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“Vamos fazer grandes investimentos e obras no Segundo Distrito”, diz Marcus Alexandre ao anunciar Barral Y Barral, Terminal Urbano e área de lazer na região

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Nesta quinta-feira, 22, o candidato a prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre (MDB), cumpriu uma intensa agenda no Segundo Distrito da cidade, passando pelos bairros Vila Acre, Bom Jesus e Vila da Amizade. Durante a manhã, ele tomou café no lanche “Deus é Fiel”, ponto tradicional às margens da rodovia, próximo ao Parque Chico Mendes, e conversou com moradores, ouviu demandas e reafirmou seu compromisso com a região.

Mauricélia Neri da Silva, a Dona Célia, proprietária do lanche onde Marcus Alexandre parou para um café, emocionou-se ao falar sobre o apoio que recebeu do emedebista no início de sua jornada como empreendedora. “Eu conheço o Marcus desde que eu comecei esse trabalho. Aliás, ele foi lá em casa e me deu esse apoio. Veio até mim, perguntou se era aqui que eu queria trabalhar e eu disse que sim”, relembra. “Foi ele que me ajudou. Na época ele trabalhava no Deracre. E ele veio e me deu essa força. Acreditou em mim e eu acreditei nele. Ele foi lá em casa e veio comigo e perguntou se era aí que eu queria ficar. Falei que sim, e graças a Deus que deu certo, estou aqui. Faz 15 anos. De vez em quando ele aparece pra tomar um cafezinho, ele não pode esquecer desse café”, contou.

Durante a visita, Marcus Alexandre reafirmou que o Segundo Distrito será uma prioridade em sua gestão. “Aqui no Segundo Distrito nós tivemos grandes investimentos quando eu era prefeito, principalmente aqui nos loteamentos. A parceria que tivemos na época permitiu que a gente fizesse investimentos no loteamento Farhat, Santa Helena, Major Mendonça, Sol Nascente, Benfica, Vila Benfica, grande parte do Bom Jesus, Vila Acre, Vila da Amizade. Foram investimentos em ruas e saneamento”, destacou.

Novo Barral y Barral, terminal de integração e área de lazer e de esporte estão entre os projetos para o Segundo Distrito

Entre os principais projetos que o candidato pretende implementar na região estão a construção de um terminal urbano próximo à rotatória da Corrente, que facilitará o transporte dos moradores do Segundo Distrito para o Primeiro Distrito, principalmente para as pessoas que precisam ir para a Fundação Hospitalar, sem a necessidade de passar pelo centro da cidade. Além disso, Marcus Alexandre anunciou a construção de uma nova policlínica no modelo Barral y Barral, com estrutura ampliada, incluindo um centro cirúrgico e atendimento em especialidades médicas. “Vamos ter um Barral y Barral no Segundo Distrito, daquele tamanho ou até maior que o que já existe”, afirmou.

Marcus também mencionou planos para criar uma grande área de lazer no campo da Embrapa, com pista de caminhada, quadras esportivas e campos de futebol, além de concluir obras paralisadas, como a escola infantil na Vila Acre, e construir uma nova unidade entre os bairros Belo Jardim 1 e 2. De acordo com o emedebista, esta região da cidade receberá a devida atenção em sua gestão, com foco no compromisso e no trabalho para melhorar a vida dos moradores.

Outro depoimento marcante veio de Euzian da Silva, o popular Doquinha, presidente do bairro Vila da Amizade há 20 anos. Ele não escondeu sua admiração por Marcus Alexandre e o impacto das benfeitorias que Marcus Alexandre já trouxe para o bairro. “Falar do Marcus é olhar pro meu bairro. Marcus foi o cara que começou o trabalho que você vê aí. Quem fez isso aqui, tudo foi o Marcus, o Marcus lutou! Àquela praça, a quadra, a academia, foi tudo do tempo do Marcus. Mas tudo que você vê dentro do meu bairro, foi Marcus Alexandre: calçada, água, tudo é o Marcus. As ruas, por exemplo. Tudo, tudo, dezesseis ruas. Aqui no bairro Vila da Amizade”, disse Doquinha, que finalizou com uma declaração de apoio: “Eu sou grato a ele e o meu povo também. Nós estamos juntos, é 15.”

Além das visitas pela manhã, Marcus Alexandre inaugurou duas “Casas 15”, uma na Vila da Amizade e outra no Bom Jesus, que servirão como pontos de apoio de sua campanha. Ainda nesta quinta-feira, ele tem encontros agendados com mototaxistas no bairro João Paulo, com moradores do Ramal do Canil, e participará do lançamento da candidatura do vereador Célio Gadelha (MDB).

 

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Homem é condenado a mais de 7 anos por roubo de celular dentro de cemitério em Rio Branco

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Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, já tinha outras condenações e praticou o crime usando tornozeleira eletrônica; juiz nega liberdade para recorrer

Lelândio Lopes e um comparsa, ainda não identificado, invadiram o cemitério, no início da tarde do dia 10 de novembro do ano passado. Foto: captada 

Pela terceira vez, Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, foi condenado pela Justiça do Acre — agora por roubar o celular de um funcionário do Cemitério São João Batista, em Rio Branco, em novembro do ano passado. O juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da capital julgou procedente a denúncia do Ministério Público e aplicou pena de 7 anos, 4 meses e 16 dias de reclusão em regime semiaberto.

