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Zé Roberto comemora vaga da seleção feminina de vôlei em Paris-2024: ‘Cumprimos nossa missão’

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Técnico José Roberto – Foto: FIVB

As jogadoras dedicaram a conquista à campeã olímpica Walewska, que morreu nesta semana; o treinador disse que tinha uma relação de pai e filha com a ex-central

A semana foi árdua para a Seleção Brasileira Feminina de Vôlei, que perdeu um de seus principais nomes, a ex-central Walewska. Ela morreu ao cair do 17º andar do prédio em que morava, em São Paulo. Além da dor, a equipe do técnico José Roberto Guimarães teve que encarar uma exaustiva sequência de jogos em busca de uma vaga na Olimpíada de Paris 2024, que veio com vitória sobre o Japão, na madrugada deste domingo (24), em Tóquio, por 3 sets a 2 (25/21, 22/25, 27/25, 15/25 e 15/10).

“Cumprimos a nossa missão. Passamos por muitas dificuldades. No Sul-Americano, na preparação para o Pré-Olímpico, sabíamos as dificuldades que iríamos encontrar. A última partida foi contra o Japão, um sufoco. Jogamos bem o primeiro e o terceiro set, no quinto abrimos o placar e colocamos a pressão do lado delas. Parabéns para toda a comissão técnica e as jogadoras, que fizeram um grande trabalho. Paris, lá vamos nós”, disse o treinador.

Principal pontuadora do Brasil na partida, com 23 pontos, a ponteira Gabi revelou que a equipe tirou um peso das costas com a vaga assegurada em Paris. “Estou muito orgulhosa do time, do trabalho que fizemos toda a temporada. Passamos momentos muito difíceis e nos superamos. Tivemos altos e baixos na partida. O Japão esteve na frente em alguns momentos, e conseguimos reverter as situações de dificuldade. Nós merecíamos muito essa classificação. Sabemos que temos muito o que melhorar e vamos buscar isso no próximo ano. Queremos muito ser campeãs olímpicas em Paris.”

A central Thaisa não se conteve de emoção e citou a ex-parceira de seleção. “Esse foi um jogo muito mental e emocional. Jogamos em um ginásio lotado, dentro da casa delas [japonesas], em um campeonato em que o Japão esteve consistente e jogou muito bem. É um jogo muito rápido, diferente do que estamos acostumadas. Trabalhamos muito para esse Pré-Olímpico. Estou muito feliz com a nossa classificação, e agora é trabalhar cada vez mais. Conquistamos essa classificação pela Wal.”

Pri Daroit também falou sobre o triunfo: “Foi uma grande vitória da equipe. Provamos que temos um grupo. Treinamos muito, e o Zé sempre coloca quem está no banco em momentos difíceis da partida. Estou feliz de ter conseguido ajudar o time em um momento decisivo. Sabemos o quanto treinamos e como somos cobradas. Ainda temos muito o que melhorar, mas agora é comemorar essa vaga para os Jogos de Paris.”

A seleção brasileira ficou no segundo lugar do Pré-Olímpico do Japão, atrás apenas da Turquia, que venceu todos os seus confrontos. O Japão ficou em terceiro.

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Assembleia aprova Projeto de Lei e Estado vai investir R$ 2 milhões no futebol

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Os deputados estaduais aprovaram nesta quarta, 4, um Projeto de Lei onde autoriza o governo do Estado investir R$ 2 milhões no futebol. O repasse será feito para os clubes por intermédio da Federação de Futebol do Acre(FFAC). “Priorizamos esse projetos porque acreditamos no esporte como uma ferramenta transformadora principalmente para a nossa juventude”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nicolau Júnior(PP). Proposta encaminhada …

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Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES

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Justiça nega ação de Vini Jr. contra empresa de energia no Rio

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Franco Arland/Getty Images
Vini Jr. Brasil x Tunísia

A Justiça do Rio de Janeiro negou uma ação movida pelo jogador Vinícius Júnior que questionava uma cobrança de quase R$ 275 mil da empresa de energia Light.

