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Acre

TJAC investe em vigilância eletrônica na Capital e interior do Estado

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O Sistema de Alarme e Circuito Fechado de Televisão (CFTV) já foi instalado em todas as comarcas com exceção de Santa Rosa, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo.

O investimento do Tribunal de Justiça Acreano é de mais de R$ 700 mil na implantação dos sistemas de Alarme e o Circuito Fechado de Televisão (CFTV).

A implantação das novas tecnologias coloca o Tribunal de Justiça na frente de vários outros tribunais na busca pela segurança de todos.

O sistema permitirá que a Assessoria Militar possa fazer controle do fluxo de pessoas nos prédios do TJAC, bem como, maximizar os níveis de segurança dos magistrados, servidores e jurisdicionados.

“Todas as comarcas já dispõem do sistema que dobra a sensação de segurança, se acontecer alguma intrusão ou algum incidente dentro das comarcas. Isso gera um sensação de segurança tanto para o servidor quanto para o usuário do sistema. Em fevereiro do ano passado foi iniciado um estudo sobre as vulnerabilidades, e o que poderia ser feito para aumentar a segurança efetiva nas comarcas e na Capital, disse o assessor-chefe militar, Glayson Dantas.

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Como funciona o CFTV

O sistema de vigilância eletrônica ofertado na licitação foi desenvolvido em um dos Centros de Pesquisa mais avançados da América Latina, sendo composto de central de alarme monitorada com 18 zonas, sensor de barreira, sensor infravermelho passivo e sirene.

A central é protegida contra sabotagem, garantindo a comunicação mesmo com falha ou corte da linha telefônica. Permite, ainda, o acesso remoto através do celular e notificação via SMS.

O monitoramento e a gravação de imagens serão realizados por câmeras especiais de alta resolução, permitindo o acesso remoto, através de computadores, tablets e smartphones.

Dessa forma, o Tribunal também vai assumir todo o sistema de vigilância eletrônica, atualmente executado por empresa terceirizada, o que vai permitir uma economia de R$ 624 mil por ano.


AGÊNCIA TJAC
GERÊNCIA DE COMUNICAÇÃO – GECOM

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Acre

Líder de facção criminosa é preso em operação policial no Bujari

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Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe de investigação da Delegacia Geral em Bujari, prendeu na manhã deste sábado, 5, V.S.G.S., de 26 anos, apontado como uma das principais lideranças de uma organização criminosa que atua no município. A prisão ocorreu durante uma operação que cumpriu mandados de busca e apreensão, além de mandado de prisão preventiva.

A ação integra uma investigação em curso que apura a atuação de grupos criminosos na região. V.S.G.S. é suspeito de envolvimento em diversos crimes, como tráfico de drogas, organização criminosa, ameaça, lesão corporal e homicídio. Segundo informações levantadas no decorrer das apurações, ele teria assumido a posição de comando da facção após a prisão das lideranças anteriores, passando a se autointitular como o “chefe” da organização em Bujari.

A autoridade policial responsável pelo caso destacou a importância da prisão para a tranquilidade dos moradores do município. “A retirada desse indivíduo de circulação representa um passo essencial na manutenção da ordem pública. Trata-se de uma figura que vinha impondo medo à comunidade e coordenando atividades ilícitas que comprometem a segurança local”, afirmou.

As investigações continuam em andamento e, segundo a Polícia Civil, outros integrantes do grupo criminoso já foram identificados e também poderão ser responsabilizados judicialmente.

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Acre

Vídeo: Condenado por abusar da sobrinha de 7 anos é preso pela Polícia Civil em Manaus

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (DECAV), com o apoio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), da Polícia Civil do Amazonas, prendeu na última sexta-feira, 4, D.S.T., de 52 anos, condenado em última instância por abuso sexual contra a própria sobrinha, que tinha apenas sete anos na época dos crimes.

O condenado foi localizado enquanto trabalhava em uma academia de uma conhecida rede de franquias na cidade de Manaus. O caso teve início em 2021, após a mãe da vítima denunciar os abusos à polícia em Rio Branco (AC). Desde então, o acusado havia se mudado para o Amazonas, onde passou a viver e trabalhar, até ser descoberto pelas autoridades.

Com o processo já transitado em julgado, foi expedido um mandado de prisão no início de março deste ano. A partir disso, os investigadores da DECAV iniciaram diligências e conseguiram identificar o novo local de residência e trabalho do acusado, culminando em sua prisão.

O delegado, Cleylton Videira, responsável pela investigação na época dos fatos, destacou a importância da cooperação entre os estados. “Casos de violência sexual contra crianças exigem respostas firmes e coordenadas. Esta prisão demonstra que, mesmo com a tentativa de fuga e mudança de estado, a Justiça será feita. A PCAC não mede esforços para garantir a responsabilização de criminosos, especialmente quando envolvem vítimas tão vulneráveis”, destacou.

D.S.T., de 52 anos, foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

 

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Acre

“Quadrilha do Pix” é solta com tornozeleiras eletrônicas; veja os nomes dos 13 acusados

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“Quadrilha do Pix” terá liberdade com monitoramento eletrônico após decisão judicial

Líderes do esquema, que extorquia idosos, tinham meta de R$ 200 mil por mês; Justiça impôs medidas rígidas

Os 13 integrantes da organização criminosa conhecida como “Quadrilha do Pix”, presos em uma operação conjunta do GAECO e BOPE, obtiveram liberdade provisória após audiência de custódia no Fórum Criminal, na tarde de quinta-feira (3). No entanto, a Justiça impôs medidas cautelares rígidas, incluindo o uso de tornozeleiras eletrônicas, proibição de contato entre os acusados e distância mínima de 200 metros entre eles.

Entre os soltos está Maxiana Bessa Carioca, uma das líderes do esquema, que havia deixado a delegacia um dia antes após pagar R$ 10 mil de fiança. Seu companheiro, Bruno Ricardo Pires Carioca, também apontado como chefe da quadrilha, foi liberado junto com os outros 11 acusados:

– Ana Kellry da Silva Vasco
– Bianca Oliveira da Silva
– Ricardo Pires Carioca
– Bruno Silva do Couto
– Dhemeson Valente da Silva
– Geovana Camurça do Nascimento
– Igor Silva de Souza
– Pedro Henrik da Rocha Ferreira
– Tais Simões Azevedo
– Tarsila do Nascimento Dias
– Thays Lopes de Lima
– Wellington Alves da Silva

Esquema milionário e alvo preferencial: idosos

Segundo investigações do GAECO, a quadrilha operava com metas diárias de R$ 10 mil por integrante, totalizando R$ 200 mil mensais. As principais vítimas eram idosos e pessoas com pouco conhecimento sobre transações financeiras, enganadas por golpes envolvendo o Pix.

O juiz da Vara das Garantias alertou que qualquer descumprimento das regras pode resultar na revogação da liberdade e na decretação de prisão preventiva. Enquanto isso, as investigações continuam para apurar a extensão dos crimes e possíveis novos envolvidos.

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