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Mulher que fingia gravidez e sobrinha são presas com mais de 11 kg de skank no corpo

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Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) prenderam duas mulheres sob acusação de tráfico de drogas na noite de terça-feira (28), em Rio Branco.

As autoras afirmaram que estavam levando os ilícitos para um desconhecido, e que ao chegarem em Rio Branco seriam contatadas e entregariam a encomenda, que disseram não conhecer nem quem entregou e nem quem iria receber.

Segundo informações da Operação Hórus, policiais militares do grupo GEFRON e os agentes da PRF realizavam fiscalização de rotina em um dos ônibus da empresa Transacreana quando encontraram dois carregamentos de droga, totalizando 11,6 quilos de entorpecente.

Ao identificar os proprietários das caixas onde a droga estava escondida, foi constatado que se tratava de duas mulheres da mesma família.

Aos policiais, uma delas confessou que foi contratada por um boliviano para levar a droga de Brasiléia até Rio Branco.

“As autoras afirmaram estar levando os ilícitos para um desconhecido e que ao chegarem em rio branco seriam contactadas e entregariam a encomenda, que disseram não conhecer nem quem entregou e nem quem ia receber”, diz a polícia.

As duas receberam voz de prisão e foram conduzidas à superintendência da Polícia Federal em Rio Branco onde ficarão à disposição da Justiça.

Policiais militares do grupo GEFRON e os agentes da PRF realizavam fiscalização de rotina em um dos ônibus da empresa Transacreana quando encontraram dois carregamentos de droga, totalizando 11,6 quilos de entorpecente.

Uma das suspeitas aparentava estar gravida, mas se tratava de um outro invólucro que estava envolto em seu corpo. A suspeita estava vindo da cidade de Xapuri, mas trazia o entorpecente da cidade de Brasiléia. De acordo com ela, teria recebido de um boliviano para trazer até Rio Branco. Perguntada se estava com mais alguém, informou que estava com sua sobrinha, que também estava levando entorpecentes. Na mochila carregada pela última, outro invólucro foi encontrado. As autoras afirmaram que estavam levando os ilícitos para um desconhecido, e que ao chegarem em Rio Branco seriam contatadas e entregariam a encomenda, que disseram não conhecer nem quem entregou e nem quem iria receber.

As envolvidas com todos os seus pertences foram conduzidas ao posto da PRF para confecção de boletins de ocorrência. Posteriormente, foram conduzidas à delegacia de Polícia Federal para os procedimentos cabíveis.

O peso da droga é, aproximadamente, 11,667 kg (onze quilos seiscentos e sessenta e sete gramas).

De acordo com a Segurança Pública, o prejuízo ao crime é de R$ 75.835,00.

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Participantes do Encceja PPL no Acre alcançam 65% de aprovação

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A chefe da Divisão de Educação Prisional do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), Margarete Frota, explica que o exame ocorreu em dois dias

Acre registrou aprovação de 65,42% dos participantes do Encceja PPL. Foto: Zayra Amorim/Iapen

O Acre registrou aprovação de 65,42% dos participantes do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) para pessoas privadas de liberdade (PPL). O exame é utilizado como ferramenta para comprovação de competências e obtenção de certificação do ensino regular.

A prova, realizada em todas as unidades prisionais do estado, contou com a participação de 1.533 pessoas privadas de liberdade. A chefe da Divisão de Educação Prisional do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), Margarete Frota, explica que o exame ocorre em dois dias: o primeiro destinado à certificação do ensino fundamental e o segundo à certificação do ensino médio.

A gestora ressalta ainda a importância da certificação no processo de ressocialização, especialmente para os egressos que retornam para a sociedade: “Muitos não sabem o valor que aquele documento tem. Agora, no início do ano, a gente já teve mais de dez que vieram buscá-lo porque saíram do sistema e precisaram apresentá-lo para  conseguir um emprego. Nesse momento, eles percebem a importância”.

