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Geral

Sesacre omite lista de passageiros do TFD que pode ter familiares ligados a poderosos

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A lista de passageiros do Tratamento Fora de Domicílio (TFD), gerida pela Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), está guardada a sete chaves. A pasta, apesar de questionada por 30 dias, e ter pedido mais prazo para enviar as informações, não cumpriu com o acordo feito com o ac24horas.

Diversas denúncias chegaram ao ac24horas em outubro desse ano alegando que pacientes de baixa renda estava sendo impedidos de viajar para outros estados, ou até de voltar para o Acre, porque a Sesacre não tinha dinheiro em caixa para a comprar das passagens.

Na contramão disso, servidores ligados à secretaria disseram ao site que o grave cenário era apenas para os “mais pobres” e que “parentes e amigos indicados por deputados e até magistrados estão fazendo tratamento em dia com passagens do TFD”. A denúncia foi feita, por telefone, no dia 10 de outubro.

Apensar de solicitado, por e-mail e telefone, em mais de 08 oportunidade, a Secretaria de Saúde do Acre não agendou entrevista com nenhum gestor da instituição, nem com algum servidores do setor de TFD que pudesse esclarecer a situação real do programa. Pior que isso, não emitiu sequer uma nota para esclarecer a demora.

O que chama a atenção é que a Sesacre omite dados públicos. Cerca de 10 dias após o primeiro pedido, a Gerência de Comunicação questionou se o número de passageiros (sem nome ou itinerário) e o valor total desembolsado pela pasta com a compra de passagens serviria.

No dia 25 de outubro, por e-mail, após vários pedidos, a Gerência de Comunicação da Sesacre informou que estaria, naquela data, reiterando o pedido dos dados ao setor do TFD, mas até o dia 13 de novembro, nenhuma outra mensagem ou informação sobre o assunto foi repassada.

 

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Humaitá “atropela” o Rio Branco em 45 minutos e garante vaga nas competições nacionais

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Fotos: Jhon silva

Em 45 minutos, o Humaitá conseguiu bater o Rio Branco por 3 a 0 na tarde desta quinta, 25, no Florestão, e garantiu a vaga nas competições nacionais (Copa do Brasil e Brasileiro da Série D) na temporada de 2025. Aldair, Fabinho e Ewerthon marcaram os gols do Tourão.

Um atropelo

O Humaitá abriu o placar aos 4 minutos com um gol do meia Aldair e aos 20 Fabinho ampliou para 2 a 0.

O Tourão realizou uma partida equilibrada enquanto o Rio Branco se desmontava em campo com as saídas dos zagueiros Jackson e Saulo, ambos machucados.

Aos 43, Ewerthon acertou um belo chute para fechar o placar e confirmar a vitória.

A segunda etapa do confronto foi um “amistoso” com um Rio Branco derrotado em campo.

Fala, Kinho!

“Foi um primeiro semestre muito difícil, mas felizmente conseguimos deixar a equipe onde encontramos com o calendário na temporada de 2025. Vamos planejar a Série D e tentar realizar uma grande campanha no torneio nacional”, declarou o técnico do Humaitá, Kinho Brito.

Rio Branco indefinido

Depois da derrota, o elenco do Rio Branco viaja para Manaus, no Amazonas, nesta quinta, e estreia no Brasileiro da Série D contra o Manauara. Contudo, o planejamento para o torneio vai ser fechado somente no retorno da delegação do Amazonas.

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Grávida de 7 meses nega dinheiro a pessoa em situação de rua e leva soco na barriga

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Casos como este são comuns entre os moradores de Cruzeiro do Sul; Creas esclarece que não há punição

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MPAC promove reunião em Brasileia para discutir políticas públicas educacionais a indígenas em contexto urbano

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Brasileia, com apoio do Núcleo de Apoio e Atendimento Psicossocial (Natera), realizou, na última segunda-feira (23), uma reunião para discutir os desafios enfrentados pela população indígena em contexto urbano do município no acesso à educação.

O encontro foi conduzido pelo promotor de Justiça Juleandro Martins e contou com a participação da secretária Municipal de Educação, Francisca da Silva Oliveira, do secretário Municipal de Meio Ambiente, Valdemir da Silva, da liderança indígena Marilza Jaminawa, além de representantes da Secretaria Estadual de Educação e Secretaria de Assistência Social do Estado do Acre.

Durante a reunião, foram discutidos temas como o alto índice de evasão escolar, a distorção idade-série, adequação do ensino à cultura indígena e promoção da tolerância e respeito à diversidade entre os demais estudantes.

O promotor de Justiça destacou a importância do diálogo para a construção de soluções para os problemas enfrentados pelos indígenas. “Nosso objetivo foi discutir sobre os desafios e caminhos para o acesso e permanência na escola dos indígenas em contexto urbano, bem como monitorar as pactuações que foram feitas nas edições anteriores em relação aos eixos saúde e assistência social”, afirmou.

Entre os encaminhamentos, destacam-se a realização de ações de conscientização com familiares sobre a importância da escolarização, mapeamento das crianças que estão fora da escola e envio da lista de evasões ao MPAC, além de levantamento de alunos que tenham perfil para Educação de Jovens e Adultos (EJA).

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