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8 anos fechado: Reabertura de museu em Cruzeiro do Sul está prevista para o início de 2024, diz FEM

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De acordo com o presidente da Fundação Elias Mansour, Minoru Kimpara, a contratação de nova empresa deve ser aberta em outubro e a previsão é que a revitalização seja concluída até fevereiro. Espaço está fechado desde 2015, e está deteriorado.

Museu fica localizado no Centro de Cruzeiro do Sul, próximo à Catedral Nossa Senhora da Glória — Foto: Weslei Lima/Arquivo pessoal

Após matéria do g1 mostrando o abandono do Museu e Memorial José Augusto, em Cruzeiro do Sul, que esta fechado há 8 anos, a Fundação Elias Mansour (FEM) informou que a previsão para reabertura do local é no início do ano que vem.

Fechado desde 2015, o museu teve a reforma iniciada em 2021 com recursos do Banco Mundial. Orçada em R$ 436 mil, a obra prevê a troca da cobertura, do piso, e melhorias em impermeabilizações e funcionalidade dos dois ambientes. A reforma estava prevista para ser concluída em novembro daquele ano.

Na reportagem, publicada no último dia 21, a FEM chegou a dizer que não teria novo prazo para reabertura, porém, nesta terça-feira (26), Minoru Kimpara, presidente da fundação, disse que a nova licitação será aberta no mês de outubro, e a expectativa da FEM é de que trabalhos intensos nos meses restantes de 2023 permitam a conclusão da reforma até fevereiro.

“Eu acredito que nesse próximo mês, de outubro, a gente já tenha a licitação pronta e já com a ordem de serviço para ser dada. Acredito que no mais tardar no início do ano, lá para janeiro e fevereiro, a gente entregue, porque vai levar um tempo. Faz a licitação agora em outubro, a ordem de serviço, e teremos novembro, dezembro, janeiro, acho que uns três a quatro meses com a empresa trabalhando de maneira firme, a gente vai devolver aquele patrimônio para o povo cruzeirense”, ressaltou.

O museu está fechado desde 2015, e vem se deteriorando. Em 2021, foi anunciada uma reforma, que foi interrompida. O chefe do patrimônio do estado, Italo Facundes, disse ao g1 na última quarta-feira (21) que foi preciso encerrar a licitação anterior após ser verificado que a empresa anterior não estava prestando um serviço adequado.

Kimpara acrescentou que foram detectados problemas na reconstrução do piso e também dos palcos. Porém, segundo o presidente da FEM, será possível aproveitar parte do trabalho que já havia sido feito, e a reforma não vai ter que reiniciar completamente.

O gestor também ressaltou que a reabertura do museu será mais um passo na revitalização de espaços culturais do estado, como o Museu dos Povos Acreanos, inaugurado em agosto, além do Museu da Borracha, entregue recentemente, Café do Teatro, entre outros. Kimpara afirma que os próximos objetivos são reabrir o museu na Casa de Chico Mendes, em Xapuri, e revitalizar o Teatro Plácido de Castro, em Rio Branco.

“A gente tem entregue um espaço por mês, praticamente. Nós estamos há nove meses, e a gente já conseguiu recuperar praticamente entregar esses espaços, a própria Biblioteca em Cruzeiro do Sul, Padre Trindade, a gente passou por um processo de revitalização. A Biblioteca Pública aqui em Rio Branco também. E nós estamos também com o processo lá na secretaria de obras também da Biblioteca da Floresta, o Teatro Plácido de Castro. A gente precisa fazer isso, porque isso é quando a gente cuida do patrimônio público e a gente está demonstrando respeito à história e a cultura da nossa população”, finalizou.

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Professora implora cirurgia neurológica urgente a governador Gladson Cameli e relata risco de morte após espera de um ano por procedimento no Acre

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Cremilda Lopes Rodrigues, de 58 anos, professora aposentada, aguarda desde fevereiro de 2025 a realização de uma angioplastia com implante de stent intracraniano para tratamento de aneurismas cerebrais, em Rio Branco. Segundo laudos médicos apresentados pela paciente, o caso é considerado urgente devido ao risco de ruptura.

O procedimento foi solicitado pelo médico neurologista Rogério Ivan Ortiz. No entanto, a cirurgia não está sendo realizada no Hospital Santa Juliana, unidade onde executa os atendimentos cirúrgicos do Sistema Único de Saúde (SUS) pelo Estado.

Cremilda gravou um vídeo relatando a situação e pedindo apoio das autoridades. No apelo, afirmou viver sob constante preocupação enquanto aguarda a marcação do procedimento.

“Eu tô aqui como mãe, como vó, pedindo misericórdia das autoridades. Faça alguma coisa, porque não é fácil viver assim. Eu preciso que o governador do Estado do Acre compre stents para que essa cirurgia seja menos invasiva.”

