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Sindicalista que criticou demissões acumula 4 contratos e ganha salário de mais de R$ 20 mil

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Nas redes, a sindicalista alegou que muitos dos profissionais dispensados são mães solo e pessoas que dependem do vínculo para o sustento de suas famílias

A demissão de cerca de 200 profissionais da saúde contratados de forma emergencial durante a pandemia de covid-19 ganhou contornos dramáticos no Acre. O Sindicato dos Profissionais e Auxiliares de Enfermagem e Enfermeiros do Estado (Spate) tem publicado relatos nas redes sociais destacando a preocupação com o impacto social das dispensas, que atingiram trabalhadores que, em muitos casos, são o único sustento da família.

A repercussão aumentou após a presidente do sindicato, Alesta Amancio da Costa, aparecer chorando em vídeo, lamentando o fim dos contratos. No entanto, a dirigente acumula atualmente quatro vínculos com o poder público, três com o governo do Estado e um com a Prefeitura de Rio Branco, e recebe, somando os salários, mais de R$ 20 mil por mês.

Os contratos dos servidores encerraram em abril, para lotação dos aprovados em concurso público. Nas redes, a sindicalista alegou que muitos dos profissionais dispensados são mães solo e pessoas que dependem do vínculo para o sustento de suas famílias.

No entanto, dados públicos, mostram que a presidente do Spate mantém 2 contratos com a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), sendo um de 40 horas semanais e outro de 44 horas semanais.

Ela também possui vínculo com a Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco (Semsa), juntando todos os contratos a carga horária ultrapassa 100 horas semanais.

A Constituição Federal permite, em seu artigo 37, a acumulação de até dois cargos públicos por profissionais da saúde, desde que haja compatibilidade de horários.

O caso da sindicalista, porém, levanta questionamentos sobre a legalidade e a viabilidade dessa jornada.

O acúmulo de cargos por Alesta é alvo de apuração pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). Em outubro de 2023, a promotora de Justiça Myrna Teixeira Mendoza, da 1ª Promotoria Especializada de Defesa do Patrimônio Público, enviou ofício à Sesacre solicitando a apresentação de documentos que comprovassem a compatibilidade de horários, além de folhas de ponto, escalas e plantões referentes ao período de janeiro a outubro de 2023 da profissional.

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Polícia investiga morte de menina de 9 anos em UPA de Campo Grande

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UPA em Campo Grande

A Polícia Civil investiga a morte de uma menina de 9 anos que deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário, na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Campo Grande (MS).

As autoridades foram acionadas para atender a ocorrência na unidade de saúde, onde a equipe médica informou que a criança não apresentava indícios de violência nem sinais de maus-tratos.

Materia em atualização

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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CNJ mantém pena de juiz que omitiu relação com advogado de facção

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Juiz juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto - Metrópoles

O juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), apresentou recurso contra a decisão que o aposentou compulsoriamente, em 2024, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que rejeitou o pedido e manteve a punição, nesta semana.

O conselho considerou que o magistrado não declarou suspeição ao julgar processo de advogado com quem manteve relacionamento. A defesa, por sua vez, alegou que ele estaria sendo vítima de homofobia na análise do caso.

Entretanto, ao apresentar divergência do relator — conselheiro Ulisses Rabaneda, que considerou parcialmente procedente o pedido de revisão disciplinar —, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, destacou que não vislumbrou conduta homofóbica do TJPB.

Ele enfatizou que o fato de o juiz manter proximidade com o profissional configurava violação ao Código de Ética da Magistratura e defendeu que as infrações cometidas pelo juiz comprometem de forma grave a imagem da magistratura.

“A clientela do advogado estava envolvida em organização criminosa, tráfico de drogas e homicídio. A independência e a imparcialidade não são privilégios do juiz, e sim garantias que o magistrado tem o dever de observar, preservar e guardar em favor do jurisdicionado, afastando-se de qualquer causa que potencialize a alteração da sua posição equidistante”, afirmou Campbell Marques.

Relembre o caso

O reú era da 2ª Vara da Comarca de Itaporanga (PB). A condenação teve como base acusações formuladas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), que apontou desvios funcionais do magistrado, incluindo a parcialidade em suas decisões judiciais, subversão da ordem processual e o favorecimento de um advogado amigo íntimo.

O advogado, investigado por sua proximidade com uma facção criminosa, foi citado em diálogos interceptados que indicavam seu poder de influência junto ao juiz para desmanchar processos criminais. O magistrado também foi acusado de compartilhar informações sigilosas das investigações com o advogado, que repassaria esses dados para os criminosos.

A decisão unânime pela aposentadoria compulsória, que garantiu ao magistrado vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, foi tomada devido à violação dos princípios de imparcialidade, decoro e moralidade pública por parte do juiz.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Mulher é atingida por bala perdida enquanto amamentava bebê no MS

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Projétil foi encontrado no local em que a mulher foi atingida

Uma mulher de 27 anos foi atingida no peito por uma bala perdida na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Dourados (MS). No momento do disparo, a vítima amamentava o filho de 1 ano.

Segundo informações iniciais, a mulher varria o quintal de casa e, logo em seguida, foi amamentar o filho quando os médicos constataram que uma munição havia ficado alojada em seu corpo.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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