Brasil
Temperatura deve cair no Sul e no Sudeste, alerta Inmet; veja previsão
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu sete alertas para diversas regiões do Brasil nesta terça-feira (4). Na região Sul, foram emitidos dois alertas: um para ocorrência de geada e outro para declínio de temperatura. Esses alertas abrangem todo o território do Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina.
No Sudeste, também foram emitidos dois alertas: um para declínio de temperatura e outro para chuvas intensas. As áreas afetadas incluem parte do estado de São Paulo e a Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
No Nordeste, o Inmet emitiu dois alertas para acumulado de chuva, abrangendo desde a Bahia até o Rio Grande do Norte. Enquanto isso, no Norte, há alerta de chuvas intensas para Amazonas, Roraima, Amapá e Pará. A meteorologista Andrea Ramos destacou que as regiões Norte e Nordeste deverão ter os maiores volumes de chuva, devido à circulação de umidade na faixa litorânea.
No Centro-Oeste, não são esperadas chuvas, e o dia começa ensolarado, com poucas nuvens no céu.
Sudeste
Para o Sudeste, foram emitidos dois alertas. O primeiro é um alerta de declínio de temperatura com grau de “Perigo Potencial”, entre São Paulo e Rio de Janeiro. As áreas afetadas incluem cidades paulistas como Campinas, Bauru, Piracicaba e Itapetininga, além da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. As temperaturas mínimas podem chegar a 3ºC, com “leve risco à saúde”. A previsão é que o alerta termine somente às 6h de amanhã.
O segundo alerta é de chuvas intensas, também com grau de “Perigo Potencial”. As áreas afetadas incluem a região metropolitana de São Paulo, o litoral sul paulista e o Vale do Paraíba paulista. Espera-se chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos de 40 a 60 km/h. Há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. A previsão é que o alerta termine às 23h59min desta terça-feira (4).
Sul
No Sul do país, o Inmet fez dois alertas. O primeiro é um alerta de geada devido à advecção, que é a transmissão de calor pelo deslocamento de uma massa atmosférica na horizontal. Classificado como “Perigo Potencial”, este alerta abrange cidades do Rio Grande do Sul, incluindo Erechim, Passo Fundo, Pelotas, Bagé, Novo Hamburgo e Caxias do Sul.
O segundo alerta, também classificado como “Perigo Potencial”, é para declínio de temperatura. Este alerta cobre todo o estado do Rio Grande do Sul e parte do estado de Santa Catarina, estendendo-se até Blumenau, com leve risco à saúde. As temperaturas mínimas e máximas serão de 3ºC e 5ºC, respectivamente, com previsão de término às 18h desta terça-feira (4).
Previsão
No Norte, chuvas intensas classificadas como “Perigo Potencial” abrangem parte do Amazonas, todo o estado de Roraima e Amapá, além de parte do Pará. A previsão indica precipitação entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos de 40 a 60 km/h. Há um baixo risco de cortes de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. O alerta está previsto para terminar às 10h desta terça-feira (4).
Para o Nordeste, foram emitidos dois alertas para acumulado de chuva: um de “Perigo” e outro de “Perigo Potencial”. O alerta de “Perigo” indica chuvas entre 30 a 60 mm/h ou 50 a 100 mm/dia, além de riscos de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios, em cidades com tais áreas de risco. O alerta de “Perigo Potencial” prevê chuvas entre 20 a 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em áreas com risco.
Não há previsão de chuvas para esta terça-feira (4) no Centro-Oeste do país. As temperaturas mínimas e máximas na região variam entre 18°C e 30°C. Em todos os estados terá sol durante o dia e poucas nuvens no céu.
Na previsão específica para o Rio de Janeiro, os termômetros devem ficar entre 17°C e 24°C, com céu nublado e chances de chuva isolada. Em São Paulo, as temperaturas ficam entre 16°C e 18°C, com muitas nuvens no céu e possibilidade de chuva isolada.
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Fonte: Nacional
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Brasil
Alan Rick afirma que vice na chapa ao governo será escolhido na reta final e confirma conversas com grupo de Sena Madureira
Senador citou o deputado Gene Diniz como um dos nomes em análise, mas destacou que a definição deve ocorrer próximo às convenções; composição envolve articulações com o MDB e outras regiões do estado

Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores
Alan Rick diz que vice será definido como “última escolha” e confirma diálogo com grupo de Sena Madureira
O senador Alan Rick (Republicanos) detalhou, em entrevista à imprensa de Rio Branco, como tem sido o diálogo com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao governo do Acre. Entre os nomes citados, o senador confirmou a possibilidade do deputado Gene Diniz, irmão do prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz.
Ao ser questionado se a vaga de vice teria sido oferecida ao grupo de Sena Madureira, Alan confirmou as conversas:
“O nome do Gene foi colocado na mesa. E como eu te falei, o vice a gente não escolhe agora, né? O vice é uma das últimas escolhas que a gente faz”.
A informação gera um contraponto porque o prefeito de Sena também articula a indicação de um dos nomes da sua base para disputar as eleições pelo MDB, partido que está na base da atual vice-governadora Mailza. A informação foi confirmada pelo presidente do diretório municipal, Vagner Sales.
“O Gerlen é um cara maduro na política, sabe que existem composições que não podem ser feitas de forma intempestiva. A gente tem que olhar para todo o cenário político”, disse o senador.
Opções amplas e decisão estratégica
Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores: “Tem o nome da querida Ana Paula [Correa], tem outros nomes… esses dias já citaram o nome do empresário Rico Leite”. Ele também não descartou uma composição com o Juruá: “Mas o vice também pode vir do Juruá, viu? Por que não? […] Vamos deixar as coisas acontecerem”.
Alan Rick foi enfático ao dizer que não pretende apressar a decisão, tratando-a como um movimento estratégico de última hora: “O vice é a última escolha. É lá já pertinho ou no meio das convenções que a gente, diante de todo o cenário criado, faz a escolha”.

Alan Rick (Republicanos) em entrevista para a imprensa de Rio Branco, tem diálogado com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao Governo do Estado. Foto: captada
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Luiz Gonzaga condiciona permanência no PSDB à formação de chapa competitiva e sinaliza apoio a Bocalom
Primeiro-secretário da Aleac afirma que aguarda definição dos nomes da chapa proporcional; parlamentar diz que, se ficar, apoiará a pré-candidatura de Tião Bocalom ao governo do Acre

Luiz Gonzaga, afirmou a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição. Foto: captada
Luiz Gonzaga avalia ficar no PSDB para reeleição, mas aguarda definição de chapa
O deputado estadual e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Luiz Gonzaga, afirmou na manhã desta terça-feira (31) que avalia a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição, condicionando a decisão à formação de uma chapa competitiva no partido. Gonzaga frisou que ficar na sigla implicaria no apoio a Tião Bocalom, presidente do partido e pré-candidato ao governo do Acre em 2026.
Em conversa com a imprensa, Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da legenda antes de bater o martelo sobre seu futuro político.
“O presidente do partido ficou de me apresentar uma lista com os nomes dos pré-candidatos. Estou esperando isso para poder decidir. Sou do PSDB, já disputei mais de oito mandatos pelo partido. Se tiver chapa, possivelmente eu vou ficar e apoiar o Bocalom”, declarou.
Gonzaga foi presidente da Aleac e atualmente é o primeiro-secretário da Casa. O parlamentar sempre integrou a base de apoio ao governador Gladson Cameli.
Apesar das sinalizações, Gonzaga reforçou que ainda não há decisão definitiva e que o cenário político segue em construção.

Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da sigla antes de bater o martelo sobre seu futuro político. Foto: captada
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Quatro deputados estaduais do Acre se filiam ao União Brasil em ato em Brasília
Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo reforçam bancada da sigla no estado; partido já havia recebido adesão de Afonso Fernandes na última semana

Os deputados Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo oficializaram suas filiações. Foto: captada
União Brasil amplia bancada no Acre com filiação de quatro deputados estaduais
Os deputados estaduais Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo oficializaram, nesta terça-feira (31), suas filiações ao União Brasil. O ato ocorreu em Brasília e contou com a presença do presidente nacional da sigla, Antônio Rueda, e do dirigente estadual, Fábio Rueda, consolidando um movimento que já vinha sendo articulado nos bastidores da política acreana.
Com a chegada dos quatro parlamentares, o União Brasil amplia significativamente sua representação no estado, tornando a chapa mais competitiva para as eleições de 2026. Na última semana, a sigla já havia recebido reforço com a filiação do deputado Afonso Fernandes.
A movimentação reforça a estratégia do partido de consolidar uma bancada robusta no Acre nos próximos meses, em meio às articulações para o pleito estadual e federal.

A articulação contou com a participação do presidente nacional do partido, Antônio Rueda. Foto: captada

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