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UOL repercute luta de Alan Rick em defesa dos médicos brasileiros formados no exterior

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O deputado federal Alan Rick (DEM) tem sido um dos principais defensores, no Congresso Nacional, do direito dos médicos brasileiros formados no exterior de exercer a profissão no país através do Programa Mais Médicos ou pela realização semestral da prova de revalidação de diplomas, o Revalida.

Na manhã desta quarta-feira, 08, o site do UOL, ligado à Folha de São Paulo, destacou essa luta em matéria que trata da intransigência do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em permitir que estes profissionais atuem no combate ao Coronavírus no país.

A matéria deixa claro que “o governo federal desrespeitou a legislação do programa Mais Médicos e deixou de convocar milhares de profissionais na luta contra a pandemia de covid-19″, uma vez que os médicos brasileiros formados no exterior que, mesmo sem o registro profissional do país (CRM), estão em segundo lugar na ordem de chamada para participar do Mais Médicos. O Ministério da Saúde, porém, tem edital aberto apenas para os médicos cubanos (classificados como intercambistas), a terceira opção, de acordo com a legislação.”

Outro destaque da matéria refere-se à decisão da Justiça Federal do Rio Grande do Sul que, na segunda-feira (6), determinou que o Ministério da Saúde tem que abrir edital do Programa Mais Médicos para os brasileiros formados no exterior. “O governo está ferindo a lei por conta do corporativismo do ministro Mandetta, que é absolutamente ligado ao Conselho Federal de Medicina (CFM)”, reclama o deputado acreano que é presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Médicos Formados no Exterior e da Revalidação.

REVALIDA

Na mesma matéria, Alan Rick trata da questão do Lei do Revalida, lembrando que o projeto para a realização de um novo exame, aprovado em novembro de 2019 pelo Congresso Nacional, propunha que as melhores universidades do Brasil, públicas e também privadas, ficassem encarregas de aplicar a prova. “O texto foi aprovado por unanimidade na Câmara e no Senado. Poucos dias depois, o ministro Mandetta, junto com o presidente do CFM, gravou até vídeo pedindo para o presidente vetar a participação das universidades privadas”, diz o deputado. “Fizeram isso porque o corporativismo médico brasileiro sabe que as instituições públicas nunca se interessaram em fazer revalidação de diplomas médicos.” A matéria completa está disponível em:

https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2020/04/08/governo-ignora-lei-e-nao-convoca-milhares-de-medicos-formados-no-exterior.htm

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Bope apreende 37 quilos de skunk, haxixe e ecstasy em casa no bairro Eldorado, em Rio Branco

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Suspeito fugiu ao perceber chegada da polícia; drogas sintéticas têm alto valor de revenda no mercado ilegal

Os agentes acompanharam o suspeito, mas ele conseguiu fugir. Na sacola abandonada já havia parte da droga apreendida. Foto: captada 

O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) do Acre, por meio da Companhia de Choque, apreendeu uma grande quantidade de drogas na noite desta quinta-feira (12) em uma residência localizada na Rua Rio Branco, no bairro Eldorado, em Rio Branco.

De acordo com informações repassadas pelo comandante do Bope, coronel Russo, a ação foi resultado de um trabalho de inteligência da corporação, que recebeu denúncias e imagens enviadas por moradores da região.

Durante a abordagem, os policiais se aproximaram de uma casa que não possui muro ou cercamento. No momento em que as equipes chegaram ao local, um homem que estava em frente ao imóvel segurando uma sacola percebeu a presença policial, largou o objeto e correu para dentro da residência.

Os agentes acompanharam o suspeito, mas ele conseguiu fugir. Na sacola abandonada já havia parte da droga apreendida.

Droga espalhada pela casa

Dentro da residência, os policiais localizaram mais entorpecentes espalhados em diferentes cômodos do imóvel. Na sala foram encontrados vários tijolos de skunk, enquanto o restante da droga estava guardado dentro de um armário na cozinha.

Ao todo, foram apreendidos:

  • 37 quilos de skunk

  • 890 gramas de haxixe

  • 950 comprimidos de ecstasy

Valor estimado

Segundo informações repassadas à polícia, cada comprimido de ecstasy poderia ser comercializado por cerca de R$ 50 no mercado ilegal. Já o haxixe apreendido tem valor estimado em torno de R$ 3 mil por quilo.

