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Servidoras da Secom participam de curso de Marketing Digital em São Paulo
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), marcou presença no maior evento sobre mídias digitais do Brasil, o E-summit 2023, realizado pela Social Media Plataforma – Etus, nos dias 1 e 2 de junho, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Palestra da head de Marketing da Etus, jornalista e autora Marília Dovigues. Foto: Cedida.
No E-summit, os participantes tiveram contato com empreendedores e profissionais atuantes no mercado, inovações e novas tendências do marketing digital. Segundo o fundador e CEO da Etus, André Patrocínio, o objetivo do evento foi ajudar pessoas.
“Além de transformar, nosso objetivo é criar conteúdo, ajudar os empreendedores e profissionais de marketing a obterem mais sucesso, conquistarem e alavancarem suas mídias sociais através da internet”, afirmou André.

Fundador e CEO da Etus, André Patrocínio e as representantes da Secom/AC. Foto: Cedida.
Com palestras de grandes nomes do meio digital, o evento também foi uma oportunidade para troca de experiências entre profissionais de todo o país, fazer o famoso networking, e de aperfeiçoamento das servidoras que atuam na Divisão de Marketing Digital e Inovação, criado este ano na Secom.
De acordo com a chefe do setor, a publicitária e especialista em marketing digital, Verônica Pimentel, participar desse grande evento é uma oportunidade para ficar por dentro das novas tendências do mercado, levar informação de qualidade, rápida, eficiente, intuitiva e acessível, gerando ainda mais conexão com o povo acreano.
“Em todas as conversas que tivemos com a equipe organizadora, palestrantes e participantes, o Acre se destacou pela sua capacidade produtiva e estratégica nas redes do governo do Acre. Causando surpresa e se tornando um case. Isso prova que estamos no caminho certo e que iremos ainda mais longe, para levar os melhores conteúdos para a população”, explica.

No E-summit, palestrante Lucas Vasconcelos fala sobre o papel das conexões na construção de uma jornada de sucesso. Foto: Cedida.
Pimentel reforça que isso é resultado de uma gestão participativa, que marca um ciclo histórico na comunicação do Acre. “A secretária Nayara Lessa trata o Marketing digital como prioridade, sem deixar de lado a tecnologia e os costumes locais, alinhando tudo a um plano de comunicação que não perde sua essência de comunicar em todos os veículos, como por exemplo nossas rádios Aldeia e Difusora”, ressaltou.
Além de gerenciar as redes sociais oficiais do governo do Acre, a Secom iniciou este ano um importante projeto: “Unificação Digital”, no qual contempla um trabalho alinhado, com posicionamento digital unificado a mais de 40 redes sociais institucionais. Juntas elas somam cerca de 400 mil seguidores, chegando a mais de 1,2 milhão de pessoas conectadas diariamente somente no Instagram.

Com o mentor de Agências, consultor de marketing e vendas, Igor Moraes, na Feira de Negócios no E-summit 2023. Foto: Cedida.
Segundo a servidora pública Mariana Marrane Bernardes, que atualmente exerce a função de social media, o E-summit é um evento completo e a comunicação do estado será muito beneficiada.
“Todo o conhecimento, aperfeiçoamento e estratégias serão repassadas às demais secretarias, para que a comunicação do Estado seja cada vez mais unificada e eficaz, para atender a população acreana”, diz.
Para a servidora, atuando como social media, jornalista Hadassa Menezes, estar no evento vai ao encontro de um dos objetivos do governador Gladson Cameli, o de capacitar o servidor.
“Mais uma vez o governo do Acre investe na capacitação de quem trabalha. Na verdade, estamos sempre em constante evolução na gestão. Participar desse evento foi uma grande experiência que, com toda certeza, vai agregar em nosso trabalho nesse meio que só cresce”, afirmou.
Acre é destaque no E-summit 2023
A participação do Acre ganhou destaque durante o evento. As servidoras foram convidadas para participar, ao vivo, do Palco Podcast, produzido pela Focco Comunicação Estratégica, assessoria de imprensa da Etus, durante o E-summit.
Na oportunidade, elas falaram sobre as inovações e projetos do governo do Acre para o digital, que só este ano já realizou quatro treinamentos, com secretarias e autarquias, com o objetivo de unificar as redes sociais institucionais. As métricas comprovam que o governo do Acre consegue engajar os seguidores mesmo se tratando de uma rede institucional.

