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Vereador diz que se filho dele fosse espancado, agressor teria missa de 7º dia
Os vereadores de Manaus estavam repercutindo o caso do adolescente agredido com pedaço de madeira e murros e Aldenor Lima disse que nada justifica a agressão

Vereador Aldenor Lima falou sobre agressão de adolescente com autismo em Manaus. Imagem: Reprodução/YouTube
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MANAUS – “Se fosse com meu filho Joaquim, eu queria ver se esse rapaz tinha coragem de fazer isso na minha frente. Hoje a gente ia estar rezando a missa de 7º dia dele”, disse o vereador Aldenor Lima (União Brasil) na tribuna da Câmara Municipal de Manaus, nesta segunda-feira (24), ao se pronunciar sobre adolescente autista agredido na última quinta-feira (20) na capital amazonense.
Aldenor Lima é casado com a deputada estadual Joana Darc (União Brasil) e o casal tem um filho chamado Joaquim que nasceu com uma alteração genética causada pela presença do cromossomo 21 extra, chamado de cromossomo do amor.
Os vereadores de Manaus estavam repercutindo o caso do adolescente agredido com pedaço de madeira e murros e Aldenor Lima disse que nada justifica a agressão. “Quando a gente ver que um adolescente é agredido por um criminoso simplesmente pelo fato de ele achar que foi ele [adolescente] quem chutou a porta da cada dele. E mesmo que fosse, não justificaria essa agressão porque ele premeditou, ele fez uma tocaia, fez uma emboscada para agredir esse adolescente”, disse o vereador.
“[…] Um ser humano que faz isso com uma pessoa que tem uma deficiência, ele não é um ser humano que mereça estar inserido na nossa sociedade, ele tem que estar recluso. E é nosso dever aqui [Câmara] deixar o Aldon [agressor] famoso. […] Eu terei maior prazer de mostrar esse criminoso todo dia para que ele tenha vergonha”, completou Aldenor Lima.
A mãe do adolescente agredido compareceu na Câmara Municipal nesta segunda-feira para assistir à sessão plenária.
Entenda o caso
Na última quinta-feira (20), um adolescente de 14 anos, que é autista, foi agredido com socos e pauladas por um homem na comunidade Colônia Terra Nova, na zona norte de Manaus.
Vídeos nas redes sociais mostram o momento em que o adolescente está passando pela rua e o homem o aborda e o agride. O adolescente, assustado, tenta se defender, mas é agarrado pelo homem que o puxa pela camisa. Ele voltava da escola para casa.
Confira a fala do vereador.
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Homem não paga programa e foge pela janela do 3° andar de prédio

Um homem fugiu pela janela de um apartamento no terceiro andar de um prédio residencial após uma discussão na noite de domingo (8/2) em Maringá (PR). O momento da “fuga” foi registrado em vídeo e repercutiu no condomínio do prédio e nas redes sociais.
Segundo informações apuradas pela reportagem do GMC Online, parceiro do Metrópoles, o rapaz teria contratado um programa, mas, no momento do pagamento, não tinha dinheiro para quitar o valor combinado. Diante da situação, houve discussão e gritaria no interior do apartamento, o que alertou moradores do condomínio.
Leia a reportagem completa e veja o vídeo em GMC Online.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Carlos após visitar Bolsonaro: "Não sei de onde o velho tira forças"

Após visitar o pai, Jair Bolsonaro, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) disse que o ex-presidente enfrentou uma noite difícil em razão de “condições crônicas de soluço”, que teriam persistido durante toda a madrugada desta quarta-feira (11/2). Bolsonaro encontra-se preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, também conhecido como Papudinha. “Não sei de onde o velho tira forças”, escreveu na rede social X.
Na publicação, Carlos demonstrou preocupação com o risco de broncoaspiração, mencionando a possibilidade de agravamento do estado de saúde do pai.
Carlos declarou que o pai está nessas condições há mais de seis meses. “Como filho, dói. Como brasileiro, inquieta. A sensação de impotência é grande, mas maior ainda é a convicção de que nenhum país se fortalece quando a covardia substitui o respeito às garantias constitucionais e à dignidade”, escreveu.
Ele também criticou as condições do ex-presidente no presídio. “A rotina imposta a ele e a outros presos políticos é desumana. Independentemente de posições ideológicas, o Brasil precisa reencontrar equilíbrio, serenidade e confiança nas instituições”, defendeu.
Por fim, o filho agradeceu pelas manifestações de apoio. “Eu sinceramente não sei de onde o velho tira forças. Mesmo diante das dificuldades, ele se mantém firme pelo que acredita e pelo Brasil que defende. Obrigado a todos pelas considerações e pelo carinho de sempre para com ele. Mais um dia que segue”, ressaltou.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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“Escala 6×1 pode provocar colapso econômico”, diz frente parlamentar

Em um manifesto divulgado nessa terça-feira (10/2), a Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ) do Congresso Nacional alerta que a PEC que propõe o fim da escala 6×1 pode provocar colapso econômico e social no Brasil.
O presidente da FPMAQ, deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP), diz: “Estamos diante de uma discussão extremamente sensível. Um projeto que, em tese, nasce com a intenção de melhorar a vida do trabalhador pode, na prática, gerar efeito oposto: fechamento de empresas, perda de empregos e aumento da informalidade. Não podemos tratar um tema dessa magnitude com populismo ou pressa eleitoral”.
Nesta semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), enviou o projeto da jornada 6×1, que estava parado, para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Casa, para dar início à tramitação do texto.
Motta também afirmou que a proposta está entre as principais prioridades da Câmara para este ano e que a PEC deve ser votada até maio, no plenário da Casa.
A proposta, de autoria de Erika Hilton (PSol-SP), sugere a redução da jornada máxima para 36 horas semanais, distribuídas em quatro dias de trabalho. Atualmente, a Constituição fixa o limite em 44 horas semanais, sem definir a divisão por dias.
Além disso, antes de enviar o texto, o dirigente da Casa apensou uma outra proposta, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), ao texto.
Resistência
A proposta enfrenta resistência de parlamentares da oposição ao governo no Congresso Nacional. O principal argumento é o de que a proposta pode prejudicar empresários.
A tramitação do projeto também é vista como um gesto de Motta ao governo e pode beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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