O crime ocorreu no início da tarde do dia 10 de novembro, quando Lelândio e um comparsa ainda não identificado invadiram o cemitério, renderam um funcionário que trabalhava em uma obra e levaram o aparelho celular. As imagens de câmeras de segurança mostraram a ação e a fuga dos criminosos, perseguidos pela vítima.

Investigadores da Delegacia de Crimes de Roubo e Extorsão (DCORE) identificaram Lelândio por meio das gravações e constataram que ele usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. Dados do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) confirmaram sua presença no local, e a vítima o reconheceu na sede da polícia.

O réu não poderá recorrer em liberdade, pois cometeu o delito enquanto cumpria pena por outro crime.

Veja vídeo:

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Homem de 51 anos é morto a faca em comunidade ribeirinha de Porto Walter

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Raimundo Nonato foi atingido após discussão; acesso difícil ao local atrasa chegada da polícia

Ainda conforme os primeiros levantamentos, tanto a vítima quanto o suspeito são moradores da sede do município de Porto Walter e não residiam na comunidade onde o homicídio foi registrado. Foto: captada 

Um homicídio foi registrado na Comunidade Anorato, localizada às margens do Rio Cruzeiro do Vale, na zona rural de Porto Walter, no interior do Acre. A vítima foi identificada como Raimundo Nonato, de 51 anos, que morreu após ser atingido por um golpe de faca.

Segundo informações preliminares, o crime ocorreu após um desentendimento entre Raimundo e o agressor. Relatos indicam que a vítima consumia bebida alcoólica no momento, o que pode ter contribuído para a discussão. Tanto Raimundo quanto o suspeito são moradores da sede de Porto Walter e não residiam na comunidade ribeirinha.

A polícia foi acionada, mas o difícil acesso à região, agravado pelo baixo nível do rio, tem atrasado o deslocamento das equipes. A expectativa é que os policiais retornem à sede do município apenas na manhã desta terça-feira (11) para prosseguir com as investigações.

Relatos iniciais apontam que Raimundo Nonato consumia bebida alcoólica no momento do ocorrido, o que pode ter contribuído para o início da discussão, embora as circunstâncias ainda estejam sob apuração. Foto: ilustrativa

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Ministério da Justiça regulamenta indicador nacional e evidencia eficiência da Polícia Civil do Acre em crimes contra a vida

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O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente

Portaria do MJ fortalece reconhecimento da eficiência da Polícia Civil do Acre na elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: Saac Amorim/MJSP

A Polícia Civil do Acre (PCAC) passa a contar com um importante reconhecimento nacional na mensuração de sua eficiência investigativa com a publicação da Portaria MJSP nº 1.145, de 9 de fevereiro de 2026, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A norma uniformiza, em todo o Brasil, os critérios para cálculo dos índices de elucidação de homicídios e feminicídios, estabelecendo parâmetros objetivos e comparáveis entre os estados.

A nova regulamentação define que um crime será considerado elucidado quando o inquérito policial for relatado e encaminhado ao Judiciário ou ao Ministério Público com autoria e materialidade identificadas, ou ainda quando houver conclusão pela inexistência de crime, reconhecimento de excludentes legais ou extinção da punibilidade, exceto nos casos de prescrição. Também foram criados o Índice Nacional de Elucidação de Homicídios (INEH) e o Índice Nacional de Elucidação de Feminicídios (INEF), que passam a medir oficialmente o desempenho das polícias civis em todo o país.

O avanço é resultado de amplo debate no âmbito do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC) e contou com atuação direta do Comitê Nacional dos Diretores de Departamento de Homicídios (CNDH), presidido pelo delegado de Polícia Civil do Acre, Alcino Sousa Júnior, titular da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Ele esteve à frente da construção técnica da proposta e da interlocução com o Ministério da Justiça para a consolidação do novo modelo.

Para Alcino, a portaria representa um divisor de águas na segurança pública brasileira. “Trata-se de um marco para o Brasil. Pela primeira vez, temos um indicador oficial, pactuado e tecnicamente estruturado, capaz de mensurar com maior fidelidade a capacidade investigativa das Polícias Civis na elucidação de homicídios e feminicídios, com critérios claros e dados mais confiáveis”, destacou o delegado.

O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente. “Essa regulamentação pelo Ministério da Justiça é uma conquista histórica. Sempre defendemos que a investigação policial precisa ser medida com critérios técnicos e realistas, e agora temos uma ferramenta que demonstra, de fato, a eficiência da Polícia Civil acreana na resolução dos crimes contra a vida, especialmente homicídios e feminicídios”, afirmou.

Segundo Maciel, o novo modelo corrige distorções antigas, já que antes os indicadores extraoficiais consideravam apenas as denúncias oferecidas pelo Ministério Público, deixando de fora casos com autoria atribuída a adolescentes ou situações amparadas por excludentes legais. “Hoje, a sociedade passa a enxergar com mais clareza o trabalho investigativo que é feito diariamente pelos nossos policiais civis, muitas vezes em condições adversas, mas com resultados concretos”, completou.

Com a padronização nacional e a integração dos dados ao Sinesp, a expectativa é que a nova metodologia fortaleça a gestão por evidências, permita diagnósticos mais precisos sobre o desempenho investigativo e subsidie políticas públicas mais eficientes, consolidando o papel da Polícia Civil do Acre como referência na apuração de crimes contra a vida.

Delegado Alcino Sousa Júnior (gravata vermelha), presidente do CNDH e titular da DHPP do Acre, teve papel central na construção da nova métrica nacional de elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: cedida

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