Brasil
Vírus do Nilo Ocidental mata mais duas pessoas em Sevilha e alerta para nova doença
A província de Sevilha, no sul da Espanha, registrou mais duas mortes relacionadas ao vírus do Nilo Ocidental, o que aumenta o número de vítimas fatais para cinco na região desde o início do ano.
As novas mortes ocorreram em Coria del Río e Dos Hermanas, localidades próximas a Sevilha. As vítimas eram ambas idosas, com idades de 71 e 86 anos, respectivamente. As informações são do The Sun .
O Ministério Regional da Saúde e Famílias da Andaluzia informou que, ao todo, dez pessoas foram infectadas pelo vírus na província, das quais cinco não resistiram, três receberam alta hospitalar e outras duas permanecem em tratamento.
“Ela não tinha problemas de saúde subjacentes, estava saudável como poderia ser, ativa e com uma vida normal”, afirmou Antonio Pineda, filho de uma das vítimas, à mídia local.
O vírus do Nilo Ocidental é transmitido principalmente por picadas de mosquitos infectados. Embora a maioria das pessoas infectadas não apresente sintomas, cerca de 20% desenvolvem a febre do Nilo Ocidental, caracterizada por dores no corpo, vômitos e erupções cutâneas.
Em casos mais graves, a doença pode levar a complicações neurológicas, como convulsões, paralisia e até a morte, conforme alerta a Organização Mundial da Saúde ( OMS ).
A Europa, de acordo com o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC), está vivenciando um aumento significativo de infecções por doenças transmitidas por mosquitos, incluindo o vírus do Nilo Ocidental.
Em 2023, foram registrados 713 casos humanos em nove países europeus, resultando em 67 mortes. “A temporada de transmissão está bem encaminhada, e o número de casos na Grécia e na Espanha é superior ao dos anos anteriores”, disse um porta-voz do ECDC.
As autoridades de saúde europeias estão em alerta máximo, especialmente durante os meses de verão, quando os mosquitos estão mais ativos.
Com as mudanças climáticas contribuindo para a proliferação desses vetores em regiões anteriormente não afetadas, o risco de surtos de doenças como dengue, chikungunya e zika também cresce, o que amplia a preocupação com a saúde pública em todo o continente europeu.
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Fonte: Nacional
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Brasil
Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Brasil
Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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Brasil
PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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