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Tragédia no Centro de Rio Branco: Motociclista invade contramão e perde a vida em colisão frontal com ônibus

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Na noite desta quarta-feira (24), um grave acidente de trânsito na Avenida Ceará, próximo ao Terminal Urbano, ceifou a vida do motociclista Francisco Adevilson da Silva Galdino, de 42 anos. O trágico episódio ocorreu quando Galdino, conduzindo uma motocicleta Honda/CG 160, trafegava no sentido bairro-centro e, desrespeitando o sinal vermelho, invadiu a pista contrária.

O impacto inevitável se deu com um ônibus do transporte coletivo, pertencente à linha Jequitibá/Shopping, que seguia no sentido centro-bairro. Apesar das tentativas do motorista do ônibus em evitar o choque, desviando para a calçada, o acidente foi inevitável.

Com o impacto, Galdino colidiu violentamente contra o para-brisa do ônibus, resultando em um corte na testa e uma fratura cervical. Apesar da rápida chegada de uma ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), os paramédicos lamentavelmente constataram que o motociclista já havia perdido a vida.

A área foi imediatamente isolada pela equipe do Batalhão de Trânsito (BPTran) para a realização dos procedimentos periciais. Após a conclusão da perícia, o corpo de Francisco Adevilson da Silva Galdino foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

A motocicleta envolvida no acidente foi retirada do local por um guincho, enquanto o ônibus foi levado ao pátio da empresa Ricco Transportes, responsável pelo transporte público na capital. O motorista do ônibus foi conduzido à Delegacia de Flagrantes (Defla) para prestar esclarecimentos e, após o depoimento, foi liberado.

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Cinco partidos se unem para oficializar Daniel Dorzila como vice pré-candidato em Epitaciolândia

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O ex-vereador Daniel Dorzila (de boné), foi aclamado pelos partidos como o pré vice-candidato de Everton Soares.

Após diversas conversas e reuniões, Epitaciolândia testemunha a formação da maior frente de coalizão política de sua história. Os partidos Progressistas, PDT, PT, PSDB e PSB – os dois últimos se aliançando no evento de hoje – unem forças para apoiar a pré-candidatura de Everton Soares à prefeitura do município de Epitaciolândia. Esta união robusta e de fortes apoiadores promete um futuro promissor para a política local.

Na data de hoje (15/07), em um evento marcado por discursos inspiradores e demonstrações de união, o grupo político do PSDB e PSB de Epitaciolândia anunciou sua adesão à essa forte coalizão, com destaque para a indicação de Daniel Dorzila (PSDB) como pré-candidato a vice-prefeito na chapa de Everton Soares. A solenidade contou com a presença de figuras importantes do cenário político municipal, como os presidentes dos partidos Progressistas, José Menezes; do PDT, José Ronaldo; do PT, Neide Lopes; do PSDB, James Andrade; e do representante do PSB, Kiley Dias.

Estavam também presentes o presidente da Câmara de Vereadores, Rubens Rodrigues, os vereadores José Maria, Preta, Celiene e Diojino, além do presidente do IMAC no Estado do Acre, André Hassem, e do Secretário Adjunto de Educação do Estado do Acre, Tião Flores.

Um Momento de União e Parceria

Em seu discurso, Daniel Dorzila destacou a importância da união e da disposição de contribuir para uma composição que visa a vitória em um futuro processo eleitoral. “Coloco meu nome à disposição para somar forças com Everton Soares e todos os partidos aqui presentes. A união que estamos construindo hoje é um marco para Epitaciolândia. Juntos, traremos as melhorias que nosso município tanto precisa,” afirmou Dorzila, sendo aplaudido por todos os presentes.

Everton Soares, visivelmente emocionado, expressou sua satisfação e alegria ao receber Daniel Dorzila e o grupo experiente do PSDB e PSB. “Este é um momento histórico para Epitaciolândia. A chegada de Daniel Dorzila, do PSDB e PSB fortalece ainda mais nossa coalizão. Estamos unidos pelo bem comum, pela melhoria de nossa cidade. Agradeço a todos que acreditam neste projeto e que se juntam a nós nessa caminhada. Juntos, faremos a diferença e deixaremos o maior legado de reconstrução e avanços que essa cidade verá”, disse Everton, sob aplausos entusiásticos.

