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Acre

Sexta-feira no Acre terá sol, calor e chuvas pontuais, com possibilidade de tempestades isoladas

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Previsão aponta chuva intensa em algumas regiões, acompanhada de raios e rajadas de vento; umidade do ar varia entre 45% e 100% ao longo do dia

O Acre terá uma sexta-feira (21) de tempo quente, com predomínio de sol e variação de nuvens, além de chuvas pontuais que podem ser intensas em algumas regiões, segundo previsão do portal O Tempo Aqui. As precipitações podem vir acompanhadas de raios e rajadas de vento moderadas, com probabilidade moderada de chuvas fortes em áreas isoladas.

A umidade relativa do ar ficará entre 45% e 55% durante a tarde, subindo para 90% a 100% ao amanhecer. Os ventos, soprando do sudeste e variando entre sul e leste, serão fracos a calmos, com rajadas moderadas em momentos de chuva.

Previsão de temperaturas por região:

Rio Branco, Senador Guiomard, Bujari e Porto Acre: mínimas entre 21°C e 23°C; máximas entre 31°C e 33°C.

Brasileia, Epitaciolândia, Xapuri, Capixaba, Assis Brasil e Santa Rosa do Purus: mínimas entre 21°C e 23°C; máximas entre 31°C e 33°C.

Plácido de Castro e Acrelândia: mínimas entre 21°C e 23°C; máximas entre 31°C e 33°C.

Sena Madureira e Manoel Urbano: mínimas entre 22°C e 24°C; máximas entre 31°C e 33°C

Tarauacá e Feijó: mínimas entre 23°C e 25°C; máximas entre 32°C e 34°C.

Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves: mínimas entre 23°C e 25°C; máximas entre 31°C e 33°C.

Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Jordão: mínimas entre 23°C e 25°C; máximas entre 31°C e 33°C.

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Acre

Projeto “Raízes Assis-Brasiliense” leva oficinas de desenho e valorização da cultura seringueira a estudantes de Assis Brasil

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Iniciativa da artista Franciele Rodrigues Feitosa, contemplada pela Lei Aldir Blanc, resgata história e memória dos seringueiros da região da Tríplice Fronteira

A atividade proporcionou aos alunos a oportunidade de conhecer mais sobre a vida dos homens e mulheres que viveram nos seringais da nossa floresta amazônica. Foto: cedida 

A Prefeitura de Assis Brasil, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Cultura e Juventude, realizou entre os dias 18 e 21 de março a primeira etapa do projeto “Raízes Assis-Brasiliense” na Escola Municipal Vicente Bessa.

A iniciativa, idealizada pela artista visual Franciele Rodrigues Feitosa e contemplada pela Lei Aldir Blanc 2024, tem como objetivo valorizar a cultura e a história dos seringueiros e seringueiras que fizeram parte da formação da região da Tríplice Fronteira acreana.

Durante quatro dias, 40 estudantes participaram de oficinas de desenho, onde puderam desenvolver habilidades criativas de forma leve e divertida, enquanto aprendiam sobre a vida e a importância dos homens e mulheres que viveram e trabalharam nos seringais da Floresta Amazônica.

As atividades buscaram resgatar a memória e as raízes do povo assis-brasiliense, destacando o papel fundamental dos seringueiros na construção da identidade cultural da cidade.

A secretária da Mulher, Cultura e Juventude, destacou a importância do projeto para a valorização da cultura local e para a formação das crianças. “O ‘Raízes Assis-Brasiliense’ não só ensina técnicas artísticas, mas também fortalece o vínculo dos estudantes com a história da nossa região, mostrando a eles a riqueza da nossa herança cultural”, afirmou.

O sucesso desta primeira etapa do “Raízes Assis-Brasiliense” abre caminho para novas ações que continuem a fortalecer a identidade cultural da cidade. Foto: cedida 

A artista Franciele Rodrigues Feitosa, responsável pelo projeto, ressaltou a satisfação em ver o entusiasmo dos alunos durante as oficinas. “É gratificante poder contribuir para que essas crianças conheçam e se orgulhem da história dos seringueiros, que tanto fizeram pela nossa região”, disse.

A Secretaria Municipal da Mulher, Cultura e Juventude agradeceu o empenho de todos os envolvidos no projeto e reforçou o compromisso da gestão em apoiar iniciativas que promovam a cultura local e a educação das crianças e jovens de Assis Brasil. O sucesso desta primeira etapa do “Raízes Assis-Brasiliense” abre caminho para novas ações que continuem a fortalecer a identidade cultural da cidade.

