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Único bilionário das eleições: quem é o candidato mais rico do país?

Marcos Ermírio de Moraes, o candidato mais rico do Brasil nas Eleições 2022
Imagem: Divulgação
Candidato mais rico do Brasil nas eleições de 2022, Marcos Ermírio de Moraes figurou nesta semana nos noticiários por ser também o único bilionário do país a participar da disputa neste ano. O herdeiro e sócio do Grupo Votorantim declarou ao Tribunal Superior Eleitoral quase R$ 1,3 bilhão, entre dinheiro, bens e aplicações. Mas, certamente, não é apenas sua fortuna que chama a atenção.
Marcos debuta na política aos 59 anos. Ele se filiou ao PSDB de Goiás no último mês de maio e concorre a uma vaga no Senado como suplente de Marconi Perillo. O empresário coleciona desde 1985 histórias ligadas a esportes de aventura e velocidade, que são seu principal hobby -especialmente motocross e carros off-road.
Foi dessa paixão que o fez criar em 1996 a empresa Dunas Race -que organiza o Rally Internacional dos Sertões, dos Amigos e Rota-Sul. Parte dos bens declarados de Marcos estão vinculados a essas atividades.
Na lista, aparecem um motorhome, um quadriciclo, dois Land Rover, três Rangers e um trator. Ao todo, são 11 veículos automotores terrestres que, juntos, somam quase R$ 1,5 milhão.
Motivado pelo seu hobby, em 2002, Marcos Ermírio de Moraes também aprendeu a pilotar helicópteros, para ter uma visão panorâmica das competições organizadas pela Dunas Race. Hoje, ele possui duas aeronaves que valem R$ 2,1 milhões. Além de esportes radicais, o candidato gosta de futebol e já declarou que torce pelo São Paulo.
Na água, o seu gosto pela aventura o fez adquirir duas motos aquáticas. O candidato ainda possui cinco apartamentos que, juntos, valem R$ 7 milhões. Outros bens móveis e imóveis somam R$ 22,5 milhões.
Um de seus bens mais importantes é a Fazenda Real, uma das maiores produtoras de laranjas do país, localizada no município de Botucatu (SP). A fazenda possui até uma pista particular de rali. Mas a fortuna ainda inclui aplicações, investimentos e participações societárias.
Nos negócios, Marcos, que também é engenheiro florestal, sempre foi um típico “Ermírio de Moraes”: criou serviços, empresas (incluindo uma marca de cosméticos), organizou fazendas de eucaliptos para alimentar fábricas da Votorantim, além de ser proprietário de várias fazendas de citricultura e agropecuária.
Apesar de ser natural de São Paulo e de a maioria de seus negócios ter sede nesse estado, Marcos Ermírio de Moraes lança sua candidatura por Goiás.
Essa não é a primeira vez que um integrante da família entra para a política.
Em 1962, o seu avô e fundador do Grupo Votorantim, José Ermírio de Moraes, foi senador por Pernambuco e depois nomeado ministro da Agricultura do presidente João Goulart —ele ocupou o cargo por cinco meses antes de retornar ao Senado devido ao clima político da época.
Marcos é filho de Ermírio Pereira de Moraes e sobrinho de Antônio Ermírio de Moraes. Como parte da terceira geração da família dos fundadores do Grupo Votorantim, durante 14 anos trabalhou diretamente nos negócios da empresa. Quando a companhia adotou a política de transformar os executivos da família em acionistas, Marcos abriu sua empresa de trilhas, enduros e ralis.
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Incêndio devastador atinge casas e 24 pessoas ficam desabrigadas em SC

Um incêndio de grandes proporções atingiu uma edificação de dois andares, em Balneário Piçarras (SC), e destruiu os lares de 24 pessoas. As chamas começaram por volta das 19h de sexta-feira (6/3), no bairro Itacolumi. As famílias foram levadas a um abrigo montado pela prefeitura no Ginásio Aurélio Solano de Macedo, no Centro.
A edificação, localizada na Rua Santa Catarina, foi tomada pelo fogo rapidamente. Quando o Corpo de Bombeiros Militar chegou ao local, as chamas chegaram a oito metros de altura. Tanto o térreo quanto o andar superior foram atingidos.
Leia a matéria completa em NSC Total.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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“Remendo disfarçado de reconstrução”, diz Luiz Gonzaga ao criticar obras na BR-364
Em um dos vídeos gravados durante a fiscalização, Gonzaga afirma que trechos de asfalto considerados consistentes estariam sendo retirados da rodovia