Apoios e Declarações

Os presidentes dos partidos também declararam seu apoio e ressaltaram a importância da união. José Menezes, presidente dos Progressistas, enfatizou que a união entre os partidos é um exemplo de como a política pode ser feita com responsabilidade e visão de futuro. “Estamos construindo uma frente sólida e unida para promover as mudanças que Epitaciolândia necessita,” disse Menezes.

José Ronaldo, do PDT, e Neide Lopes, do PT, reforçaram a ideia de que a união dos partidos trará mais força e representatividade para as demandas do povo. “A chegada de Daniel Dorzila e a formação desta coalizão mostram que estamos no caminho certo,” comentou o ex-prefeito de Epitaciolândia, José Ronaldo.

Visão de Futuro

A presença de lideranças estaduais, como André Hassem e Tião Flores, agregou ainda mais relevância ao evento, sinalizando que a união dos partidos possui apoio além das fronteiras municipais. “Epitaciolândia merece uma gestão comprometida e capaz de realizar as transformações necessárias. A união destes partidos é um passo significativo nessa direção e trás o respaldo de uma futura aliança com o Governo do Acre”, destacou André Hassem.

Este movimento político marca uma nova era para Epitaciolândia. A coalizão formada por Progressistas, PDT, PT, PSDB e PSB não só amplia a base de apoio para pré-candidatura de Everton Soares, mas também promete uma gestão mais participativa e comprometida com os anseios da população.

Com a união dos partidos e o apoio de lideranças políticas influentes, a pré-candidatura de Everton Soares ganha força consolidada para o sucesso. Este é apenas o começo de uma jornada que promete transformar Epitaciolândia e trazer avanços significativos para o município e seus cidadãos.

Veja vídeos reportagens com Marcus José e Jonys David abaixo.

 

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Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas / Sebrae – AVISO DE PRORROGAÇÃO

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Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas / Sebrae

AVISO DE PRORROGAÇÃO

Pregão Eletrônico nº 12/2024

1. OBJETO

Contratação de pessoa jurídica para prestação de serviços de produção e apresentações culturais no espaço do SEBRAE/AC, durante a realização da EXPOACRE JURUÁ 2024, conforme condições estabelecidas neste edital e seus anexos.

2. RECEBIMENTO E ABERTURA DAS PROPOSTAS.

Local da realização: www.redeempresas.com.br; Término do prazo para envio de propostas: 16 de julho de 2024 às 10h45min;

Início da sessão de disputa de preço: 16 de julho de 2024 às 11h. Será sempre considerado o horário de Brasília.

3. ESCLARECIMENTOS DE DÚVIDAS.

Questionamentos poderão ser encaminhados ao SEBRAE/AC, somente por escrito pelo e-mail [email protected], aos cuidados da Comissão de Licitação, até 02 (dois) dias úteis antes da data de abertura da sessão pública.

Rio Branco-AC, 15 de julho de 2024.

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Pequena cidade de Assis Brasil Acre, corre o risco de se tornar o novo epicentro da crise migratória na América Latina

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Cidade de Assis Brasil, população, estimada em 2021 pelo (IBGE), é de 7 649 habitantes, que se tornou o epicentro desta nova rota improvisada em que mais migrantes se amontoam todas as semanas à espera de uma próxima mudança nas políticas dos EUA.

Migrantes venezuelanos chegam a pequena Assis Brasil na tríplice fronteira em 20 de junho de 2024, após cruzarem a fronteira do Peru. Foto Martín Mejía

As políticas de imigração dos Estados Unidos estão deixando milhares de migrantes retidos na pequena cidade de Assis Brasil – Acre, na tríplice fronteira, com apenas 7.000 habitantes. As autoridades pedem ajuda porque os recursos locais estão sobrecarregados pela crescente necessidade humanitária

A ordem executiva assinada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, no início de junho, que modifica a política imigratória de seu país, também está repercutindo no Brasil. Num ano eleitoral, o governo de Washington divulgou em poucos dias o slogan de migração “segura, ordenada e humana” para um endurecimento das regras. Uma das medidas mais duras é a que permite agora aos Estados Unidos  fechar a fronteira quando for ultrapassado o número de 2.500 entradas diárias  Outra permite  que a polícia deporte imediatamente qualquer pessoa que atravesse a fronteira ilegalmente.

Até agora, porém, era possível solicitar asilo ou refúgio uma vez em solo americano. Esta mudança drástica perturbou milhares de emigrantes que foram forçados a rever os seus planos enquanto esperavam, talvez, que os Estados Unidos revissem novamente os seus regulamentos. Muitos dos emigrantes param no meio do caminho, principalmente quando chegam no estado do Acre, no Brasil, na tríplice fronteira com o Peru e Bolívia.