Segundo a professora, o primeiro laudo médico foi emitido há cerca de um ano e encaminhado ao Ministério Público. Um novo documento, entregue há aproximadamente um mês, reforçou o pedido de urgência.

“Segundo o neurocirurgião, eu corro um alto risco de vida desses aneurismas sangrarem. Se sangrar, minha chance de sobreviver é de cerca de 2%.”

A paciente também relata que, pelo método cirúrgico convencional, existe risco de perda de visão, pois o aneurisma estaria comprimindo um nervo óptico. Enquanto aguarda a cirurgia, ela afirma que precisou mudar de residência com a família por conta da situação de saúde.

De acordo com Cremilda, ao longo do período ela recebeu promessas de apoio, mas nenhuma medida efetiva foi adotada até o momento. A apreensão aumenta à medida que o procedimento não é agendado e o risco apontado em laudo médico permanece.

O espaço permanece aberto para manifestação dos órgãos de saúde responsáveis.

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Prefeitura de Rio Branco cobra repasses federais para a Assistência Social do Acre na 36ª Reunião da CIT SUAS

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A reunião teve como um dos principais focos a cobrança de recursos para a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos

Com o objetivo de cobrar os recursos prometidos para a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, na manhã desta quarta-feira (11), o secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, João Marcos Luz, esteve presente na 36ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), realizada na Esplanada dos Ministérios, Bloco F, 9º andar, Sala 902, em Brasília/DF.

O encontro teve como um dos principais focos a cobrança de recursos para a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, que, até o momento, não foram repassados pelo governo federal, apesar de promessas anteriores.

João Marcos Luz, que também atua como gestor da política de assistência social no estado do Acre, enfatizou as dificuldades enfrentadas pela região, especialmente diante do aumento no fluxo de imigrantes e dos danos causados pelas alagações.

O gestor apontou que os repasses, previstos pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), ainda não chegaram, o que tem gerado um grande prejuízo para a ampliação das ações de apoio a quem mais precisa, como as políticas voltadas para pessoas em situação de rua.

Além de cobrar a liberação dos recursos, Luz pediu especialmente o envio de verbas para os municípios de Rio Branco, Epitaciolândia e Assis Brasil, que enfrentam grandes desafios no atendimento à população vulnerável, como idosos e mulheres vítimas de violência.

Ele destacou a importância de o governo federal honrar seus compromissos financeiros, especialmente em um cenário de crescente demanda por serviços públicos de assistência social.

“Estamos em uma situação muito difícil no Acre, e não podemos ficar de braços cruzados. A prefeitura de Rio Branco, por exemplo, está arcando com 80% dos custos dessas ações sociais, utilizando recursos do IPTU, que deveriam ser destinados a outras áreas. O governo federal precisa assumir sua responsabilidade e garantir que os recursos cheguem aos municípios, onde as necessidades são urgentes”, afirmou João Marcos Luz.

A falta de repasses tem impactado diretamente o planejamento e a execução das políticas públicas em diversas frentes, prejudicando a qualidade do atendimento à população em situação de risco.

Luz finalizou seu discurso reforçando que não se pode esperar mais tempo pela liberação dos valores prometidos, uma vez que a situação no estado requer respostas imediatas.

O encontro na CIT SUAS é um dos muitos espaços em que gestores municipais buscam cobrar a atuação do governo federal para garantir o adequado financiamento e execução das políticas sociais em todo o Brasil.

 

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Sejusp firma parceria para garantir economia de recursos públicos

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre, realizou na manhã desta quarta-feira, 11, reunião de alinhamento para discutir importações diretas de tecnologias de segurança e armamentos.

Reunião foi realizada para discutir importações diretas de tecnologias de segurança e armamentos. Foto: Mariana Moreira/Sejusp

Com objetivo de adquirir equipamentos de ponta para os operadores de segurança e garantir a máxima economicidade do recurso público, a Sejusp realiza uma parceria com o Banco do Brasil. Essa parceria visa apoio especializado em contratos de câmbio, garantir que o fluxo de pagamentos acompanhe o ritmo das necessidades da segurança pública no Acre e a redução da burocracia nas transações internacionais.

Parceria representa um passo para melhores condições de investimento público.Foto: Mariana Moreira/Sejusp

O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, reitera que essa parceria representa um passo para melhores condições de investimento público. “O Estado está comprando produtos de alta performance com custos significativamente reduzidos, então temos equipamentos de melhores condições de trabalho para as forças de segurança, para proteger o cidadão acreano”. 

Chefe do financeiro da Sejusp, Eric Oliveira. Foto: Mariana Moreira/Sejusp

“Evitando as margens de lucro de revendedores nacionais, a Sejusp consegue fazer o orçamento render mais, revertendo essa economia em mais equipamentos e melhores condições de trabalho para as forças de segurança”, destacou o chefe do setor financeiro da Sejusp, Eric Oliveira. 

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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