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Criminoso foge de abordagem policial e abandona arma em bairro de Rio Branco
Suspeito de envolvimento em homicídios escapou da PM durante patrulhamento no Cidade Nova; revólver foi apreendido

Um homem apontado como integrante de uma facção criminosa e suspeito de envolvimento em diversos homicídios conseguiu escapar de uma abordagem policial na noite desta terça-feira (15), no bairro Cidade Nova, em Rio Branco (AC). Durante a fuga, ele abandonou um revólver calibre 38 municiado, que foi apreendido pela Polícia Militar.
Segundo informações do 2º Batalhão da PM, a guarnição realizava patrulhamento de rotina na região com o objetivo de capturar foragidos da Justiça e retirar de circulação armas e outros materiais ilícitos. Ao entrarem na Rua Palmeiral, os policiais foram alertados por um morador sobre a presença de um criminoso de alta periculosidade nas proximidades.
Os agentes chegaram a avistar o suspeito, mas ele conseguiu correr e fugir. Em buscas realizadas em um apartamento abandonado nas imediações, a equipe encontrou a arma de fogo, que foi levada à 2ª Delegacia Regional da Polícia Civil, localizada na Cidade do Povo.
A polícia segue em diligências para tentar localizar e prender o foragido.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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