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Trator da SEPA é apreendido ao ser conduzido por menor em Acrelândia

Por Raimari Cardoso
Um trator agrícola pertencente à Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio do Acre foi apreendido pela Polícia Militar no último domingo (20) em Acrelândia quando era conduzido por um menor de idade.
O equipamento foi levado para Delegacia de Polícia da cidade e até o começo da manhã desta quarta-feira (23) ainda permanecia no pátio sem que a secretaria tivesse tomado providências para a sua retirada.
Ao receber críticas de estar retendo o trator, o delegado da cidade, Diones Lucas, explicou que a máquina continua na delegacia porque não nenhum responsável da pasta estadual tomou iniciativa para que a devolução seja feita.
“Solicitei que as autoridades da SEPA fizessem um ofício solicitando o trator, que eu iria depositar para eles para que resolvessem o problema da documentação dentro da secretaria, ou seja, esse trator estar aqui não é culpa da polícia, não”, disse.
A reportagem não conseguiu contato com a gerência da SEPA em Acrelândia. O espaço está aberto para esclarecimentos a respeito do fato.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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