Acre
Sinhasique diz que Governo alugou prédio do Colégio Meta por R$ 600 mil e o manteve fechado
A peemedebista Eliane Sinhasique usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), na manhã desta quarta-feira (17), para denunciar que o Governo alugou o prédio do antigo Colégio Meta em 2015, por R$600 mil, e não deu utilização ao local. Depois desapropriou o prédio para transformá-lo no Museu dos Povos Acreanos.
Se cultura fosse prioridade no PT, ele teria cuidado dos espaços existentes que estão abandonados ou teria utilizado o valor do aluguel do prédio que ficou fechado para fazer a manutenção do Museu da Borracha, por exemplo. No entanto, alugaram o prédio para nada. Jogaram dinheiro público fora”.
Sinhasique explica que o Tribunal de Contas do Estado abriu um processo para averiguar essa situação e chegou à conclusão de que a locação do prédio, efetuada pela Fundação Elias Mansour, é irregular. “Agora, querem abater o valor que pagaram no aluguel, na desapropriação do prédio. Ô PT enrolado”.
Além disso, a parlamentar questionou o fato de o dono da empresa Emot Construções Ltda, que vai construir o Museu dos Povos Acreanos, está sendo investigado por fraude em licitação.
“O empresário Carlos Bandeira Domingos está sendo investigado por ter capitalizado a empresa Emot com recursos desviados da Fundação Nacional do Índio (Funai), órgão de onde era servidor. Olha nas mãos de quem vai parar uma obra de R$ 32 milhões”.
Para a deputada, o PT não prioriza as necessidades do povo e usa discursos vazios para justificar seus erros. “Esses R$600 mil gastos com aluguel são prova de que o PT não se preocupa com cultura, nem com saúde, nem com educação. Esse dinheiro gasto de forma desnecessária falta nas necessidades básicas do Estado. O PT gasta muito, gasta mal e deixa a conta para o povo do Acre pagar”.
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Acre
Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia
Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.
De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.
No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.
O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.
Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.
O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.
O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.
A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.
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Acre
Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza
Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu
O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.
De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.
O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.
Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.










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