Serviço:

Projeto “Raízes Assis-Brasiliense”
Realização: Secretaria Municipal da Mulher, Cultura e Juventude de Assis Brasil
Artista responsável: Franciele Rodrigues Feitosa
Local: Escola Municipal Vicente Bessa
Próximas etapas: A confirmar

O projeto busca reforçar a importância da memória e das raízes do nosso povo, trazendo à tona a história dos seringueiros que tanto contribuíram para a formação da cidade e cultura. Fotos: cedidas

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Acre

Cinco cidades do Acre estão entre as 10 mais poluídas do Brasil em 2024, aponta ranking internacional

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O município de Sena Madureira ocupa o segundo lugar no ranking, seguido por Rio Branco (3º), Xapuri (8º), Manoel Urbano (9º) e Santa Rosa do Purus (10º)

Capital do Acre, registrou a pior qualidade do ar entre todas as capitais brasileiras, com índices de poluição que chegaram a interromper as aulas em diversos municípios devido ao avanço da fumaça. Foto: internet 

Um levantamento da plataforma internacional IQ Air, que monitora a qualidade do ar em diversos pontos do planeta, revelou que cinco cidades do Acre estão entre as 10 mais poluídas do Brasil em 2024. O município de Sena Madureira ocupa o segundo lugar no ranking, seguido por Rio Branco (3º), Xapuri (8º), Manoel Urbano (9º) e Santa Rosa do Purus (10º).

A lista foi liderada por Porto Velho, em Rondônia, e destaca a região Norte como a mais crítica em termos de poluição atmosférica no país.

O estudo utiliza o Índice de Qualidade do Ar (AQI, na sigla em inglês), métrica internacional que mede a concentração de microgramas de partículas por metro cúbico (µg/m³). Altos índices de AQI indicam maior presença de poluentes no ar, o que pode trazer sérios riscos à saúde, como problemas respiratórios e cardiovasculares.

Além das cidades acreanas, outras localidades do Norte e do estado de São Paulo completam a lista das mais poluídas. O resultado preocupa especialistas, que alertam para a necessidade de políticas públicas eficazes para reduzir a emissão de poluentes e melhorar a qualidade do ar na região.

A poluição atmosférica é um problema global, mas o ranking da IQ Air evidencia a gravidade da situação na Amazônia e em áreas urbanas do Norte do Brasil. As queimadas, o desmatamento e a falta de fiscalização ambiental são apontados como alguns dos principais fatores que contribuem para o agravamento do problema.

A lista foi liderada por Porto Velho, em Rondônia, e destaca a região Norte como a mais crítica em termos de poluição atmosférica no país. Foto: internet 

Enquanto isso, autoridades locais e organizações ambientais discutem medidas para combater a poluição e proteger a saúde da população. A conscientização sobre os impactos da degradação ambiental e a adoção de práticas sustentáveis são consideradas essenciais para reverter o cenário atual.

  • 0 a 5 µg/m³: a qualidade do ar é considerada inofensiva pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
  • 5.1 a 10 µg/m³: a qualidade do ar é aceitável, no entanto, pode haver um problema moderado de saúde para uma pequena parcela das pessoas com doenças respiratórias;
  • 10.1 a 15 µg/m³: índices são preocupantes para um número elevado de pessoas com doenças respiratórias. O público geral ainda não é afetado;
  • 15.1 a 25 µg/m³: índices são pouco saudáveis, e a maioria das pessoas é afetada. Pessoas com doenças respiratórias podem ter sintomas graves;
  • 25.1 a 35 µg/m³: muito prejudicial à saúde. Toda a população tem maior probabilidade de ser afetada;
  • A partir de 35 µg/m³: perigoso, todos podem sofrer efeitos mais graves para a saúde.

O levantamento indica que a cidade acreana com pior qualidade do ar, Sena Madureira, teve média de 27.3 µg/m³. A capital Rio Branco ficou com 23.6 µg/m³. Confira o ranking:

  • Porto Velho (RO) – 29,5 µg/m³
  • Sena Madureira (AC) – 27.3 µg/m³
  • Rio Branco (AC) – 23.6 µg/m³
  • Osasco (SP) – 22,1 µg/m³
  • Rio Claro (SP) – 20,8 µg/m³
  • Ribeirão Preto (SP) – 19,9 µg/m³
  • Carapicuiba (SP) – 19,4 µg/m³
  • Xapuri (AC) – 19,1 µg/m³
  • Manoel Urbano (AC) – 18,7 µg/m³
  • Santa Rosa do Purus (AC) – 18,7 µg/m³
Queimadas e poluição

As queimadas foram um dos principais fatores responsáveis pelo aumento da poluição do ar em cidades acreanas em 2024, segundo dados divulgados por especialistas e organizações ambientais. O ano fechou com um aumento de 32% no número de incêndios em comparação com 2023, agravando a qualidade do ar e impactando a saúde da população. Durante o verão, o estado enfrentou uma seca severa, com rios e igarapés atingindo níveis críticos, o que contribuiu para o cenário alarmante de queimadas urbanas e rurais.

