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Tentativa de assalto termina com suspeito morto em Sena Madureira

Corpo do assaltante foi encontrado com marcas de atropelamento e tiros na cabeça.
Fazendeiro e sobrinho teriam sido abordados por dois criminosos no Ramal do Ouro. Polícia Civil investiga o caso para identificar autores e esclarecer a dinâmica do crime
Uma tentativa de assalto terminou de forma trágica na noite de sábado (14), no Ramal do Ouro, no km 38 da BR-364, na região de Sena Madureira, interior do Acre. Um dos suspeitos, que não teve a identidade revelada, foi encontrado morto com marcas de atropelamento e perfurações de tiros na cabeça, segundo informações da Polícia Militar.
De acordo com o relato de testemunhas, o crime ocorreu por volta das 21h40, quando um fazendeiro e seu sobrinho estavam parados à margem da rodovia para pegar óleo diesel. Eles foram surpreendidos por dois criminosos, um deles portando uma arma de fogo. O objetivo dos assaltantes seria roubar a caminhonete do fazendeiro.
No entanto, uma das vítimas conseguiu correr em direção ao ramal, sendo perseguida por um dos criminosos. Minutos depois, moradores próximos relataram ter ouvido disparos de arma de fogo. Em seguida, a caminhonete que estava no local deixou a região rapidamente.
A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar no local, encontrou o corpo de um dos suspeitos caído na estrada. Ele apresentava ferimentos provocados por atropelamento e tiros na região da cabeça. Após a perícia no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exames cadavéricos.
Investigações em andamento
Os indícios apontam para uma possível luta corporal entre o fazendeiro e o assaltante antes do desfecho fatal. A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar o caso, identificar os envolvidos e esclarecer a dinâmica dos acontecimentos.
Apesar das buscas realizadas na região, o fazendeiro e o sobrinho não foram localizados para prestar depoimento. As autoridades agora trabalham para entender se eles agiram em legítima defesa ou se houve algum tipo de execução.
O caso gerou repercussão entre os moradores locais, que cobram maior segurança nas estradas e ramais da região. A área rural de Sena Madureira tem enfrentado uma crescente onda de assaltos, especialmente contra fazendeiros e motoristas que trafegam em locais de pouco movimento e sem sinal de telefonia.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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