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Vai à Câmara projeto de fim de fiança para crimes relacionados à pedofilia

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O relatório ainda prevê que crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro passem a integrar o rol dos crimes hediondos

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou, em decisão terminativa, o relatório do senador Marcio Bittar (União-AC) ao Projeto de Lei nº 5.490/2023. Foto: captada 

Fonte: Agência Senado

O projeto de lei do senador Carlos Viana (Podemos-MG) que acaba com a fiança para crimes relacionados à pedofilia (PL 5.490/2023) foi aprovado nesta quarta-feira (27) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A proposta recebeu parecer favorável do senador Marcio Bittar (PL-AC). A próxima etapa na tramitação dessa matéria é a sua análise na Câmara dos Deputados.

O texto torna inafiançáveis crimes relacionados à pedofilia, como corrupção de menores, exploração sexual infantil e divulgação de cenas de estupro contra vulneráveis. Também inclui no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) os crimes de pornografia infantil como inafiançáveis.

A proposta também enfatiza a necessidade de combater a exploração sexual e a prática de atos de lascívia envolvendo crianças e adolescentes no ambiente virtual, cenário em que criminosos se aproveitam do anonimato e do alcance das redes para aliciar e abusar de vítimas em idade vulnerável.

Além disso, emendas incorporadas por Bittar ampliam a regra para delitos graves de trânsito, como mortes em “rachas” e homicídio culposo cometido por motoristas embriagados. O relatório ainda prevê que crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro passem a integrar o rol dos crimes hediondos.

Segundo Bittar, a aprovação é uma resposta firme contra a impunidade: “Quem comete crimes covardes contra crianças ou contra o patrimônio público não pode ter liberdade até o julgamento”.

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Citado na CPMI do INSS deve seguir como vice-líder do governo Lula

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Davi Alcolumbre, adia, a pedido Weverton Rocha a votação do Projeto de Lei Complementar PLP 192:2023, que unifica em oito anos o prazo de inelegibilidade de políticos condenados com base na lei Ficha Limpa 4

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O senador Weverton Rocha (PDT-MA) deve continuar na vice-liderança do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado, ainda que esteja na mira da oposição e da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por causa da operação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões.

Segundo fontes da PF, Weverton foi alvo de um mandado de busca e apreensão.

Como o Metrópoles revelou na coluna Tácio Lorran, o senador teria ligações com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, com quem compartilhou o uso de um jatinho. A oposição pressiona para que Weverton preste oitiva à CPMI do INSS. O senador, eleito pelo PDT, nega as acusações.

O esquema bilionário de descontos indevidos foi revelado pelo Metrópolesem uma série de reportagens.

“Caso Messias”

O senador maranhense é relator e trabalha para pavimentar o caminho do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, para emplacá-lo em uma cadeira para o Supremo Tribunal Federal (STF).

Conforme mostrou o Metrópoles, líderes próximos ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), relataram à reportagem que as conversas estão em andamento. O senador ainda está no Amapá, e a previsão de volta é na semana que antecede a volta dos trabalhos no Congresso.

A indicação de Lula para a cadeira na Suprema Corte causou uma rusga com o Senado, que defendia o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou a jornalistas em cerimônia que marcou os três anos dos atos democráticos do 8 de Janeiro, que ainda não há acordo para angariar os votos de Messias à Suprema Corte, mas que tem confiança que seu nome passará.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Primo ajuda e PRF resgata casal de jovens sequestrado em rodovia

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Carro sequestrado em área de matagal no Maranhão - Metrópoles

Reprodução PRF

Logo após sair de um restaurante às margens da  BR-135 , em São Luís, capital do Maranhão, um casal foi abordado por três assaltantes armados e os dois foram sequestrados, por volta das 13h30. O rapaz e a jovem, ambos com 23 anos, foram obrigados a dirigir até um matagal, na altura do km 12.

No local, os bandidos disseram que os liberariam se eles desbloqueassem os celulares, acessassem aplicativos bancários e realizassem transferências de dinheiro. O que o trio não contava era que um primo do rapaz sequestrado acompanhava a movimentação do veículo por um rastreador e acionou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) pedindo ajuda.

Segundo a PRF, com a localização, as equipes puderam se deslocar rapidamente para o ponto indicado e visualizaram a caminhonete, com os três assaltantes nos bancos da frente. De acordo com a corporação, trata-se de uma região de matagal de difícil acesso, próximo ao restaurante.

Dois deles, porém, conseguiram fugir em direção à mata fechada no momento em que receberam voz de prisão, mas não conseguiram que as vítimas fizesse a transferência de dinheiro. O único capturado tem 18 anos.

À PRF, o homem disse que não conhece os dois fugitivos e que havia sido chamado por para sair sem saber o destino, e que apenas os acompanhou no roubo que realizariam. As armas usadas no crime não foram encontradas e podem ter sido levadas pelos suspeitos que fugiram.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Mario Frias critica Wagner Moura por críticas a Bolsonaro: "Não passa de um frango"

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Foto colorida de Mario Frias sério usando óculos - Metrópoles

Reprodução

O deputado federal Mario Frias (PL-SP), criticou, nesta segunda-feira (12/1), o ator Wagner Moura por chamar ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de fascista após ganhar, nesse domingo (11/1), o Globo de Ouro 2026 na categoria melhor ator de drama por seu trabalho no filme O Agente Secreto. “Não passa de um frango travestido de virtude”, alfinetou Frias em publicação no X.

Na postagem, o ex-secretário especial de Cultura no governo Bolsonaro, acusa Wagner Moura de apoiar ditaduras e de usar o nome do Brasil no exterior “apenas para autopromoção”. Frias adicionou que o ator ignora a ” existência de presos políticos morrendo na cadeia por crimes que sequer existem na Constituição”, se referindo a Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e 3 meses por liderar trama golpista.

Esse sujeito posa de defensor da democracia enquanto apoia ditaduras como as de Maduro, Chávez e Lula, além de políticos que flertam abertamente com autoritarismo. Discursa contra o fascismo, mas se cala diante do fato de que é sustentado por um Estado corrupto e violento, que… pic.twitter.com/35hEv2s2OI

— MarioFrias (@mfriasoficial) January 12, 2026

“Crítica à censura, mas vive confortavelmente nos Estados Unidos, usufruindo das liberdades do capitalismo que despreza, enquanto tenta importar ao próprio povo um “caviar do comunismo” que jamais aceitaria para si”, afirma o deputado.

Mário Frias finaliza afirmando que Moura não passa de um “frango travestido de virtude: alguém que confunde caráter com desempenho moral e transforma discurso político em negócio lucrativo”.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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