Acre
13º salário dos servidores públicos do Acre será pago depois do Natal
Da redação, com ac24horas
Repetindo a mesma estratégia de 2012, o governo do Acre irá pagar o décimo terceiro salário dos servidores públicos somente depois do natal. O martelo foi batido em recente reunião na Casa Civil com a equipe de governo. A proposta foi chancelada pelo secretário de fazenda, Mâncio Lima Cordeiro, o governador Sebastião Viana e a chefe da casa civil, Márcia Regina.
Em setembro, ac24horas havia adiantado que o governador faria um novo empréstimo junto a um banco estatal para que a secretaria da fazenda honrasse o pagamento do décimo-terceiro salário dos servidores públicos, em dezembro. O montante, segundo foi repassado por fontes de dentro da Sefaz, é de R$ 200 milhões.
No vermelho, Sebastião Viana tenta de todas as formas manter o trunfo da Frente Popular do Acre, há 15 anos no comando do Estado, de não atrasar os salários. Politicamente, o atraso ou o não pagamento é um desgaste que o governador terá que enfrentar faltando menos de um ano para as eleições.
Governo não adiantou pagamento do 13º salário este ano
O primeiro sinal que foi exposto de que as coisas não vinham nada bem, foi a não divulgação, no mês de agosto, do adiantamento de parte do décimo-terceiro salário do funcionalismo.
Em anos anteriores, o servidor poderia adiantar até 70% do rendimento extra do mês de dezembro no pagamento do mês de agosto.
Nos últimos meses, o governo tem mantido a folha de pagamento do funcionalismo em dia com muito esforço.
Em 2012, o governo do Acre só pagou o décimo terceiro depois do natal, fato que ocasionou desgaste e muita especulação por vários setores da imprensa.
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Acre
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Acre
Acre fica fora do ranking dos 100 melhores hospitais públicos do SUS no Brasil
Levantamento nacional aponta desigualdade regional na saúde; apenas Pará e Amazonas representam a Região Norte na lista

Um levantamento nacional divulgado nesta semana revelou que o Acre está entre os sete estados brasileiros que não possuem hospitais classificados entre os 100 melhores do País no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Além do Acre, também ficaram fora do ranking Amapá, Rondônia e Roraima, na Região Norte, além de Alagoas, Mato Grosso e Paraíba, evidenciando a desigualdade regional na distribuição de unidades hospitalares de referência.
O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A avaliação considerou hospitais federais, estaduais e municipais com gestão integral pelo SUS, com dados coletados entre agosto de 2024 e julho de 2025.
De acordo com o ranking, São Paulo lidera a lista nacional, concentrando 30% dos hospitais selecionados. Em seguida aparecem Goiás, com dez unidades, Pará e Santa Catarina, com sete cada, além de Pernambuco e Rio de Janeiro, com seis hospitais cada.
Na Região Norte, apenas os estados do Pará e do Amazonas conseguiram inserir unidades entre as 100 melhores, com sete e três hospitais, respectivamente. Os demais estados da região, incluindo o Acre, ficaram de fora da seleção. Ao todo, os hospitais avaliados estão distribuídos em 19 estados e no Distrito Federal, com forte concentração nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Segundo o Ibross, os critérios utilizados na avaliação incluíram acreditação hospitalar, indicadores de mortalidade, taxa de ocupação, número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e tempo médio de internação. A lista integra a primeira edição do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, que ainda irá selecionar os dez melhores hospitais públicos do País, com divulgação prevista para o mês de maio.
Ao comentar o resultado, o secretário de Estado de Saúde do Acre, Pedro Pascoal, afirmou que o levantamento reflete um problema histórico enfrentado pelo País, especialmente nas regiões mais distantes dos grandes centros urbanos. Segundo ele, a ausência de hospitais acreanos no ranking revela uma desigualdade estrutural acumulada ao longo de décadas. Ainda assim, destacou que o governo estadual tem adotado medidas para mudar esse cenário.
“O Acre tem desafios importantes, mas estamos trabalhando para fortalecer a rede pública de saúde, com investimentos, modernização das unidades, regionalização dos serviços e melhoria contínua da assistência. Nosso objetivo é garantir que a população do interior tenha acesso ao mesmo padrão de cuidado oferecido nos grandes centros”, afirmou o secretário.
Com informações de AC24horas
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Acre
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Foto: Sérgio Vale

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