Acre
Sinhasique cobra trafegabilidade nos ramais para que produção rural seja escoada
A deputada estadual Eliane Sinhasique (PMDB) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), na manhã desta quarta-feira (26), para cobrar trafegabilidade nos ramais para que a produção rural seja escoada e estudo do solo para que este seja melhor utilizado.
“Poderíamos ter aqui uma maior produtividade, uma melhor utilização do solo. A gente ouve falar em aumento da produção, mas não se discute a produtividade da terra. Temos produtores rurais produzindo em pequena escala por conta da pouca trafegabilidade dos ramais”.
Grande parte dos ramais não dão condições de tráfego para que a produção seja retirada e comercializada. Frutas, legumes e até madeira estragam na zona rural.
Para exemplificar o que disse, Sinhasique denunciou que foram alocados R$ 2.504.778,43, no Contrato 2228/OC-BR, para fazer a abertura e a manutenção de 15 km de ramais na Floresta Estadual do Antimary e não foram feitos nem 5 km.
“Estive na reserva do Antimary há 15 dias. O ramal não foi feito e o dinheiro se perdeu pelo meio do caminho. É complicado! Dinheiro tem, mas não é utilizado. Resta saber onde está o dinheiro. Por falta de trafegabilidade, quase 3 mil m³ de madeira apodreceram na Floresta”.
Sem gerência
Outro assunto grave colocado em pauta pela deputada, foi que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária do Acre (INCRA/AC) está há 3 meses sem superintendente.
“Como pode um órgão como o Incra ficar tanto tempo acéfalo, sem gerência? Será que aqui no Acre não temos pessoas qualificadas para responder por reforma agrária, por abertura e manutenção de ramais?”, criticou.
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Acre
“Nada substitui a presença de um policial, por isso a importância da Guarda Municipal”, diz Samir Bestene após agressão no Restaurante Popular
Por Dell Pinheiro
O vereador Samir Bestene (PP) voltou a cobrar medidas mais efetivas na área da segurança pública após mais um caso de agressão registrado no Restaurante Popular da Capital. O desabafo foi feito na durante a sessão na Câmara de Rio Branco,
Segundo o parlamentar, o episódio que envolveu uma mulher agredida por uma pessoa em situação de rua, evidencia o agravamento da violência urbana e reforça a necessidade de fortalecimento da segurança no município.
“Isso agrava muito mais a questão da violência da nossa Capital e também levanta um questionamento sobre a atuação da guarda municipal”, afirmou.
Bestene destacou que o tema já vem sendo debatido de forma recorrente no Legislativo municipal e defendeu a criação da chamada polícia municipal, com base em mudanças recentes na legislação federal.
“A segunda mulher agredida ali no restaurante popular demonstra a importância da criação agora da polícia municipal. É mais uma força para contribuir com a Polícia Militar e dar uma sensação maior de segurança à população”, pontuou.
O vereador também ressaltou que, embora o videomonitoramento seja uma ferramenta importante no combate à criminalidade, ele não substitui a presença de agentes nas ruas.
“O videomonitoramento é importantíssimo para identificar ocorrências, mas nada substitui a presença física de um policial, que pode inibir agressões físicas ou verbais”, disse.
Para o parlamentar, o reforço no efetivo e a atuação mais próxima da população são fundamentais para garantir segurança tanto aos servidores públicos quanto aos cidadãos que utilizam os espaços públicos da cidade.
“Precisamos dar essa sensação de segurança para quem trabalha e para quem vive o dia a dia nos espaços públicos de Rio Branco”, frisou o progressista.
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Acre
Prefeitura de Rio Branco recebe aval do Rio Branco FC para avançar em projeto de revitalização do centro
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Acre
Temporal alaga ruas e assusta moradores em Brasiléia e Epitaciolândia
Chuva intensa provoca pontos de alagamento; nível do Rio Acre segue em queda
Uma forte chuva registrada na tarde desta terça-feira (31) causou alagamentos e assustou moradores de Brasiléia, Epitaciolândia e Cobija.
De acordo com dados da Agência Nacional de Águas, o volume acumulado foi de aproximadamente 31,8 milímetros nas últimas quatro horas. Apesar da intensidade da chuva, o nível do Rio Acre apresentou queda, passando de 8,42 metros entre domingo e segunda-feira para 5,92 metros ao final do dia.
Em Brasiléia, bairros da parte alta, como José Moreira e Ferreira Silva, registraram ruas alagadas devido ao grande volume de água, evidenciando limitações no sistema de drenagem urbana. Moradores relataram susto com a rapidez do acúmulo de água nas vias.
Até o momento, não há registros de danos materiais em residências atingidas. Segundo informações, a prefeitura trabalha em projetos para melhorar a drenagem e minimizar os impactos de temporais futuros.





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