Durante o verão, o estado enfrentou uma seca severa, com rios e igarapés atingindo níveis críticos, o que contribuiu para o cenário alarmante de queimadas urbanas e rurais. Foto: cedida 

Rio Branco, capital do Acre, registrou a pior qualidade do ar entre todas as capitais brasileiras, com índices de poluição que chegaram a interromper as aulas em diversos municípios devido ao avanço da fumaça. A situação reflete um problema nacional: o Brasil teve um aumento de 46% no número de queimadas em 2024, elevando a concentração de dióxido de carbono (CO²) na atmosfera e agravando os efeitos das mudanças climáticas.

Hugo Monteiro, geólogo da ONG SOS Amazônia, destacou que o cenário das queimadas foi preocupante em todo o país. “Além dos impactos locais, como a piora na qualidade do ar e os riscos à saúde, as queimadas contribuem significativamente para o aquecimento global”, explicou. Ele reforçou a necessidade de políticas públicas eficazes para combater o desmatamento e os incêndios, além de conscientizar a população sobre os riscos das queimadas ilegais.

A combinação de secas prolongadas, altas temperaturas e práticas inadequadas de manejo do solo tem ampliado os focos de incêndio no Acre e em outras regiões do Brasil. Enquanto isso, autoridades locais e organizações ambientais buscam soluções para mitigar os impactos das queimadas, que afetam não apenas o meio ambiente, mas também a qualidade de vida das populações urbanas e rurais.

A prevenção e o controle das queimadas são considerados essenciais para reverter o cenário atual, com especialistas defendendo a adoção de práticas sustentáveis e o fortalecimento da fiscalização ambiental. Enquanto isso, a população continua sofrendo com os efeitos da poluição do ar, que incluem problemas respiratórios, cardiovasculares e o aumento de internações hospitalares.

Secas prolongadas e incêndios urbanos e rurais pioram qualidade do ar; especialistas alertam para impactos na saúde e no meio ambiente. Foto: cedida

“De acordo com o Copernicus (observatório europeu), o Brasil emitiu mais de 180 megatoneladas de carbono na atmosfera e todas essas emissões foram em decorrência dessas queimadas”, acrescenta o especialista.

Ainda segundo Monteiro, as cidades do Norte ocuparam a maior parte das posições do ranking de cidades mais poluídas graças aos altos índices de queimadas registrados na região.
“A região que mais registrou focos de queimada, de acordo com o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)- e o bioma amazônico foi o mais atingido – registrou mais de 140 mil focos de queimada. E aí, mesmo com a queda do desmatamento, a gente sabe que teve uma queda no desmatamento. Mas o número de desmatamento ainda é muito grande, e a gente sabe que essa queda não tem muito o que comemorar, porque mesmo que não haja desmatamento, se há queimada, não tem como a árvore se recuperar após o fogo”, afirma.

Além das consequências sociais e de saúde ocasionadas pelos incêndios, o especialista chama atenção para os principais efeitos ambientais que as queimadas podem causar. O aumento na poluição atmosférica pode prejudicar os chamados “rios voadores”, como são chamadas as correntes de vapor de água que saem da Amazônia em direção a outras regiões do continente.

“Então, em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, foram registrados também chuva ácida, chuva tóxica, por conta dessa contaminação desses rios voadores. Tudo isso por conta da grande quantidade de CO² que foi liberada na atmosfera por conta das queimadas”, finaliza.

O aumento na poluição atmosférica pode prejudicar os chamados “rios voadores”, como são chamadas as correntes de vapor de água que saem da Amazônia em direção a outras regiões. Foto: internet 

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Acre

Por conta própria, família segue à procura de jovem pelo Rio Acre

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Foto: Whidy Melo/ac24horas

O Corpo de Bombeiros encerrou na tarde de quinta-feira (20) as buscas oficiais pelo corpo do jovem Roger Matos dos Santos, de 18 anos, que desapareceu após mergulhar no Rio Acre, em Rio Branco, no último fim de semana.

No entanto, em entrevista ao ac24horas Play, a família afirmou que seguirá com as buscas por conta própria. “O barco já desceu e eles estão realizando o trabalho de busca por conta própria no Rio Acre”, informou o repórter David Medeiros.

Para ajudar a família nas buscas, doações podem ser feitas via Pix (CPF: 044.931.032-99), em nome de Jovana Matos de Lima.

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