Todo o material foi recolhido e encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde o caso será investigado. A polícia segue realizando buscas para localizar o suspeito que fugiu no momento da abordagem.

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Chacina do Taquari: Justiça nega recurso e mantém mandante no banco dos réus; comparsa está na lista dos mais procurados do país

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Crime ocorrido em novembro de 2023 deixou seis mortos em Rio Branco; acusados responderão por homicídios qualificados e organização criminosa

Na decisão, o juiz Fábio Alexandre Costa de Farias entendeu que há indícios suficientes de autoria e materialidade para que os réus sejam julgados. Foto: captada 

A Justiça do Acre pronunciou quatro dos seis envolvidos na chacina que matou cinco pessoas no bairro Taquari, em Rio Branco, em novembro de 2023, para julgamento pelo Tribunal do Júri. A decisão, do juiz Fábio Alexandre Costa de Farias, entendeu que há indícios suficientes de autoria e materialidade para que os réus sejam julgados popularmente.

As vítimas da chacina foram Valdei das Graças Batista dos Santos, Adegilson Ferreira da Silva, Luan dos Santos de Oliveira, Sebastião Ytalo Nascimento de Carvalho e Tailan Dias da Silva. José Weverton Nascimento da Rosa, um dos acusados, também ficou ferido na época do crime.

Os quatro réus pronunciados são:

  • Davidesson da Silva Oliveira, vulgo “Escopetinha”

  • Denilson Araújo da Silva, vulgo “Jabá”

  • Tony da Costa Matos, vulgo “Tony Barroca”

  • José Weverton Nascimento da Rosa, vulgo “Raridade”

Penas e qualificações

Segundo a decisão, Davidesson da Silva Oliveira foi pronunciado por dois homicídios qualificados (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa das vítimas), além de participação em organização criminosa.

Já Denilson Araújo da Silva, Tony da Costa Matos e José Weverton Nascimento da Rosa foram pronunciados por seis homicídios qualificados cada um, também com agravante de participação em organização criminosa.

Defesa recorre

O advogado Thalles Damasceno, que defende José Weverton Nascimento e Davidesson da Silva Oliveira, confirmou que entrou com recurso contra a pronúncia de seus clientes. Ele também informou que vai pedir a soltura de José Weverton.

“O José Weverton foi atingido por uma bala que ainda não se sabe a origem. Levou um tiro próximo de onde ocorreu o fato [crime], é uma das pessoas que estava fazendo a contenção. Ele ia para a casa da ex-namorada, passou perto da casa onde estava tendo o tiroteio e foi baleado. Estou entrando com um habeas corpus para revogar essa prisão dele”, explicou o advogado.

Denilson Araújo da Silva e Tony da Costa Matos são defendidos pela Defensoria Pública do Estado (DPE-AC), que não costuma se manifestar sobre processos em andamento.

Ronivaldo da Silva Gomes, vulgo “Roni”, tive o processo desmembrado. Ronivaldo está foragido e chegou a ser incluído na lista vermelha dos criminosos mais procurados do Brasil. Foto: captada 

Casos desmembrados e foragido

Wellington Costa Batista, vulgo “Nego Bala”, apontado como mandante da chacina, e Ronivaldo da Silva Gomes, vulgo “Roni”, tiveram os processos desmembrados. Ronivaldo está foragido e chegou a ser incluído na lista vermelha dos criminosos mais procurados do Brasil, divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

De acordo com a lista nacional de foragidos, Ronivaldo é apontado como envolvido na Chacina do Taquari e acumula condenações por roubo que somam mais de 30 anos de prisão.

Wellington Costa Batista de 42 anos, conhecido como “Nego Bala”, apontado como mandante da chacina. Foto: captada 

Recurso negado

A Câmara Criminal de Rio Branco negou, por unanimidade, o recurso da defesa de Wellington Costa Batista, vulgo “Nego Bala”, apontado como mandante da Chacina do Taquari, ocorrida em novembro de 2023. A decisão, proferida em dezembro do ano passado, mantém a pronúncia do acusado para que ele seja julgado pelo Tribunal do Júri pelos seis homicídios qualificados e por participação em organização criminosa.

