Acre
Servidores da Saúde realizam paralisação geral nesta quinta-feira em todo o Acre
Nesta quinta-feira (31) será realizada a paralisação geral dos servidores da Saúde em quase todo o Estado. O protesto terá maior força em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Brasileia. As principais reivindicações são a reposição linear das perdas salariais em 25,98%, incorporação de todas as gratificações ao vencimento-base dos trabalhadores e a criação do cargo de especialista de nível superior e médio.
Segundo o tesoureiro do Sintesac, Adailton Cruz, as condições de trabalho dos funcionários são precárias e salários defasados. “Infelizmente a situação dos servidores nos últimos quatro anos piorou tanto no que se refere às condições de trabalho quanto na questão salarial. Existem hospitais tanto nos municípios como também na capital onde o profissional não tem nem o repouso quando ele está de plantão noturno para descansar. A maioria dos refeitórios não tem nem onde sentar. O Sintesac já chegou a doar mesas e cadeiras” afirma Cruz.
Outro assunto que será colocado em pauta durante a paralisação é o déficit de pessoal que é muito grande, segundo Adailton Cruz “O Estado precisa contratar imediatamente mais enfermeiros, técnicos em radiologia, técnico em laboratório, nutrição, mais médicos e pessoal de apoio. A carência é muito grande e o Estado não acena para isso.”
A paralisação foi deliberada em assembleia que ocorreu no dia 28 de janeiro deste ano. Segundo o sindicato, 30% do quadro de servidores estará trabalhando (como manda a lei). Os demais estarão a partir das 8h na Assembleia Legislativa onde se concentrará o protesto.
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.


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