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“Tolerância zero”, diz governador sobre a Operação G-7

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"No início da minha gestão eu disse tolerância zero à corrupção. Estamos buscando a verdade para tomar as providências"

“No início da minha gestão eu disse tolerância zero à corrupção. Estamos buscando a verdade para tomar as providências” – Foto: Arquivo

AGazeta.net

O governador Tião Viana, durante o ato de sanção da nova lei da licença-maternidade, que aconteceu no Palácio Rio Branco, comentou sobre a Operação G7, deflagrada pela Polícia Federal na madrugada de hoje, 10.

Segundo o governador, seu governo não esconde nada “debaixo do tapete” e diz confiar em sua equipe de trabalho. Diz ainda ser a favor das investigações.

“No início da minha gestão eu disse tolerância zero à corrupção. Estamos buscando a verdade para tomar as providências”, disse.

Na Operação G7, 15 pessoas entre secretários de Estado, empreiteiros e servidores foram presas acusadas de  fraudar licitações de obras públicas no Estado. A Polícia Federal cumpiu 34 mandados de busca e apreensão em órgãos públicos nos municípios de Rio Branco e Tarauacá.

Veja a nota divulgada pelo Governo do Estado.

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Rio Acre segue em queda em Rio Branco e nível fica abaixo da cota de alerta

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Mesmo com recuo, Defesa Civil mantém monitoramento; volume de chuva foi baixo nas últimas 24 horas

A Defesa Civil de Rio Branco divulgou, na manhã desta sexta-feira (3), novo boletim sobre a situação do Rio Acre na capital. De acordo com os dados atualizados às 6h23, o nível do manancial marcou 12,90 metros, apresentando tendência de queda.

Nas últimas 24 horas, o volume de chuva registrado foi de 2,65 milímetros, considerado baixo e que contribui para a redução gradual do nível do rio.

Apesar da diminuição, o nível ainda se mantém próximo da cota de alerta, estabelecida em 13,50 metros. Já a cota de transbordo é de 14,00 metros, o que mantém o monitoramento por parte das autoridades.

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Rio Envira transborda pela quarta vez em 2026 e afeta cerca de 500 pessoas em Feijó

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Cheia atinge principalmente comunidades indígenas e ribeirinhas; nível do rio segue em elevação

O Rio Envira voltou a transbordar no município de Feijó, no interior do Acre, pela quarta vez somente em 2026. De acordo com a Defesa Civil Municipal, cerca de 500 pessoas já foram diretamente afetadas pela cheia, a maioria delas pertencente a comunidades indígenas situadas na região do baixo Envira.

Segundo o informativo hídrico divulgado nesta sexta-feira (3), o nível do rio atingiu 12,34 metros às 7h, ultrapassando a cota de transbordamento, que é de 12 metros. No dia anterior, o nível estava em 12,27 metros, indicando tendência de elevação contínua.

A situação mantém as autoridades em alerta, já que o nível atual também está acima da cota de alerta, estabelecida em 11 metros.

As famílias atingidas enfrentam dificuldades, especialmente nas aldeias e comunidades ribeirinhas mais isoladas, onde o acesso já é limitado. Com o avanço das águas, há impactos na mobilidade, na segurança alimentar e no acesso a serviços básicos.

A Defesa Civil segue monitorando a situação e prestando assistência às famílias afetadas, com apoio da Prefeitura de Feijó e do Corpo de Bombeiros.

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Psicóloga sofre fraturas após elevador despencar em condomínio de luxo em Rio Branco

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Vítima ficou presa por mais de duas horas até ser resgatada por bombeiros e socorristas

A psicóloga Ananda de Oliveira Vasconcelos, de 36 anos, sofreu fraturas nas duas pernas após a queda de um elevador na noite desta quinta-feira (2), no Condomínio Florença, localizado no bairro Jardim Europa, área nobre de Rio Branco.

De acordo com informações repassadas à imprensa, Ananda havia saído para fazer compras e, ao retornar ao prédio, entrou no elevador com destino ao 8º andar. Durante a subida, o equipamento apresentou uma falha e entrou em queda livre.

O elevador só parou ao atingir o 1º andar, quando o sistema de segurança acionou automaticamente o freio de emergência, evitando um impacto direto no térreo. Apesar disso, a frenagem brusca provocou um forte impacto dentro da cabine, causando o chamado “efeito chicote”, que resultou em fratura no tornozelo direito e nos dois joelhos da vítima.

Sem conseguir se levantar, a psicóloga permaneceu caída dentro do elevador por cerca de duas horas e meia. A cabine ficou parada entre o térreo e o primeiro andar, desalinhada com as portas, o que dificultou o resgate.

Equipes do Corpo de Bombeiros Militar foram acionadas e realizaram o desencarceramento com o apoio de técnicos da empresa responsável pela manutenção do elevador, que atuaram para reposicionar a cabine até o nível do 1º andar.

Durante a operação, profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência prestaram os primeiros socorros ainda com a vítima dentro do elevador, mantendo contato por meio das câmeras internas.

Após a abertura da cabine, Ananda recebeu atendimento médico mais completo e foi encaminhada ao pronto-socorro da capital em estado de saúde estável. Segundo a equipe médica, exames de imagem devem avaliar a existência de outras possíveis lesões.

Familiares relataram que o elevador havia passado por manutenção recente, mas as causas da falha ainda são desconhecidas. O caso deverá ser apurado.

 

 

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