Acre
Acadêmica brasileira de medicina é encontrada morta em Cochabamba
Alexandre Lima, de Brasiléia/Acre
Uma jovem acadêmica de medicina, de aproximadamente 19 anos, teria sido encontrada morta no apartamento onde morava, na cidade de Cochabamba (Bolívia), na noite deste domingo, dia 29, e o caso está sendo investigado pelas autoridades daquele país.
Apenas o primeiro nome, Yasmin, foi divulgado pelas redes sociais. A jovem natural do estado do Maranhão e até o momento, não foi divulgado a causa da morte, mas, não está descartado o suicídio.
Também foi informado que os moradores do prédio onde ela morava, ninguém pôde entrar ou sair por algumas horas até a retirada do corpo e os familiares estariam encontrando dificuldades em fazer o translado do corpo da jovem para sua cidade natal, uma vez que teriam uma custo de aproximadamente de R$ 40 mil reais.
Somente pela parte da manhã desta segunda-feira (30), foi informado que uma irmã estaria viajando para a cidade boliviana na terça-feira (31), onde iria realizar a cremação do corpo, uma vez que o custo seria de B$ 20 mil bolivianos (cerca de R$ 10 mil reais), arrecadado através de ajuda de amigos e parentes.
O laudo da perícia médica poderá demorar cerca de uma semana, até ser liberado e realizado a cremação. A jovem Yasmin estaria na metade do curso de medicina, cerca de dois anos, e pretendia ser médica em sua terra natal.
Mais informações a qualquer momento.
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.


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