Acre
Vídeo: manifestantes quebram protocolo e são vaiados ao participar de Desfile na Capital
A polícia não fez nenhum menção de tentar retirar os manifestantes, que inclusive entraram no desfile pela concentração
Na manhã desta quarta-feira (7), uma manifestação contra o Governo do presidente Michel Temer quebrou o protocolo e invadiu de forma pacífica o Desfile da Independência, no Centro de Rio Branco. A ação contou com o apoio do Governador petista, Sebastião Viana.
Os protestantes levaram faixas e cartazes com dizeres “Fora Temer”, “Golpistas” e outros bordões utilizados pelos apoiadores de Dilma.
De acordo com informações coletadas no local, a polícia não fez nenhum menção de tentar retirar os manifestantes, que inclusive entraram no desfile pela concentração juntamente com escolas e oficiais.

Faixa que abriu o desfile dos manifestantes teve desaprovação das pessoas que foram ver o desfile cívico /Foto: ContilNet
Ao passar pela avenida, a maior parte dos espectadores respondeu a manifestação com uma sonora vaia e gritos de “Fora Dilma”.
Tião Viana diz que manifestar é um direito democrático
O governador foi econômico ao dar sua visão sobre a manifestação, explicando que os atos acontecem em todo território brasileiro e são um direito democrático do cidadão, assim como a livre expressão. E de acordo com ele, o número de manifestantes a favor de Dilma Rousseff é muito maior que o de apoiadores de Temer.
“Faz parte, no Brasil inteiro está ocorrendo e aqui não seria diferente. Eu particularmente acho que só há independência quando há também democracia plena e não há covardia institucional”, finalizou.
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.

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