A defesa de Wellington havia recorrido da decisão que o pronunciou, alegando insuficiência de provas para confirmar sua autoria no crime. Segundo os advogados, a principal evidência contra o acusado seria o depoimento de um adolescente, realizado em “condições duvidosas” e posteriormente negado em juízo.

A Chacina do Taquari ocorreu em 3 de novembro de 2023, em uma residência na Rua Morada do Sol, no bairro Taquari, em Rio Branco. Cinco pessoas foram mortas. Foto: captada

No entanto, os desembargadores entenderam que há indícios suficientes para manter a pronúncia. A decisão detalha que Wellington teria ordenado as execuções enquanto estava preso no Ceará, utilizando aplicativos de mensagens e ligações para coordenar a ação com os comparsas em Rio Branco. O processo ressalta ainda que o acusado exerce posição hierárquica de destaque dentro da facção criminosa Comando Vermelho.

Comparsa na lista dos mais procurados

Outro envolvido na chacina, Ronivaldo da Silva Gomes, de 33 anos, conhecido como “Roni”, segue foragido e integra a lista vermelha do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A relação contém os nomes dos 216 criminosos mais procurados do país.

A prisão preventiva de Ronivaldo foi decretada em novembro de 2025. O último mandado em aberto contra ele consta de 8 de maio de 2024, e ele acumula condenações por roubo que ultrapassam os 30 anos de prisão. Seu processo foi desmembrado dos demais acusados da chacina.

O crime

A Chacina do Taquari ocorreu em 3 de novembro de 2023, em uma residência na Rua Morada do Sol, no bairro Taquari, em Rio Branco. Cinco pessoas foram mortas: Valdei das Graças Batista dos Santos, Adegilson Ferreira da Silva, Luan dos Santos de Oliveira, Sebastião Ytalo Nascimento de Carvalho e Tailan Dias da Silva.

À época, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que os assassinatos foram motivados pela disputa territorial entre facções criminosas na capital. Um dos acusados, José Weverton Nascimento da Rosa, também ficou ferido durante o ataque.

Com a decisão da Câmara Criminal, Wellington Costa Batista segue pronunciado e aguarda julgamento pelo Tribunal do Júri, assim como os outros quatro réus já pronunciados. Ronivaldo da Silva Gomes permanece foragido e é considerado um dos criminosos mais perigosos do país.

À época, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que os assassinatos foram motivados pela disputa territorial entre facções criminosas na capital. Foto: captada 

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Polícia Civil prende mecânico com moto roubada e placa adulterada em Plácido de Castro

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Suspeito de 23 anos admitiu ter comprado veículo sem documentação; motocicleta havia sido roubada em Rio Branco em agosto de 2025

O veículo objeto de furto estava circulando com a placa adulterada, o que dificultava a identificação. Foto: captada 

A Polícia Civil do Acre prendeu em flagrante um homem identificado pelas iniciais D.B.S., de 23 anos, mecânico de profissão, suspeito de envolvimento nos crimes de receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. A ação foi realizada pela Delegacia-Geral de Plácido de Castro.

Durante as diligências, os policiais localizaram uma motocicleta Honda CG 150 Titan ESD que havia sido roubada em Rio Branco em agosto de 2025. O veículo estava circulando com a placa adulterada, o que dificultava a identificação original.

Ao ser abordado, o suspeito admitiu ter comprado a motocicleta sem qualquer tipo de documentação. Segundo a polícia, ele já possui passagens anteriores pela Justiça.

Diante da situação, o homem foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia para a realização dos procedimentos legais. Durante a ação, além da motocicleta, um aparelho celular também foi apreendido.

Após os trâmites na unidade policial, o suspeito permanece à disposição da Justiça.

Trabalho investigativo

O delegado Leandro Lucas Barreto de Lima destacou que a prisão é resultado de um trabalho investigativo realizado pela Polícia Civil.

“Esta prisão é fruto de uma investigação criteriosa, que contou com a cooperação entre diferentes unidades da Polícia Civil. Nosso objetivo é recuperar bens roubados e responsabilizar quem se beneficia desse tipo de crime”, afirmou o delegado.

Durante a ação, além da motocicleta, um aparelho celular também foi apreendido. Após os trâmites na unidade policial, o suspeito permanece à disposição da Justiça. Foto: ilustrativa 

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