Chefe da Divisão de Educação Prisional do Iapen, Margarete Frota, explica que a certificação é importante no processo de retorno à sociedade. Foto: Zayra Amorim/Iapen

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Ex-sargento da PM será julgado novamente por morte de adolescente em Rio Branco

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Júri popular foi redesignado após Tribunal de Justiça do Acre anular condenação anterior

Ex-Sargento da Polícia Militar do Acre, Erisson de Melo Nery – Foto: arquivo pessoal.

O ex-sargento da Polícia Militar do Estado do Acre, Erisson de Melo Nery, será submetido a novo júri popular pela morte do adolescente Fernando de Jesus, de 13 anos. O julgamento está marcado para esta quinta-feira (5), às 8h, na 1ª Vara do Tribunal do Júri, em Rio Branco.

A redesignação da sessão foi determinada pelo juiz Fábio Alexandre Costa de Farias, após a sentença anterior ser anulada, em maio de 2025, pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre.

Condenação anulada

Em maio do ano passado, os desembargadores anularam a condenação que havia sentenciado Nery a oito anos de prisão em regime semiaberto. A decisão atendeu a recurso apresentado pela defesa do ex-militar.

Os advogados alegaram que o Ministério Público do Estado do Acre teria utilizado provas que não constavam formalmente nos autos do processo, o que, segundo a defesa, violaria os princípios do contraditório, da ampla defesa e da paridade de armas.

Ainda conforme os argumentos apresentados, a utilização de fatos e elementos não previamente juntados ao processo teria configurado cerceamento de defesa e afronta ao devido processo legal. Com isso, a Câmara Criminal determinou a realização de um novo julgamento pelo Tribunal do Júri.

O caso

De acordo com a denúncia, o crime ocorreu na manhã do dia 24 de novembro de 2017, no Conjunto Canaã, bairro Areal, em Rio Branco. Segundo os autos, Erisson Nery teria efetuado ao menos seis disparos contra o adolescente, que supostamente teria tentado furtar a residência do policial.

A acusação sustenta que o ex-sargento teria agido com a intenção de “fazer justiça pelas próprias mãos”. O Ministério Público também apontou que, após o homicídio, Nery e o então colega de farda Ítalo de Souza Cordeiro teriam alterado a cena do crime, lavando o corpo da vítima e os arredores do local para sustentar a versão de legítima defesa.

Na decisão anterior, Ítalo Cordeiro, denunciado por fraude processual, foi absolvido pelo juiz Robson Ribeiro Aleixo. A sentença anulada também havia aplicado aumento de um terço da pena pelo fato de o crime ter sido cometido contra vítima menor de 14 anos, além de condenar Nery ao pagamento das custas processuais.

Com a anulação da sentença, caberá agora ao Tribunal do Júri decidir novamente sobre a responsabilidade penal do acusado.

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Homem é preso após ameaçar esposa com terçado em Cruzeiro do Sul

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Suspeito teria agredido e ameaçado a vítima sob efeito de álcool; prisão foi realizada pela Polícia Militar

Um homem de 35 anos, identificado como Jhonatan, foi preso nesta quinta-feira (5) após agredir e ameaçar a própria esposa com um terçado na Estrada do Canela Fina, em Cruzeiro do Sul. A ocorrência foi atendida pela Polícia Militar do Estado do Acre.

De acordo com informações da polícia, na primeira vez em que a equipe foi acionada, o suspeito já havia deixado o imóvel, fugindo em um veículo e tomando rumo ignorado. Após uma nova solicitação, os policiais retornaram ao local e encontraram o homem entrando novamente na residência.

A vítima estava abrigada na casa de uma tia, onde buscava resguardar sua integridade física. Ela relatou aos policiais que o companheiro, sob efeito de bebida alcoólica e motivado por ciúmes, passou a ameaçá-la utilizando um terçado.

Diante da situação, a equipe policial deu voz de prisão ao suspeito, que foi conduzido à Delegacia de Polícia para os procedimentos cabíveis.

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