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Vírus no Facebook pode roubar contas bancárias
estadao.com.br
Cresce a circulação de um vírus no Facebook que tem potencial para roubar dados e limpar a conta bancária de usuários. É um cavalo de troia chamado Zeus/Zbot.
O malware já existe há seis anos, mas ressurgiu em 2013, especificamente em fevereiro. Na metade do mês de maio, apresentou um pico de usuários afetados nos Estados Unidos, segundo relatório da empresa de segurança Trend Micro citado em reportagem do blog de tecnologia do New York Times.
De acordo com a Trend Micro, existe uma tendência de antigos vírus voltarem à ativa repaginados, o que é o caso do Zeus no Facebook. No ano passado, por exemplo, esse vírus foi apontado como parte de um ataque que desviou cerca de US$ 800 milhões de contas de bancos na Europa, América Latina e Estados Unidos.
Além de dados bancários, o Zeus é programado para roubar qualquer tipo de identificação online de usuário, o que inclui dados pessoais.
Mensagens e links
O vírus é transmitido via mensagens de “phishing”. O termo em inglês significa “pescaria” e diz respeito a links ou mensagens falsas, geralmente de propaganda, que pedem que o usuário clique para visualizar vídeos ou produtos, segundo o Business Insider.
Quando a pessoa é “fisgada” pelo vírus, sua conta no Facebook encaminha, automaticamente, mensagens e links para os amigos na rede social, com o objetivo de infectar mais usuários.
O alerta: não clique em links que pareçam suspeitos, mesmo que a fonte seja um amigo próximo. Esse amigo pode ter sido infectado e ainda não ter percebido.
O Zeus fica “adormecido” no computador até que o usuário acesse uma conta bancária, por exemplo. Aí o malware entra em ação para roubar dados e senhas. O vírus tem potencial para atingir somente usuários de Windows.
Cuidados no Facebook
A página www.facebook.com/security reúne informações sobre segurança no Facebook. A empresa informa que “detecta ativamente vírus conhecidos nos dispositivos dos usuários para proporcionar a eles um processo de autorrecuperação que inclui o varredor de vírus Scan-E-Repair”.
A empresa indica aos usuários que relatem qualquer spam que encontrem na rede social. Para isso, uma setinha no canto superior direito dos posts na timeline mostra a opção “Denunciar história ou spam”. Além disso, o Facebook reforça que nunca pedirá número de cartão de crédito, identidade ou CPF.
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Morre Raul Jungmann, ex-ministro da Segurança

Igo Estrela/Metrópoles
Morreu, neste domingo (18/1), aos 77 anos, o ex-ministro da Segurança Pública Raul Jungmann.
Jungmann estava internado no hospital DF Star, na capital federal, e tratava um câncer no pâncreas.
Ministro da Defesa e da Segurança Pública no governo de Michel Temer (MDB), Raul Jungmann foi deputado federal por três mandatos por Pernambuco.
Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, esteve à frente dos ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias.
Natural de Recife (PE), ele também foi vereador.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Auditoria da CGU aponta irregularidades em emenda destinada por Jéssica Sales a ONG
Em nota, o Instituto Sapien negou prejuízo ao erário e afirmou que o convênio ainda está em execução, com possibilidade de ajustes e eventual devolução de recursos. As informações são do jornal O Globo.

A CGU destacou que a contratação de parente direto de dirigente para cargo de chefia, remunerado com recursos públicos, fere princípios constitucionais da administração pública. Foto: captada
Auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) identificou indícios de irregularidades na aplicação de recursos de uma emenda parlamentar destinada pela ex-deputada federal Jéssica Sales (MDB-AC) a uma organização não governamental responsável por executar um projeto de combate ao mosquito Aedes aegypti no Acre.
De acordo com o relatório, a ONG Instituto Sapien recebeu R$ 6,3 milhões em julho de 2024 para o projeto “Todos contra o Aedes aegypti”. Parte desses recursos, cerca de R$ 1,3 milhão, foi repassada a uma empresa subcontratada cuja coordenadora-geral era irmã do tesoureiro da própria entidade, situação apontada pelos auditores como conflito de interesses.
A CGU destacou que a contratação de parente direto de dirigente para cargo de chefia, remunerado com recursos públicos, fere princípios constitucionais da administração pública, como impessoalidade e moralidade. O órgão também identificou outros problemas na execução do convênio, incluindo pagamentos sem comprovação da realização dos serviços, o que teria resultado em um prejuízo estimado de R$ 521,9 mil.
O caso integra um conjunto mais amplo de investigações sobre o modelo que ficou conhecido como “emenda família”, no qual recursos de emendas parlamentares são direcionados a ONGs ligadas a familiares, assessores ou pessoas próximas de parlamentares. Auditorias apontaram práticas semelhantes envolvendo congressistas de diferentes partidos, tanto da base governista quanto da oposição.
Após a revelação do esquema, o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino determinou a proibição do repasse de emendas a entidades que tenham parentes de parlamentares ou assessores em seus quadros diretivos e administrativos, além de vedar a subcontratação de empresas ligadas a familiares de dirigentes dessas ONGs.
Em nota, o Instituto Sapien negou prejuízo ao erário e afirmou que o convênio ainda está em execução, com possibilidade de ajustes e eventual devolução de recursos. A entidade informou ainda que a coordenadora-geral citada no relatório foi desligada após o apontamento da CGU. Procurada, a ex-deputada Jéssica Sales não se manifestou.
Os repasses a ONGs alcançaram R$ 1,7 bilhão em 2025, segundo dados oficiais, tornando esse tipo de entidade o terceiro principal destino das emendas parlamentares no país. Para especialistas em controle e transparência, a prática de subcontratações envolvendo parentes dificulta o rastreamento do dinheiro público e fragiliza os mecanismos de fiscalização.
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Mega-Sena acumula para R$ 50 milhões; sorteio será na terça (20)
Último concurso, no sábado, pagou R$ 29.835,57 por cinco acertos
Sem apostadores que acertassem seis dezenas no concurso 2961, o prêmio da Mega-Sena acumulou na noite de sábado (17), segundo a Caixa Econômica Federal. O próximo concurso, na terça-feira (20), poderá pagar R$ 50 milhões.
Os números sorteados neste fim de semana foram 10, 13, 55, 56, 59 e 60.
Um total de 74 apostas conseguiu acertar cinco dezenas e levou o prêmio de R$ 29.835,57. Mais 4.863 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 748,36.
Novas apostas podem ser feitas até as 19h de terça-feira. Às 20h, ocorrerá o sorteio no Espaço da Sorte, em São Paulo.


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