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Veja nomes: Membros de facção criminosa são condenados a mais de 200 anos de prisão
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) obteve a condenação de sete integrantes de facção criminosa perante a 2 ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco em julgamento que durou três dias, tendo sido encerrado nesta quarta-feira, 10. Somadas, as penas ultrapassam os 200 anos de prisão.
Geovani de Souza Lima, Maicon da Silva Nascimento, Maria Cegobe Ferreira, Felipe dos Santos, Felipe Brito do Nascimento, Willy Duarte Gois e Patrícia Barbosa de Souza foram condenados por manter em cárcere privado, torturar e matar uma jovem de 19 anos que seria integrante de uma facção rival.
Os réus também responderam por ocultação de cadáver e por integrarem organização criminosa.
Os crimes ocorreram em outubro de 2017 e foram motivados por suspeita de que a vítima teria tido participação no assassinato de um membro da facção. Segundo o Ministério Público, o grupo colocou em prática o plano de capturar, interrogar, julgar e sentenciar os responsáveis pela morte de Luiz Leandro Castro Araújo, ocorrida no mês anterior.
Para isso, utilizaram um menor para atrair a vítima por meio de uma rede social para uma residência no bairro Belo Jardim, de onde foi levada para o conjunto Cidade do Povo, locais em que foi mantida em cárcere privado por dias, tendo sido submetida a grave ameaça e sofrimento mental e moral para que fornecesse informações ou confessasse o crime.
O assassinato
A jovem foi levada para outro local, próximo a um igarapé, onde foi morta a golpes de faca desferidos por dois dos réus. Para o MPAC, os atos criminosos foram motivados por torpeza, utilizando-se meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
Após o crime, os réus divulgaram fotos nas redes sociais com a intenção de demonstrar o que são capazes de fazer com seus rivais.
Em seguida, por orientação do grupo, um menor enterrou o cadáver. Na denúncia o Ministério Público sustentou que, mesmo que não tenham praticado os atos de execução os réus sabiam que o destino da vítima seria a morte, como também concordavam com a destinação que seria dada a corpo, que só foi encontrado em janeiro de 2018.
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Escritório da esposa de Moraes defende Master em caso enviado ao STF

Hugo Barreto/Metrópoles
O escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), defende o Banco Master em um processo da 5ª Vara Criminal Federal de São Paulo encaminhado ao ministro Dias Toffoli.
Conforme mostrou o Metrópoles, o processo trata de denúncia contra o empresário Nelson Tanure no contexto da aquisição da Upcon Incorporadora S/A pela Gafisa, entre 2019 e 2020. A acusação é de que o empresário teria praticado “insider trading” — negociação com informações privilegiadas — na operação.
Em despacho da instância de SP que remeteu o caso ao STF de 19 de janeiro, o Banco Master, liquidado por decisão do Banco Central e controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, aparece como parte interessada no processo, representado por Viviane e pelos filhos do ministro, Alexandre Barci de Moraes e Giuliana Barci de Moraes, além de outros advogados do escritório.
Embora o Banco Master apareça como interessado no processo, ele não é investigado no inquérito.
A remessa do caso ao STF ocorreu a pedido da defesa de Tanure. Isso porque, ao oferecer a denúncia, o Ministério Público Federal (MPF) citou o Banco Master, o que, por obrigação processual, levou à abertura de apuração para eventual conexão probatória.
Processo
Além disso, após a deflagração da segunda fase da Operação Compliance Zero, a juíza responsável pelo caso em São Paulo declarou-se incompetente para julgar os fatos, justamente em razão da conexão com o Banco Master e da Reclamação nº 88.121, relatada por Toffoli no STF.
À época da denúncia do MPF, a defesa de Tanure afirmou que “a Comissão de Valores Mobiliários não apontou até hoje nenhuma ilicitude na assinalada operação” e que a aquisição da Upcon, realizada entre 2019 e 2020, “foi amplamente debatida na Gafisa S/A, com a publicação de fatos relevantes antes e depois do fechamento do negócio”, além de ter sido aprovada pela maioria dos acionistas da construtora, que não foi incluída na acusação.
No âmbito da Operação Compliance Zero, que apura supostas fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, o empresário Nelson Tanure é tratado pelos investigadores como “sócio oculto” da instituição financeira fundada por Daniel Vorcaro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Justiça condena TAP em R$ 60 mil por barrar cão de serviço em voo

Michael Melo/Metrópoles
A Justiça do Rio de Janeiro determinou que a companhia aérea TAP indenize em R$ 60 mil uma família após impedir que uma criança, de 12 anos, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) viajasse acompanhada de seu cão de serviço em um voo internacional para a Europa.A decisão foi diulgada pela 5ª Vara Cível da Comarca de Niterói nessa quarta-feira (21/1).
O caso ocorreu em maio de 2025, quando a família decidiu viajar junto com o cachorro Teddy, que é treinado e certificado para acompanhar a menor. O animal foi impedido de embarcar em três ocasiões, mesmo após a família apresentar toda a documentação exigida para embarque.
Entre os argumentos, a empresa alegou que a documentação do animal não seria aceita no país de destino, Portugal. A situação só foi resolvida semanas depois, quando o cão conseguiu embarcar acompanhado por um treinador credenciado, .
Conforme laudos médicos anexados ao processo, a ausência do cão resultou em agravamento do quadro emocional da criança, com alterações de comportamento e dificuldades alimentares.
“Merece registro a gravidade específica do ilícito. A autora, criança com TEA, depende do cão de serviço não apenas como ‘companhia’, mas como tecnologia assistiva para mitigação de crises sensoriais, regulação emocional e facilitação da interação com o ambiente. A separação abrupta, no contexto estressante de um deslocamento aéreo internacional, potencializa sofrimento e desorganização funcional com intensidade muito superior à experimentada pelo passageiro médio”, destacou o juiz Alberto Republicano de Macedo, na decisão.
O espaço está aberto para manifestação da TAP. Em caso de respostas, a reportagem será atualizada.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Nikolas relata "pé deformado" e dores em meio a caminhada de 230 km

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se queixou de dores nos pés em meio a uma caminhada de cerca de 230 km, em um ato de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e demais acusados pelos atos antidemocráticos de 8 de Janeiro de 2023. Acompanhado de apoiadores e aliados, o parlamentar saiu da cidade de Paracatu, no interior de Minas Gerais, na última segunda-feira (19/1), em direção a Brasília (DF), onde deve chegar domingo (25/1).
Nesta quinta-feira (22/1), o grupo que realiza a “Caminhada da Liberdade” saiu de um posto de gasolina de Cristalina (GO), distante cerca de 130 km de Brasília, por volta das 9h40. O grupo segue em direção a Luziânia, em uma caminhada de cerca de 40km. Na ocasião, o deputado falou com a imprensa.
“Minha saúde está de boa, meu pé que realmente, sempre no final, chega um pouco deformado do que o original, algumas dores no joelho, mas a dor de não fazer nada seria muito maior”, disse Nikolas Ferreira.
A caminhada de Nikolas
Nikolas partiu da cidade de Paracatu (MG) em direção a Brasília na segunda-feira (18/1). A previsão dele é concluir o percurso de 230 quilômetros no domingo (25/1) com a realização de um ato na capital federal.
O deputado intitulou o percurso de “caminhada pela liberdade e justiça”. O ato, segundo ele, seria em protesto pelas “prisões injustas” de 8 de janeiro e pelo que considera “perseguição” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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