Acre
Weverson Oliveira, de Epitaciolândia, conquista duas vitórias no Fisiculturismo Sul-Americano

O palco foi Cochabamba, Bolívia, e a data, 8 de dezembro. Foi lá que Weverson Oliveira, fisiculturista de 28 anos, nascido em Epitaciolândia, Acre, e representando Cobija, se consagrou campeão da categoria bodybuilder até 80 kg no campeonato mais recente da Federação WFF. Mas essa vitória não foi apenas mais um troféu na estante; foi a segunda conquista consecutiva em sua carreira, consolidando-o como uma das promessas do fisiculturismo sul-americano.
“Cada vitória tem sua história, mas nenhuma delas acontece sozinha”, reflete Weverson. Ele não apenas agradece o apoio de Cobija, que o acolheu como atleta, mas também reconhece aqueles que estiveram ao seu lado em sua preparação. “Meu coach, Tiago Alves, foi essencial nessa jornada. Ele é um profissional e atleta incrível que me ajudou a construir esse físico. Além disso, não posso deixar de agradecer à Reis Suplemento, representada pelo CEO Marcelino, que acreditou no esporte e me estendeu a mão em momentos importantes.”
Weverson, que começou a treinar há três anos, vem de uma série de competições onde demonstra determinação e foco, características que o destacam em um esporte que exige tanto fisicamente quanto mentalmente. “O fisiculturismo não é apenas levantar peso, é um estilo de vida. É sobre disciplina, superação e acreditar no processo, mesmo quando os resultados parecem distantes”, afirma.
Sua trajetória não tem sido fácil. Representar o Acre e Cobija simultaneamente é um desafio em um esporte que muitas vezes sofre com a falta de patrocínio e reconhecimento. No entanto, ele transforma os obstáculos em motivação. “Essas vitórias mostram que o trabalho duro sempre compensa. Minha história é prova de que acreditar em si mesmo e contar com uma equipe dedicada faz toda a diferença.”
Com os olhos voltados para o futuro, Weverson já se prepara para competir no Campeonato Sul-Americano no próximo ano, no Chile. “Duas vitórias consecutivas são um marco, mas o objetivo é maior. Quero representar minha terra e quem acredita em mim no palco continental”, diz ele, com a determinação que o trouxe até aqui.
A cada competição, Weverson Oliveira não apenas se destaca, mas também inspira. Seja no Acre, em Cobija ou em qualquer lugar onde seu esforço o leve, ele mostra que sonhos se tornam realidade quando aliados à dedicação e apoio. E enquanto o próximo palco o espera, ele segue firme, carregando as bandeiras do Acre e de Cobija com orgulho e determinação.
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Acre
Acre participa de seminário amazônico e fortalece vigilância e estratégias de prevenção ao feminicídio
A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) participou do Seminário Amazônico sobre Vigilância Inteligente do Feminicídio, realizado no dia 6 de março, no Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), em Manaus. O evento reuniu pesquisadores, gestores públicos e representantes de instituições de diferentes estados da Amazônia Legal para discutir estratégias de monitoramento, análise de dados e fortalecimento das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência contra mulheres.
A programação incluiu conferências e mesas-redondas sobre a estimativa de feminicídios na Amazônia Ocidental, fatores de risco associados à violência de gênero e experiências de monitoramento e vigilância em diferentes estados brasileiros. Também foram apresentados projetos de pesquisa e iniciativas voltadas à produção de evidências e à construção de estratégias mais eficazes de prevenção e enfrentamento à violência contra mulheres.

Participantes acompanham apresentações e debates durante o Seminário Amazônico. Foto: Jhonatan Paiva/Sesacre
Representando a Sesacre, o coordenador estadual do Núcleo de Saúde do Homem, Jhonatan Paiva, participou das discussões levando a perspectiva do setor saúde no enfrentamento às violências. O núcleo também atua no debate sobre masculinidades e na construção de estratégias de prevenção voltadas aos homens, considerando fatores como o machismo estrutural e padrões de comportamento associados à violência de gênero. A participação no seminário também busca contribuir para a futura implantação de grupos reflexivos destinados a homens em situação de violência, iniciativa já adotada em outras regiões do país como ferramenta de prevenção.
“A saúde tem papel fundamental na identificação precoce de situações de violência, no acolhimento, na escuta qualificada, no cuidado integral das mulheres e também na notificação dos casos. Muitas vezes, os serviços de saúde são a primeira porta de entrada da rede de proteção, contribuindo para interromper ciclos de violência e prevenir desfechos mais graves, como o feminicídio”, afirmou.

De acordo com o coordenador, unidades básicas de saúde, serviços de urgência e hospitais frequentemente são os primeiros locais procurados por mulheres em situação de violência. Por isso, o preparo das equipes e a sensibilidade no acolhimento são determinantes para garantir não apenas o atendimento clínico, mas também o encaminhamento adequado aos demais serviços da rede de proteção.
Qualificação das informações
Outro ponto central discutido durante o seminário foi a importância de fortalecer os sistemas de vigilância e aprimorar a qualidade das notificações compulsórias de violência nos serviços de saúde.
Segundo Paiva, um dos desafios apontados pelos especialistas é a fragmentação dos bancos de dados e a baixa interoperabilidade entre diferentes sistemas de informação em saúde.
“Um dos pontos centrais discutidos no seminário foi justamente a fragmentação dos bancos de dados e a baixa interoperabilidade dos sistemas de informação em saúde, como o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e outros sistemas estratégicos. Essa fragmentação impacta diretamente a produção de informações qualificadas e a análise dos casos de violência”, explicou.
Para ele, o fortalecimento dessas bases de dados e a integração entre os sistemas são medidas essenciais para ampliar a capacidade de análise epidemiológica e subsidiar a formulação de políticas públicas mais efetivas.
Tecnologia e inteligência de dados
As discussões também abordaram o uso de ferramentas digitais para ampliar a capacidade de monitoramento da violência de gênero, incluindo tecnologias de análise de dados, inteligência artificial e geoprocessamento aplicados à vigilância em saúde.
Essas ferramentas, segundo os especialistas presentes no encontro, podem contribuir para qualificar a captura e a organização das informações, permitindo análises mais precisas sobre a ocorrência de violências e auxiliando na identificação de territórios e populações mais vulneráveis.

Para o Acre, as discussões realizadas durante o seminário representam uma oportunidade de avançar na estruturação de estratégias mais integradas de vigilância e análise do feminicídio, fortalecendo a produção de evidências e subsidiando o planejamento de ações e políticas públicas voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra mulheres.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Fonte: Conteúdo republicado de PREFEITURA RIO BRANCO

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