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TSE abre prazo para a defesa de Lula se manifestar

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Argumentos deverão ser apresentdos até às 23h59 da próxima quinta (30)

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) notificou nesta quinta-feira (23) a defesa de Luiz Inácio Lula da Silva para que se manifeste sobre as contestações ao pedido de registro da candidatura à Presidência da República.

Agora, a defesa tem sete dias para apresentar seus argumentos e justificar a viabilidade da candidatura.
O prazo começa a contar nesta sexta. Ele deve entregar a defesa até às 23h59 da próxima quinta (30).

O petista fez o pedido de registro no dia 15. O prazo para os questionamentos terminou às 23h59 desta quarta (22).

No total, de acordo com a assessoria do TSE 16 contestações foram feitas, sendo uma pela procuradora-geral Raquel Dodge.

Em princípio, o PT não pretende pedir produção de prova e tampouco nenhuma medida que termine por protelar esse prazo. A defesa de Lula precisa responder a cada uma das contestações.

O ponto central é que, condenado em segunda instância na Lava Jato, Lula está potencialmente enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

A lei, de 2010, torna inelegíveis pessoas condenadas em segunda instância por crimes como o de corrupção. Lula foi condenado pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) a 12 anos e um mês de prisão no caso do tríplex de Guarujá (SP).

Quando a defesa responder, o ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso no TSE, vai analisar os autos.
Se o ministro entender que é necessário ouvir testemunhas ou pedir coleta de provas, o processo pode demorar cinco dias a mais antes de uma decisão final.

Quando Barroso concluir que o caso já pode ser analisado, vai formular um relatório e liberar o processo para a pauta, que deve entrar na sessão seguinte da corte.

Neste período, o PT deve explorar politicamente ao máximo a decisão da ONU (Organização das Nações Unidas) que, na sexta-feira (17), pediu ao Brasil que não impeça o petista de concorrer à eleição até que o caso transite em julgado (quando não existe mais possibilidade de recorrer).

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Reino Unido estuda proibição de redes sociais para crianças

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© ROVENA ROSA/AGÊNCIA BRASIL

O Reino Unido lançou nesta segunda-feira (20) uma consulta sobre redes sociais e crianças, incluindo a possibilidade de proibição do uso para menores de uma certa idade, restrição semelhante à adotada pela Austrália para crianças e adolescentes com menos de 16 anos, e uma orientação mais rígida às escolas sobre telefones celulares.

O governo britânico anunciou que vai examinar evidências em todo o mundo sobre uma ampla gama de propostas, incluindo a análise da eficácia da proibição do uso de redes sociais para crianças e, caso adotada, a melhor forma de fazê-la funcionar.

Notícias relacionadas:

Ministros devem visitar a Austrália, que no mês passado tornou-se o primeiro país a proibir as redes sociais para menores de 16 anos, na esperança de aprender em primeira mão com a abordagem deles, disse comunicado.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL

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Justiça italiana julga extradição de Carla Zambelli nesta terça-feira

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Carla Zambelli

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

A Corte de Apelação de Roma deve decidir, nesta terça-feira (20/1), sobre a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli, após três audiências adiadas. O julgamento está marcado para as 9h, no horário de Brasília (14h em Roma).

Zambelli foi condenada no Brasil como autora intelectual da invasão hacker ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), fugiu do país e está presa na Itália.


Julgamento de Zambelli na Itália

  • Inicialmente, o julgamento que decidirá se Zambelli será extraditada ao Brasil seria realizado em 27 de novembro — não ocorreu em virtude de greve de servidores públicos e de advogados na Itália.
  • A audiência havia sido remarcada para 4 de dezembro, mas foi novamente postergada. A Justiça Italiana entendeu precisar de mais tempo para analisar novos documentos anexados ao processo pela defesa de Zambelli.
  • O julgamento então foi remarcado para 18 de dezembro, mas a Justiça italiana recebeu documentos do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, com informações sobre o local em que Zambelli ficaria presa no país, caso fosse extraditada — e adiou para esta terça o julgamento que decide o destino da brasileira.

Zambelli renunciou ao mandado como deputada federal em dezembro do ano passado, após o STF anular a votação da Câmara dos Deputados que havia rejeitado o pedido de cassação e mantido o mandato dela como parlamentar.

Zambelli está presa atualmente na prisão feminina de Rebibbia, em Roma. O Ministério Público da Itália se manifestou favoravelmente à extradição da ex-deputada, em outubro do ano passado.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Master: saiba com quais ministros Fachin já falou sobre crise no STF

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imagem colorida do ministro do STF, Edson Fachin

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), antecipou a volta a Brasília para tratar dos desgastes provocados pelo caso Banco Master. O magistrado, que ainda está de férias (o recesso do Judiciário acaba no final deste mês de janeiro), já mantinha conversas com outros ministros da Corte sobre a crise, mesmo distante da capital federal.

Ainda assim, optou por interromper o descanso para gerenciar o momento delicado para os magistrados do Supremo, com o caso Master em evidência.

O estopim da crise tem como personagem o relator do inquérito do caso Master, Dias Toffoli. Ele tem sido pressionado por segmentos da política e foi alvo de reclamações de delegados da Polícia Federal (PF), especialmente após a deflagração da segunda fase da Operação Compliance Zero, quando determinou que as provas obtidas na operação ficassem sob a guarda da Procuradoria-Geral da República (PGR), e não da autoridade policial.

Fachin já conversou com oito dos atuais 10 ministros que compõem a Corte, entre eles o próprio Dias Toffoli. Os outros são Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Nunes Marques, Cristiano Zanin, André Mendonça e Cármen Lúcia.

Fachin tratou da repercussão do caso Master e dos desgastes que o Supremo tem tido com a Polícia Federal (PF) e com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

O único ministro com quem Fachin ainda não tratou do tema é Flávio Dino, que está no Maranhão por motivos pessoais. O presidente da Corte, inclusive, embarca nesta terça-feira (20/1) para o estado, onde conversará pessoalmente com o colega.

Além do caso Master, Fachin discutiu com esses ministros a criação de um “código de conduta” para integrantes do STF e de outros tribunais superiores do país.

Fachin já externou que conta com o apoio de alguns ex-ministros, especialmente dos ex-presidentes Celso de Mello e Rosa Weber. A proposta é inspirada em modelos adotados por cortes alemãs, mas enfrenta resistência interna, conforme mostrou o Metrópoles na coluna do Igor Gadelha, em dezembro do ano passado.

Toffoli diz que não sai

O retorno de Fachin ocorre em um momento em que uma ala da política de Brasília defende que Toffoli deixe a relatoria do caso Master no STF.

Toffoli tem sido alvo de reclamações de delegados da Polícia Federal, especialmente após a deflagração da segunda fase da Operação Compliance Zero, quando determinou que as provas obtidas na operação ficassem sob a guarda da PGR, e não da autoridade policial.

O ministro, no entanto, tem comentado com pessoas próximas e com outros ministros da Corte que não cogita deixar a relatoria do caso Banco Master.

Toffoli, segundo apurou o Metrópoles, reforçou a essas pessoas que não há motivos para se declarar impedido ou suspeito no inquérito que tramita na Corte, hoje alvo de críticas de alguns setores da política em Brasília.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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