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Vídeo mostra populares tentando “ressuscitar” criança que morreu afogada
Segundo informações, a vítima estava em uma embarcação às margens do Rio Purus
Após uma canoa afundar no Rio Purus, em Manoel Urbano, uma criança indígena do sexo feminino, de apenas dois anos, que estava na embarcação, foi achada morta por populares no fundo do afluente. O acidente trágico ocorreu no início da tarde desta quinta-feira (7) e foi confirmado pelo sargento de Sena Madureira, Carlos Queiroz.
De acordo com Queiroz, uma equipe de mergulhadores estava sendo enviada para o local no momento em que o corpo foi achado.
“A canoa afundou com ela dentro e depois um homem mergulhou e resgatou”, disse Cleber Lopes, familiar da vítima.
Em um vídeo enviado à reportagem do ContilNet, é possível ver o desespero dos moradores e familiares.
A menina foi encaminhada ao Hospital de Manoel Urbano, no entanto, os médicos não conseguiram reanimar a criança.
VEJA O VÍDEO:
https://youtu.be/AymSPVNY5Iw
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Criança de 9 anos é encontrada morta dentro de casa em Sena Madureira

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Motorista envolvido na morte de jovem em Mâncio Lima fugiu e sofreu novo acidente

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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.



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