São principalmente  venezuelanos e cubanos, mas o risco é que este estado amazônico muito pobre se torne em breve um novo México, uma espécie de estacionamento para migrantes por tempo indeterminado. É a pequena cidade de Assis Brasil, população, estimada em 2021 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 7 649 habitantes, que se tornou o epicentro desta nova rota improvisada em que mais migrantes se amontoam todas as semanas à espera de uma próxima mudança nas políticas dos EUA.

Fundada em 1958 por trabalhadores que queriam extrair borracha, Assis Brasil possui apenas uma rodovia, a BR-317, que a liga ao Peru. A tríplice fronteira, no estado do Acre, que faz fronteira com a Bolívia, tem 2.600 km e há apenas 40 agentes de plantão para patrulhar. Muitos migrantes – alguns, segundo a polícia, transportam drogas – também entram no Brasil pela selva. A cidade fronteiriça e muito pobre não tem muito a oferecer neste novo êxodo. Existem apenas dois pequenos hotéis, cinco restaurantes e uma rodoviária.

E a recuperação da responsabilidade política já começou. O prefeito da pequena Assis Brasil, Jerry Correia, pede mais ajuda.

Atualmente, a cidade oferece alimentação gratuita a cerca de sessenta imigrantes todos os dias. “Tudo depende de nós”, disse o prefeito Jair Correia, a reportagem, acrescentando que “deveria depender do governo federal”. O governador do Acre, Gladson Cameli, manifestou preocupação com um fluxo maior nas próximas semanas que será cada vez mais difícil de administrar. “Cumprimos a nossa parte de ajuda humanitária”, disse ele à agência de notícias aos repórteres da Associated Press .

Os venezuelanos Alexandra Villarreal (à esquerda) e Alexander Martínez seguram sua filha Alexandra nos braços em um abrigo para migrantes em Assis, Brasil. Foto Martín Mejía

A situação poderá tornar-se ainda mais explosiva se for cumprido o memorando de entendimento assinado no início de julho entre o Panamá e os Estados Unidos, no qual Washington concorda em apoiar os esforços do governo do novo presidente José Raúl Mulino para expulsar os imigrantes ilegais que arriscam suas vidas todos os dias para cruzar a inóspita selva de Darien. “A fronteira dos Estados Unidos, em vez de estar no Texas, foi transferida para o Panamá”, disse Mulino, como ministro da Segurança do ex-presidente  Ricardo Martinelli expulsou as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) daquela região.

“Vamos repatriar todas essas pessoas”, disse ele numa entrevista. Trata-se de uma espécie de “pré-acordo” entre os EUA e o Panamá que prevê a ajuda dos EUA em equipamentos, transporte e logística para deter “estrangeiros que participem em fluxos migratórios que contrariem as leis de imigração do Panamá e estarão sujeitos a medidas administrativas em acordo com a legislação local. Segundo a Casa Branca, a ação “reduzirá o número de migrantes que passam clandestinamente pela vasta selva do Darién, entre o Panamá e a Colômbia”.

Esta vasta e impenetrável selva entre o Panamá e a Colômbia tem sido até agora o coração da rota migratória para os Estados Unidos, uma rota difícil e perigosa com vários casos relatados de violência, roubos e até sequestros.

Quem controla a entrada de migrantes do lado colombiano na selva é o Clan del Golfo, um dos principais grupos criminosos do país que ganha milhões de dólares todos os anos com o tráfico de drogas e de pessoas. Só no ano passado, cerca de 520 mil pessoas cruzaram o Darién, segundo dados oficiais do governo panamiano.

Clan del Golfo é uma organização paramilitar na Colômbia envolvida no narcotráfico e no conflito armado que ocorre no país. Conhecida como Clan Úsuga ó Los Urabeños, é considerado o grupo neo-paramilitar mais poderoso da Colômbia, com cerca de 1.200 membros no círculo interno da organização; sua principal fonte de renda é o tráfico de drogas.

Um número recorde que reflete as diversas crises económicas e políticas dos países latino-americanos, especialmente a da Venezuela. Mais de 16 mil menores no Brasil, a maioria de nacionalidade haitiana, cruzaram esta selva desde 2019. O gigante latino-americano, recordemos, tem sido até agora uma das portas de entrada para migrantes africanos e asiáticos que se dirigem aos Estados Unidos, passando por através do Darien.

