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Servidores do Iapen realizam visita técnica em sistema prisional dos estados do Alagoas, Ceará e Espírito Santo

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A chefe da Divisão de Educação Prisional do Iapen, Margarete Frota, explicou que a visita aos estados serviu para confirmar políticas já adotadas dentro do sistema prisional do Acre

A chefe da Divisão de Educação Prisional do Iapen, Margarete Frota, explicou que a visita aos estados serviu para confirmar políticas já adotadas dentro do sistema prisional do Acre. Foto: assessoria 

Com o objetivo de trocar experiências na área educacional, 14 servidores do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen), entre eles todos os chefes de divisão dos estabelecimentos penais do estado, além de servidores técnicos, chefes de departamentos e o diretor de Reintegração Social, fizeram uma visita técnica nas unidades prisionais dos estados do Alagoas, Ceará e Espírito Santo durante a última semana, dos dias 16 a 20 de dezembro.

Os servidores Francisca Luciana França Silva; Maria José Souza da Silva; Tarso de Sousa Costa; José de Jesus Viana; Margarete da Frota Santos; Edson de Menezes; Vanilla da Costa Pinheiro; Maycon Mendonça; André Vinício Silva de Assis; Luiz da Matta; Elves Barros dos Santos; Jair da Silva Lima; Rayfran Alves de Paula e Caio Pierre de Carvalho se dividiram em 3 grupos, cada um seguindo para um estado diferente, com a intenção de trocar experiências entre gestores das áreas de educação, cultura e esportes, alinhando as práticas e estratégias para a execução das atividades nessas áreas.

Houve trocar de experiências entre gestores das áreas de educação, cultura e esportes, alinhando as práticas e estratégias para a execução das atividades nessas áreas. Foto: ilustrativa 

Luiz da Matta, chefe do Departamento de Ensino e Produção Sustentável do Iapen, esteve no Ceará para visita técnica nos presídios do estado e falou sobre a ida. “É um estado que tem atingido um grande número para educação, reduzindo a taxa de analfabetismo, implementando políticas educacionais, capacitação profissional, oferta de trabalho, muitos termos de cooperação técnica, fundo rotativo. Então, o Ceará foi uma vitrine para todos nós do Acre. A gente sabe que os presídios têm estruturas diferentes, contam com procedimentos diferentes, mas são regidos por uma só lei e a gente quer implementar cada vez mais em nossas unidades políticas penais de excelência para atingir o nosso objetivo, que é o aumento de vagas educacionais, vagas de trabalho e a ressocialização”, ressaltou.

Servidores do Iapen no Acre visitam unidades prisionais do Espírito Santo. Foto: cedida

A chefe da Divisão de Educação Prisional do Iapen, Margarete Frota, explicou que a visita aos estados serviu para confirmar políticas já adotadas dentro do sistema prisional do Acre, mas também para abrir novos horizontes: “A visita institucional é uma troca muito valiosa para nós, pois podemos ver práticas que temos no nosso estado e que se reforçaram e outras práticas que vão enriquecer a nossa realidade, principalmente para os colegas que são os diretores de unidade. Eles conseguiram visualizar questões que, para nós, ainda eram bem difíceis de visualizar como real, como possível, e a visita nos abriu esse horizonte, abriu possibilidades. Nós estamos aqui planejando o que fazer quando a gente chegar em casa”.

O diretor de Reintegração Social, André Vinício, agradeceu pela recepção dos estados: “Gostaríamos de expressar nosso profundo agradecimento às administrações penitenciárias dos estados do Ceará, Alagoas e Espírito Santo, pela recepção calorosa e pelo apoio incondicional às nossas equipes do Acre durante a última semana. A oportunidade de conhecer de perto as estruturas e práticas adotadas em suas unidades prisionais foi de grande valor para todos nós”.

O diretor de Reintegração Social, André Vinício, agradeceu pela recepção dos estados: “Gostaríamos de expressar nosso profundo agradecimento às administrações penitenciárias dos estados do Ceará. Foto: assessoria 

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Acusado de homicídio é condenado a 52 anos de prisão pelo Tribunal do Júri em Rio Branco

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Conselho de Sentença absolve segundo réu por falta de provas; crime ocorreu em 2020 no Conjunto Jacarandá

Foto: Reprodução

Rogério Furtado dos Santos, conhecido como “Solução”, de 33 anos, foi condenado nesta terça-feira (10) a 52 anos de reclusão em regime fechado pelo crime de homicídio qualificado. A decisão foi proferida pelo Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri, em julgamento realizado no Fórum Criminal de Rio Branco e presidido pelo juiz Fábio Farias.

