Cotidiano
Trabalhador tem até esta sexta-feira para sacar até R$ 954 do abono salarial
Mais de 1,8 milhão de brasileiros, que ganharam, em média, dois mínimos em 2016, ainda têm R$ 1,3 bilhão para saque. Quem não pegar vai perder grana

Quem trabalhou todos os dias de 2016 tem direito a um salário mínimo (R$ 954), enquanto quem trabalhou por 30 dias recebe 1/12 do valor total (R$ 80).
COM R7.COM
O prazo para sacar o abono salarial de 2016 termina nesta sexta-feira (28). O Ministério do Trabalho e Emprego afirma que 1,8 milhão de trabalhadores ainda não sacaram o benefício, totalizando R$ 1,3 bilhão.
O saque precisava ser feito até 29 de junho, mas o prazo foi prorrogado. O PIS/Pasep 2016 já foi pago para 22,7 mil trabalhadores, somando R$ 16,7 milhões. Quem perder o prazo para sacar a grana do abono salarial vai perder os recursos, que vão para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Vale lembrar, porém, que houve casos, no passado, de trabalhadores que conseguiram o direito na Justiça.
O abono é pago para os trabalhadores inscritos no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, que tenham trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2016, com salário mensal médio de até dois salários mínimos, e tiveram os dados informados pelo empregador na Rais (Relação Anual de Informações Sociais).
O valor do abono é definido de acordo com o período trabalhado ao longo do ano. Quem trabalhou todos os dias de 2016 tem direito a um salário mínimo (R$ 954), enquanto quem trabalhou por 30 dias recebe 1/12 do valor total (R$ 80).
Trabalhadores da iniciativa privada devem procurar a Caixa Econômica Federal. A consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-726-02-07. Para servidores públicos, é preciso procurar o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-729-00-01.
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Novas convocações de aprovados em processos seletivos do Ieptec são realizadas nesta terça
O Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec) permanece realizando chamamentos de candidatos aprovados em processos seletivos da autarquia do governo do Acre. Nesta terça, 3, publicou no Diário Oficial do Estado (DOE/AC), a convocação de bolsistas de Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Marechal Thaumaturgo.

Os selecionados participaram do processo seletivo simplificado na modalidade de profissional bolsista docente mensalista, para atuar com mediação em sala de aula em cursos de educação profissional e tecnológica oferecidos nos centros de educação profissional e tecnológica da rede Ieptec.
Os profissionais têm até quinta-feira, 5, no horário das 8h às 12h, para apresentar a documentação exigida no edital.
Os aprovados de Cruzeiro do Sul e Marechal Thaumaturgo devem procurar o centro Ceflora, na Rua Paraná, nº 865, Av. 25 de Agosto. Os listados de Rio Branco devem se dirigir a unidade central do Ieptec, na Rua Riachuelo, 138, bairro José Augusto.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Acre registra 605 vítimas de estupro e estupro de vulnerável em 2025; 80% dos casos envolvem crianças e adolescentes
Dados do Ministério da Justiça apontam 482 ocorrências de estupro de vulnerável no estado; maioria das vítimas é do sexo feminino

Agosto foi o mês com maior número de registros, com 16 vítimas, seguido de março, com 13. O menor número ocorreu em novembro, com cinco casos. Foto: ilustrativa
O Acre contabilizou 605 vítimas de estupro e estupro de vulnerável ao longo de 2025, segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) , do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A maior parte dos registros foi de estupro de vulnerável.
Do total, 482 vítimas correspondem a casos de estupro de vulnerável, enquanto 123 são de estupro. Os números indicam que quase 80% das ocorrências registradas no estado no período envolvem vítimas consideradas vulneráveis pela legislação.
Entre os 482 casos de estupro de vulnerável, a maioria das vítimas é do sexo feminino: 453 registros. Também foram contabilizadas 28 vítimas do sexo masculino e um caso sem informação de sexo.
Os meses com maior número de registros foram outubro, com 53 casos; novembro, com 51; e junho, com 47 ocorrências. Dezembro apresentou o menor número no ano, com 23 vítimas.
A taxa registrada foi de 54,50 casos por 100 mil habitantes.
Estupro
Nos casos classificados como estupro, foram 123 vítimas ao longo de 2025. Destas, 121 são mulheres e duas são homens.
Agosto foi o mês com maior número de registros, com 16 vítimas, seguido de março, com 13. O menor número ocorreu em novembro, com cinco casos.
A taxa foi de 13,91 vítimas por 100 mil habitantes.
Variação em relação a 2024
Na comparação com o ano anterior, o levantamento aponta redução de 13,93% nos casos de estupro de vulnerável e queda de 41,43% nos registros de estupro.
Os dados são informados pelos estados ao Ministério da Justiça e consolidados no Sinesp, sistema oficial de monitoramento dos indicadores de segurança pública no país.
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Polícia Civil desmente áudios sobre supostos sequestros de crianças em Acrelândia e alerta para disseminação de fake news
Investigação identifica autores de gravações que causaram pânico na população; autoridades enfatizam que não há registro de casos e pedem que moradores verifiquem informações antes de compartilhar
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Acrelândia, informou nesta segunda-feira (3) que os áudios que circulam em grupos de WhatsApp sobre supostas tentativas de sequestro de crianças no município não procedem. De acordo com a instituição, não há qualquer materialidade que comprove sequestro ou tentativa de sequestro de menores na cidade, o que configura mais um caso de disseminação de informações falsas pelas redes sociais.
A equipe policial identificou e ouviu as pessoas mencionadas nas gravações e constatou que as informações divulgadas não passam de boatos. Os áudios, que ganharam ampla circulação entre moradores locais, causaram preocupação e alarme na comunidade, mobilizando pais de família e gerando clima de tensão no município. A PCAC reforça que não foram registradas ocorrências que confirmem as narrativas veiculadas nas mensagens de áudio.
A Polícia Civil informou ainda que mantém apuração sobre a origem e a disseminação dos áudios, com o objetivo de identificar os responsáveis pela propagação das fake news. A instituição orienta a população a não compartilhar informações sem confirmação oficial e a procurar imediatamente a delegacia para registrar ocorrência diante de qualquer situação suspeita. A PCAC ressalta que a verificação prévia de conteúdos evita o alarmismo desnecessário e preserva a segurança da comunidade.


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