Se esta rota for efetivamente fechada nos próximos meses, todo o Brasil corre o risco de se tornar um novo México

Uma sala de espera para uma rota alternativa para os Estados Unidos. Na verdade, as leis de imigração brasileiras permitem que uma dezena de países vizinhos permaneçam por dois anos sem necessidade de visto. Além disso, quem chega de avião não precisa de visto se estiver apenas em trânsito. Durante meses, porém, os traficantes de seres humanos aproveitaram esta vantagem para enviar centenas de imigrantes que, uma vez desembarcados no gigante latino-americano, param aqui e pedem asilo ou estatuto de refugiado. Nos últimos meses, utilizaram este estratagema para centenas de vietnamitas, mas poderá em breve tornar-se num mecanismo comum para enviar milhares de migrantes da Ásia e de África para o continente latino-americano através do Brasil.

Migrantes venezuelanos conversam sentados em círculo em um abrigo em Rio Branco, no estado do Acre. Foto Martín Mejía

Por isso, a diplomacia brasileira enviou um recado ao Panamá, por meio da secretária-geral do Itamaraty, Maria Laura da Rocha, que se reuniu na madrugada do último dia 26 de junho com o chanceler do Panamá,  Javier Martínez Acha, na 54ª. Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos realizada em Assunção (Paraguai).

O Brasil declarou-se sensível ao problema e disposto a cooperar no combate ao tráfico de pessoas. Ao mesmo tempo, manifestou preocupação com a situação dos migrantes da vasta selva do Darién, entre o Panamá e a Colômbia que devem ser tratados com dignidade. Recentemente, uma menina brasileira, filha de mãe angolana, foi sequestrada pelo pai biológico, que atravessou a selva com ela. O homem desapareceu – não se sabe se morreu devido às dificuldades ou simplesmente fugiu – e a menina permaneceu sozinha durante cinco meses num abrigo para migrantes  perto da Cidade do Panamá, até se reunir com a mãe em San Pablo.

Presidente do Panamá, José Raúl Mulino, prometeu acabar com a imigração ilegal através da famosa rota migratória da selva de Darién e colaborar com os Estados Unidos. Foto Yader Guzmam

A vasta selva do Darién, entre o Panamá e a Colômbia, é cada vez mais um lugar de passagem para milhares de imigrantes que pretendem chegar aos EUA. Só no ano passado, cerca de 520 mil pessoas atravessaram esta perigosa rota migratória, de acordo com dados oficiais do Governo do Panamá.

Um número recorde que espelha as várias crises económicas e políticas que atravessam os países da América Latina, nomeadamente a Venezuela, que obrigam as pessoas a deixarem os seus países de origem e a arriscarem a vida para tentarem chegarem aos Estados Unidos, com vários relatos de violência, roubos ou sequestros durante o percurso.

Brasil declarou-se sensível ao problema e disposto a cooperar no combate ao tráfico de pessoas. Ao mesmo tempo, manifestou preocupação com a situação dos migrantes da vasta selva do Darién, entre o Panamá e a Colômbia que devem ser tratados com dignidade. 

O impacto das novas políticas de imigração dos EUA também foi sentido entre os migrantes ilegais brasileiros. No primeiro semestre de 2024, as autoridades dos EUA deportaram 516 pessoas. O último voo pago pelo governo dos EUA pousou em Confins, no estado de Minas Gerais, na semana passada. Vestidos com o uniforme branco dado aos migrantes detidos, desembarcaram às dezenas transportando os seus pertences pessoais em sacos plásticos.

Confins é o único aeroporto do Brasil onde pousam voos desse tipo, pois a maioria dos imigrantes ilegais vem desta região do Brasil. No voo da semana passada também estavam brasileiros de outros estados sem um centavo no bolso para pagar a viagem de volta para casa, depois de terem esgotado todas as suas economias com os coiotes, as redes criminosas que utilizam para cruzar a fronteira do México.

Outros brasileiros deportados a bordo do voo contaram que viviam ilegalmente nos Estados Unidos há anos e foram descobertos através de simples verificações nas ruas. “Não aconselho ninguém a viajar ilegalmente para os Estados Unidos”, disse um deles ao site de notícias.

“A vida de imigrante é muito difícil porque é preciso se esconder. Você tem um emprego, ganha um bom dinheiro, mas tem que se esconder, não tem vida. Quando você não trabalha tem que ficar em casa, porque sair pode ser arriscado. “Não quero voltar”, disse ele.

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