No mesmo julgamento, o Conselho absolveu Vagner de Aguiar Moraes, conhecido como “Latrô”, por falta de provas.

Rogério foi acusado pela execução de Jair de Figueiredo Castelo Filho, de 23 anos, crime ocorrido em 2020. Ele já havia sido condenado, em outubro do ano passado, a 42 anos de prisão por outro homicídio.

O crime

O assassinato julgado ocorreu na madrugada de 28 de janeiro de 2020. Conforme a denúncia, dois homens em uma motocicleta invadiram uma residência no Conjunto Jacarandá, no Segundo Distrito de Rio Branco. Dentro do imóvel, efetuaram diversos disparos contra Jair de Figueiredo Castelo Filho, que morreu no local.

Após o crime, os suspeitos fugiram levando o celular da vítima, na tentativa de dificultar as investigações. Dias depois, investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) identificaram Rogério Furtado e Valber Aguiar como suspeitos. À época, ambos haviam fugido do presídio local poucos dias antes do homicídio.

Os dois foram recapturados, indiciados e denunciados à Justiça. No julgamento realizado nesta terça-feira, o Conselho de Sentença decidiu pela condenação de Rogério Furtado e pela absolvição de Valber Aguiar por insuficiência de provas.

Com a nova condenação, Rogério soma 94 anos de reclusão, considerando também a pena de 42 anos imposta anteriormente pela morte de Wesley Santos Barbosa, de 19 anos, ocorrida em 2016, no Residencial Rosalinda.

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PCAC participa de operação da FICCO que mira esquema de tráfico interestadual e bloqueia até R$ 5 milhões em bens

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Investigação identificou grupo estruturado responsável por movimentar grandes quantidades de drogas pelo país. Foto: Emerson Lima/ PCAC

A Polícia Civil do Acre (PCAC) participou, nesta quarta-feira, 11, de uma operação integrada deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC), com o objetivo de desarticular um esquema criminoso de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro.

A ação cumpre cinco mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco, nas cidades de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre, e em Aracaju, no estado de Sergipe. Além disso, a Justiça autorizou o sequestro de bens e o bloqueio de valores até o limite de R$ 5 milhões, com o objetivo de descapitalizar o grupo investigado.

As investigações apontam que a organização criminosa atuava de forma estruturada e permanente, movimentando grandes quantidades de entorpecentes e utilizando mecanismos sofisticados para ocultar o patrimônio obtido de forma ilícita. Para dissimular a origem dos recursos, os investigados recorriam ao uso de pessoas interpostas e empresas de fachada.

Ao longo da apuração, foram identificados pelo menos cinco eventos principais relacionados ao tráfico de drogas, que resultaram na apreensão de aproximadamente 350 quilos de cocaína em diferentes estados do país, incluindo Pará, Goiás e Acre.

Segundo a investigação, um dos líderes do grupo, oriundo de uma conhecida família acreana, exercia papel central na coordenação das atividades criminosas, sendo responsável por articular negociações e a logística de transporte dos entorpecentes entre os estados.

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, além de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.

A FICCO/AC é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal do Estado do Acre. A operação reforça o compromisso das forças de segurança pública no enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado, buscando atingir não apenas a atividade criminosa em si, mas também a estrutura financeira dos grupos investigados.

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Homem é condenado a mais de 7 anos por roubo de celular dentro de cemitério em Rio Branco

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Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, já tinha outras condenações e praticou o crime usando tornozeleira eletrônica; juiz nega liberdade para recorrer

Lelândio Lopes e um comparsa, ainda não identificado, invadiram o cemitério, no início da tarde do dia 10 de novembro do ano passado. Foto: captada 

Pela terceira vez, Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, foi condenado pela Justiça do Acre — agora por roubar o celular de um funcionário do Cemitério São João Batista, em Rio Branco, em novembro do ano passado. O juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da capital julgou procedente a denúncia do Ministério Público e aplicou pena de 7 anos, 4 meses e 16 dias de reclusão em regime semiaberto.

O crime ocorreu no início da tarde do dia 10 de novembro, quando Lelândio e um comparsa ainda não identificado invadiram o cemitério, renderam um funcionário que trabalhava em uma obra e levaram o aparelho celular. As imagens de câmeras de segurança mostraram a ação e a fuga dos criminosos, perseguidos pela vítima.

Investigadores da Delegacia de Crimes de Roubo e Extorsão (DCORE) identificaram Lelândio por meio das gravações e constataram que ele usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. Dados do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) confirmaram sua presença no local, e a vítima o reconheceu na sede da polícia.

O réu não poderá recorrer em liberdade, pois cometeu o delito enquanto cumpria pena por outro crime.

Veja vídeo:

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