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Verdadeiro: queda brusca de temperatura pode causar resfriado

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Nesta época do ano, é comum que Sudeste enfrente variações abruptas de temperaturas
Rovena Rosa / Agência Brasil

Especialista alerta que a chegada repentina de dias mais frios impede que o sistema imunológico se adapte à mudança

Há diversas crenças populares que atribuem às quedas bruscas de temperatura a responsabilidade pelo aumento dos quadros de resfriado. O pneumologista José Pereira Rodrigues, da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, coloca um ponto final nesta dúvida e explica que, sim, as ondas inesperadas de frio podem estar ligadas ao resfriado.

“Quando estamos expostos a uma mudança brusca da temperatura, uma queda e em um intervalo rápido [de tempo], o nosso organismo não tem tempo para se adaptar a essa mudança, e toda vez que existe uma exposição ao frio, existe uma queda de imunidade”, informa Pereira.

O pneumologista diz que as mudanças repentinas de temperatura afetam o sistema imunológico e nos deixam mais suscetíveis a uma infecção, já que alguns vírus respiratórios circulam principalmente em épocas de frio.

“Determinados tipos de vírus têm uma temperatura ideal para a replicação. Então, a baixa temperatura favorece a replicação desses vírus. Se falarmos do inverno, principalmente no Sudeste, onde existe baixa temperatura e a questão da estiagem – umidade relativa do ar mais baixa e a liberação de aerossóis – há uma situação favorável à dissipação dos vírus respiratórios e uma maior chance de infecção”, relata Rodrigues.

Vale ressaltar que o resfriado é caracterizado, de acordo com o Manual MSD de Diagnóstico e Tratamento, por uma faringite (dor ou irritação na garganta) inicial, seguida de espirros, rinorreia, obstrução nasal e mal-estar.

“O resfriado, essa coriza que vem com certa frequência, podemos ter mais de dez vezes no ano, e tem vírus específicos que podem se manifestar exclusivamente como um resfriado, por exemplo, o rinovírus, um dos mais incidentes”, observa o pneumologista.

Os grupos mais suscetíveis aos quadros de resfriados nas quedas bruscas de temperatura são as pessoas que estão com a imunidade mais baixa, por exemplo, as crianças, que ainda não estão com o sistema imunológico formado, e os idosos, pois quanto maior a idade dos indivíduos, menor é a imunidade.

Estão inclusos nesse grupo também, segundo Rodrigues, pessoas que convivem com alguma doença respiratória.

“Os pacientes que têm alguma doença respiratória, como bronquite, têm brônquios mais inflamados e suscetíveis a infecção. Quando há mudanças bruscas do clima, quando chega o inverno, é muito comum os asmáticos, por exemplo, passarem pelo pronto-socorro com o peito chiando”, relata Pereira.

As formas de evitar essa situação são, por exemplo, permanecer bem-agasalhado e evitar contato com pessoas doentes, pois os vírus respiratórios são transmitidos, geralmente, pela tosse e fala.

“Sempre manter práticas de boa saúde. Na medida do possível, tentar se alimentar bem, dormir bem, fazer atividade física, evitar estresse, tentar levar a vida o mais saudável possível, para que a nossa imunidade esteja boa o suficiente para combater o vírus, evitar que a gente se infecte, e no caso, se estivermos infectados, para que a nossa recuperação seja o mais rápido possível”, finaliza o médico.

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Morre Raul Jungmann, ex-ministro da Segurança

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Raul Jungmann

Igo Estrela/Metrópoles

Morreu, neste domingo (18/1), aos 77 anos, o ex-ministro da Segurança Pública Raul Jungmann.

Jungmann estava internado no hospital DF Star, na capital federal, e tratava um câncer no pâncreas.

Ministro da Defesa e da Segurança Pública no governo de Michel Temer (MDB), Raul Jungmann foi deputado federal por três mandatos por Pernambuco.

Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, esteve à frente dos ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias.

Natural de Recife (PE), ele também foi vereador.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Auditoria da CGU aponta irregularidades em emenda destinada por Jéssica Sales a ONG

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Em nota, o Instituto Sapien negou prejuízo ao erário e afirmou que o convênio ainda está em execução, com possibilidade de ajustes e eventual devolução de recursos. As informações são do jornal O Globo.

A CGU destacou que a contratação de parente direto de dirigente para cargo de chefia, remunerado com recursos públicos, fere princípios constitucionais da administração pública. Foto: captada 

Auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) identificou indícios de irregularidades na aplicação de recursos de uma emenda parlamentar destinada pela ex-deputada federal Jéssica Sales (MDB-AC) a uma organização não governamental responsável por executar um projeto de combate ao mosquito Aedes aegypti no Acre.

De acordo com o relatório, a ONG Instituto Sapien recebeu R$ 6,3 milhões em julho de 2024 para o projeto “Todos contra o Aedes aegypti”. Parte desses recursos, cerca de R$ 1,3 milhão, foi repassada a uma empresa subcontratada cuja coordenadora-geral era irmã do tesoureiro da própria entidade, situação apontada pelos auditores como conflito de interesses.

A CGU destacou que a contratação de parente direto de dirigente para cargo de chefia, remunerado com recursos públicos, fere princípios constitucionais da administração pública, como impessoalidade e moralidade. O órgão também identificou outros problemas na execução do convênio, incluindo pagamentos sem comprovação da realização dos serviços, o que teria resultado em um prejuízo estimado de R$ 521,9 mil.

O caso integra um conjunto mais amplo de investigações sobre o modelo que ficou conhecido como “emenda família”, no qual recursos de emendas parlamentares são direcionados a ONGs ligadas a familiares, assessores ou pessoas próximas de parlamentares. Auditorias apontaram práticas semelhantes envolvendo congressistas de diferentes partidos, tanto da base governista quanto da oposição.

Após a revelação do esquema, o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino determinou a proibição do repasse de emendas a entidades que tenham parentes de parlamentares ou assessores em seus quadros diretivos e administrativos, além de vedar a subcontratação de empresas ligadas a familiares de dirigentes dessas ONGs.

Em nota, o Instituto Sapien negou prejuízo ao erário e afirmou que o convênio ainda está em execução, com possibilidade de ajustes e eventual devolução de recursos. A entidade informou ainda que a coordenadora-geral citada no relatório foi desligada após o apontamento da CGU. Procurada, a ex-deputada Jéssica Sales não se manifestou.

Os repasses a ONGs alcançaram R$ 1,7 bilhão em 2025, segundo dados oficiais, tornando esse tipo de entidade o terceiro principal destino das emendas parlamentares no país. Para especialistas em controle e transparência, a prática de subcontratações envolvendo parentes dificulta o rastreamento do dinheiro público e fragiliza os mecanismos de fiscalização.

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Mega-Sena acumula para R$ 50 milhões; sorteio será na terça (20)

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© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Último concurso, no sábado, pagou R$ 29.835,57 por cinco acertos

Sem apostadores que acertassem seis dezenas no concurso 2961, o prêmio da Mega-Sena acumulou na noite de sábado (17), segundo a Caixa Econômica Federal. O próximo concurso, na terça-feira (20), poderá pagar R$ 50 milhões.

Os números sorteados neste fim de semana foram 10, 13, 55, 56, 59 e 60.

Um total de 74 apostas conseguiu acertar cinco dezenas e levou o prêmio de R$ 29.835,57. Mais 4.863 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 748,36.

Novas apostas podem ser feitas até as 19h de terça-feira. Às 20h, ocorrerá o sorteio no Espaço da Sorte, em São Paulo.

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