Luiz Gonzaga gravou vídeos no local da obra mostrando o que classificou como desperdício de matéria-prima e serviços de baixa qualidade. Foto: captada
No último fim de semana, o deputado estadual Luiz Gonzaga, que também exerce a função de primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), percorreu o trecho da BR-364 entre Cruzeiro do Sul e Rio Branco para fiscalizar as obras executadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
Durante a vistoria, o parlamentar afirmou ter identificado situações que classificou como grave desperdício de dinheiro público. Segundo Gonzaga, máquinas pesadas estariam removendo material da própria rodovia que, na avaliação dele, poderia ser reaproveitado na recuperação do trecho.
De acordo com o deputado, partes de asfalto, camadas da base da estrada e outros insumos estariam sendo retirados e descartados, em vez de utilizados na própria reconstrução da rodovia. Para ele, a prática revela falhas no planejamento e na execução da obra.
“Estamos falando de uma estrada vital para o Acre. É a única ligação terrestre do Vale do Juruá com a capital e com os demais estados do país. O que vimos aqui foi material sendo destruído quando poderia estar sendo reaproveitado na própria recuperação da rodovia”, afirmou.
Vídeos mostram críticas à qualidade da obra
Durante a viagem, Luiz Gonzaga gravou vídeos no local da obra mostrando o que classificou como desperdício de matéria-prima e serviços de baixa qualidade. As imagens foram divulgadas nas redes sociais e rapidamente repercutiram entre moradores, caminhoneiros e motoristas que utilizam a rodovia diariamente.
Em uma publicação, o parlamentar criticou duramente o que chamou de “remendos disfarçados de reconstrução”.
“A BR-364 não merece remendo disfarçado de reconstrução. Estive acompanhando a obra e o que vi foi preocupante: um asfalto que se desmancha nas mãos, excesso de pedras e um serviço que parece feito às pressas, mas pago com o dinheiro suado do nosso povo. Pergunto: isso é reconstrução ou maquiagem cara? Porque se for para derreter no primeiro inverno amazônico, melhor nem começar”, afirmou.
O deputado também cobrou maior fiscalização por parte dos órgãos responsáveis.
“Cadê o acompanhamento rigoroso? Cadê os órgãos de controle? A população não aguenta mais obra que vira poeira”, questionou.
Parlamentar questiona retirada de asfalto considerado de boa qualidade
Em um dos vídeos gravados durante a fiscalização, Gonzaga afirma que trechos de asfalto considerados consistentes estariam sendo retirados da rodovia, enquanto o material utilizado na recomposição da pista apresentaria baixa qualidade.
“Olha a grossura desse asfalto que retiraram da BR-364. Cheio de pedra. Só pedra. São vários pontos onde estão tirando um asfalto grosso, consistente, que não quebra. Eu não entendo como tiram um asfalto dessa espessura que estava inteiro para fazer esse tipo de serviço”, declarou.
O parlamentar também afirmou que o novo material aplicado na pista estaria se deteriorando rapidamente.
“Mal terminaram o serviço e o asfalto já está se desmanchando. Os carros passam e ele começa a derreter. Isso mostra que não tem qualidade. É por isso que não funciona. O DNIT precisa fazer um serviço de verdade, porque o que está sendo feito aqui é uma vergonha”, disse.
Rodovia é considerada estratégica para o Acre
A BR-364 é considerada uma das principais rotas de integração do Acre. A estrada liga o Vale do Juruá à capital e é fundamental para o transporte de alimentos, medicamentos, combustíveis e diversos insumos que abastecem a região.
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Waack questiona “missão divina” de Mendonça no STF em meio a avanço do caso Master e divide opiniões
Jornalista contrasta convicções religiosas do ministro com exigência de imparcialidade na Corte; internautas resgatam profecia de 28 anos sobre trajetória do magistrado

O jornalista, conhecido pelo tom ácido, destacou que o cenário jurídico atual é delicado, sugerindo que a busca pela verdade tornou-se um exercício coletivo de esperança. Foto: captada
Uma análise feita pelo jornalista William Waack, durante a abertura do programa WW, na CNN Brasil, colocou sob holofotes a postura do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). O comentário ocorreu em meio ao avanço da investigação que culminou na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Fé e Justiça em debate
Waack questionou a associação frequente que Mendonça faz entre sua atuação na Corte e uma suposta “missão” recebida de Deus. Em artigo recente, o jornalista afirmou que o ministro, “homem de profunda convicção religiosa, teria imediatamente se recolhido em orações ao saber que fora sorteado como novo relator do caso Master”.
O jornalista, conhecido pelo tom ácido, destacou que o cenário jurídico atual é delicado, sugerindo que a busca pela verdade tornou-se um exercício coletivo de esperança, dado o peso das denúncias envolvendo figuras de alto escalão do mercado financeiro e a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Os pontos levantados pelo jornalista na abertura do programa incluem:
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A gravidade das provas que sustentam a Operação Compliance Zero.
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O contraste entre as convicções religiosas do ministro e a exigência de imparcialidade no STF.
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As críticas direcionadas à lentidão ou omissão da Procuradoria-Geral da República.
Atuação no caso Master
Especialistas apontam que Mendonça, ao assumir a relatoria do caso Master, tem demonstrado postura diferente da do relator anterior, ministro Dias Toffoli. Em decisões recentes, Mendonça restabeleceu a autonomia da Polícia Federal nas investigações e permitiu que o Congresso Nacional exerça seu poder investigativo, contrastando com medidas anteriores adotadas por Toffoli. O caso já gerou mais de trinta procedimentos na Polícia Federal.
Analistas jurídicos consideram que Mendonça, por não integrar grupos políticos específicos dentro do STF, pode aproveitar a oportunidade para mostrar protagonismo na condução do processo.
Profecias e trajetória pública
Após a repercussão da fala de Waack, internautas resgataram o relato de André Mendonça sobre uma profecia recebida há 28 anos, na qual sua trajetória seria marcada por um propósito maior no serviço ao país. O ministro já declarou publicamente, durante pregações, ser “um instrumento de Deus no Supremo”.
O uso dessa narrativa por parte do magistrado tem sido alvo de debates intensos, dividindo opiniões entre aqueles que veem coerência com seus princípios e críticos que apontam risco à laicidade do Judiciário.
A tensão entre a narrativa religiosa do ministro e a condução de casos de corrupção bilionária coloca o STF em uma posição de constante vigilância pelo debate público. Até o momento, o gabinete de Mendonça não se manifestou sobre as críticas feitas durante a transmissão.

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