitido por lei ficará em até 2,47%, o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada dos últimos 12 meses, de 3,81%.
“A redução consecutiva do índice desde 2023 é fruto da política de combate à inflação e reforça a importância da regulação para proteger o consumidor de preços abusivos. Nos anos anteriores, houve um aumento expressivo do percentual, ultrapassando 10%.”
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A Anvisa destaca que os aumentos não são automáticos. “Na prática, fabricantes e farmácias podem aplicar reajustes inferiores ou até manter os preços atuais, dependendo das condições do setor e do nível de concorrência entre as empresas”.
“A regulação econômica dos medicamentos no Brasil garante a proteção do consumidor e, ao mesmo tempo, busca a sustentabilidade do setor para a continuidade do fornecimento de medicamentos no país.”
Entenda
O reajuste dos preços de medicamentos é feito uma vez ao ano e segue uma fórmula regulatória que parte da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e desconta o ganho de produtividade da indústria.
A Cmed é o órgão federal responsável pela regulação econômica do mercado farmacêutico no Brasil e estabelece critérios para a fixação e o reajuste dos preços de medicamentos, com o objetivo de estimular a concorrência e garantir o acesso da população aos produtos.
A câmara de regulação é composta pelo Ministério da Saúde, pela Casa Civil e pelos Ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Anvisa, por sua vez, exerce a função de secretaria executiva, fornecendo suporte










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