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A coligação petista se sentiu incomodada com matéria publicada pelo “Estadão”.

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O Estadão obteve recentemente acesso a um trecho em vídeo o qual o deputado estadual Durval Ângelo (PT-MG), que integra o Diretório Nacional do PT e é coordenador político da campanha de Fernando Pimental ao governo de Minas Gerais, afirmou que Dilma somente chegou aos 40% de intenções de voto no estado porque “tem dedo forte dos petistas dos Correios”.

“…A Dilma tinha em Minas Gerais, em alguns momentos, menos de 30%. Se hoje nós estamos com 40% em Minas Gerais tem dedo forte dos petistas dos Correios”, disse o parlamentar.

A oposição, já havia apontado para o crescente aparelhamento do governo petista nas empresas públicas, constituindo grande risco para a democracia e uma disputa política limpa.

Na última terça-feira (30), o PT viu seu pedido de direito de resposta contra o jornal O Estado de São Paulo foi negado. A coligação da candidata Dilma Rousseff ficou irritada com a denúncia publicada em matéria do Estadão em 19 de setembro com a manchete “Correios abrem exceção para distribuir panfleto de Dilma”. A propaganda eleitoral da petista foi encaminhada sem chancela de comprovação de pagamento, em uma clara demonstração de uso indevido da máquina pública, além de não ser possível, sem a marca da empresa, de se comprovar a quantidade de material distribuido.

O PT tentou alegar que a matéria era inverídica, mas seu pedido foi rechaçado pelo ministro Admar Gonzaga. Para ele, “a manchete não é chapadamente inverídica” não cabendo, assim, direito de resposta ao partido.

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