Vini Jr. foi cobrado em R$ 274.552,23 por obras de adequação elétrica em um imóvel no Rio. O atacante do Real Madrid afirmou ter quitado o valor integralmente, mas alegou que um erro no sistema da Light impediu o reconhecimento do pagamento, gerando novas cobranças indevidas e risco de corte de energia.

O jogador sustentou ainda que funcionários da empresa teriam falado que o cálculo da obra foi superior ao devido, o que geraria um crédito de R$ 162.531,00 ou estorno do valor. No último dia 20 de fevereiro, no entanto, a 7ª Vara Cível da Regional da Barra da Tijuca negou o pedido da defesa do jogador sobre a produção antecipada de provas.

Pedido de Vini Jr.

Vini Jr. solicitou à Justiça que a Light exibisse uma série de documentos, incluindo gravações de chamadas, protocolos de atendimento e registros sistêmicos, para comprovar a existência de um suposto crédito de R$ 162.531,00 que teria sido informado verbalmente por funcionários da empresa após o pagamento da obra de adequação elétrica.

No entanto, a Justiça recusou o pedido por entender que o atleta não demonstrou a “utilidade concreta” ou a necessidade urgente da medida, uma vez que não comprovou o risco de os documentos desaparecerem, nem apresentou indícios mínimos de que o crédito realmente existia antes de exigir que a empresa produzisse tal prova.

O magistrado ressaltou que a ação de produção antecipada de provas não deve ser utilizada para “diligências investigativas genéricas” ou como substituto de procedimentos administrativos quando a empresa já havia negado a existência de valores a serem devolvidos.

Versão da Light

A Light negou a existência de qualquer crédito disponível para ressarcimento de Vini Jr. A empresa afirmou que a fatura de outubro de 2023 foi refaturada em novembro daquele ano para cobrar apenas o consumo real de energia, inexistindo saldo remanescente ou valores a serem devolvidos ao autor.

Ao analisar o caso, o magistrado entendeu que o pedido de produção antecipada de provas não preenchia os requisitos legais.

“Verifica-se que o pedido formulado se volta à tentativa de obtenção de elementos para eventual futura demanda, sem que tenha sido demonstrado, contudo, o requisito da utilidade concreta e da necessidade da medida”, registrou a sentença. “Os pedidos foram julgados improcedentes, e, por se tratar de um procedimento preparatório, não houve condenação ao pagamento de honorários de sucumbência”, determinou o juiz.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Acre registra 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025, aponta encontro no TCE

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Reunião discutiu aplicação da Política Estadual de Proteção a Órfãos do Feminicídio; quatro famílias já solicitaram auxílio financeiro previsto em lei

Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. Foto: cedida 

O Acre registrou 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (4), durante reunião no Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), que reuniu representantes de órgãos públicos para discutir a aplicação da Política Estadual de Proteção e Atenção Integral às Órfãs e Órfãos de Feminicídio.

A política foi criada pela Lei nº 4.065/2022 e prevê assistência a filhos de mulheres vítimas de feminicídio. Também houve definições de critérios para concessão de auxílio financeiro e organização do atendimento especializado.

Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. “A dor causada pelo feminicídio não se encerra no ato criminoso. Ela se prolonga na vida dos filhos que permanecem e que precisam do amparo do Estado. Nosso compromisso é assegurar que essa política pública se traduza em proteção concreta”, disse.

A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. A juíza Evelin Campos Cerqueira Bueno destacou a necessidade de atenção aos processos de guarda das crianças que perderam suas mães.

“O encaminhamento é priorizar os processos de guarda e fortalecer a rede de proteção para garantir acompanhamento dessas crianças”, afirmou.

 

Auxílio financeiro e dados estaduais

Segundo a Secretaria de Estado da Mulher, responsável pela execução da política pública, quatro solicitações de famílias já foram registradas para concessão do auxílio financeiro previsto na lei. Os pedidos estão em análise.

De acordo com dados apresentados na reunião, o Brasil registra em média quatro feminicídios por dia. No Acre, a média é de um caso por mês.

As instituições também discutiram a ampliação da articulação com prefeituras para fortalecer a rede de proteção nos municípios e garantir o acesso das crianças e adolescentes aos serviços previstos na política estadual.

A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. Foto: captada 

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