Servidoras Verônica Pimentel, Mariana Marrane e Hadassa Menezes, participam de podcast comandado pela CEO da Focco Comunicação, jornalista Grace Kelly Cano. Foto: Cedida.
“O projeto visa transformar a imagem digital do governo em única e sólida, tornando-se referência no seguimento no Acre. Hoje os produtos do Sistema Público de Comunicação já atuam interligados, um alimentado o outro. Afirmando diariamente que temos um governo que entende a comunicação como um pilar estratégico”, esclarece Pimentel.
A CEO da Focco Comunicação, jornalista Grace Kelly Cano, falou sobre a grande estrutura montada durante o E-summit. “No Palco Podcast, fizemos entrevistas com os palestrantes, com o público, fornecedores e pessoas circulando pelo evento. Foi tudo muito bem pensando para proporcionar uma experiência incrível aos participantes. Sabemos que tem gente participando pela primeira vez e queremos encantá-los, não só pela estrutura física, mas pelo conhecimento oferecido”, disse.
Sobre o E-summit
A quarta edição do E-summit foi idealizada pela Etus, uma empresa do Grupo Locaweb, sediada em Ribeirão Preto (SP), que oferece uma ferramenta profissional para gerenciamento de marketing digital e possui mais de 100 mil clientes.
Para aflorar a criatividade dos participantes, os organizadores escolheram o Instituto SEB – A Fábrica, para sediar o evento. O local é um prédio histórico de 1914, tombado, onde atualmente funciona um centro de cultura, educação, eventos e empreendedorismo.

No prédio histórico funcionava a antiga fábrica da Cia. Paulista de Cerveja. Foto: Cedida.
O E-summit 2023 contou com mais de 40 horas de conteúdo e feira de negócios, além de 21 palestrantes, entre eles grandes nomes do meio digital, como a ilustradora, designer há 10 anos, influenciadora e responsável pelas ilustrações do Big Brother Brasil 2023, Rafaella Tuma, que possui mais de quatro milhões de seguidores nas redes sociais.
Além de Rafaella Tuma, outros nomes de destaque foram:
Ramon Campos – Especialista em estratégias de lançamentos digitais e criação de conteúdo, ganhador do prêmio The Best Brasil ISTOÉ 2022 e que já formou mais de oito mil Reels makers no Brasil;
Felipe Martins – Publicitário, fundador do Portal Publicitário, um dos maiores perfis de Publicidade do Brasil;
Jéssica Tate – Publicitária, empresária e criadora da Jota, uma comunidade de Social Medias;
Igor Moraes – Mentor de Agências, consultor de Marketing e Vendas;
Douglas Gomides – Top Voice do LinkedIn e TedXSpeaker. Especializado em Marketing Digital e Comunicação;
Lucas Vasconcelos – Publicitário, palestrante, head de Relacionamento na Etus e diretor da Associação dos Profissionais de Propaganda de Ribeirão Preto (APP);
Marília Dovigues – Head de Marketing da Etus, jornalista e autora internacional;
André Patrocínio – Fundador e CEO Etus, diretor Locaweb e conselheiro da APP.
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Mais de 250 kg de alimentos impróprios são apreendidos em comércios do AC

Foto: MPAC
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, em atuação conjunta com a Vigilância Sanitária Municipal, a Polícia Militar e a Polícia Civil, apreendeu, nesta quarta-feira, 11, 258 quilos de alimentos impróprios para o consumo humano em três estabelecimentos comerciais do município.

Foto: MPAC
Durante a fiscalização, foram identificados produtos armazenados em condições inadequadas, sem identificação de procedência e sem embalagens, representando risco à saúde da população. Duas pessoas foram presas em flagrante.
Entre os produtos apreendidos estão carnes, embutidos, goma de tapioca, pães, entre outros.

Foto: MPAC
A comercialização ou o armazenamento de alimentos impróprios configura crime contra as relações de consumo, conforme a Lei nº 8.137/90, com pena de dois a cinco anos de detenção, além de multa.
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Tudo Viagem
Turismo projeta continuidade de crescimento em 2026
O desempenho do turismo brasileiro deve manter a trajetória de crescimento em 2026. A avaliação foi apresentada nesta terça-feira, 10 de fevereiro, pelo ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, durante reunião com presidentes estaduais da Associação Brasileira de Agências de Viagens, a ABAV, em Brasília.
No encontro, que reúne lideranças do setor até o dia 11 de fevereiro, o ministro destacou que os resultados positivos do turismo não dependem apenas das ações do governo federal, mas também do trabalho diário das agências de viagens, responsáveis por conectar destinos e atender turistas em todo o país.
Segundo Feliciano, a expectativa é de ampliação dos números já registrados pelo setor. Ele ressaltou que o crescimento é fruto de uma atuação conjunta entre o Ministério do Turismo e os profissionais que operam diretamente o mercado de viagens.
Alinhamento estratégico
A programação do encontro inclui debates sobre comunicação, relações institucionais, associativismo e tendências do turismo, além da discussão de perspectivas para a atuação das agências nos próximos anos. O objetivo é fortalecer o setor e alinhar estratégias nacionais e estaduais.
Uma equipe do Ministério do Turismo também fará apresentação sobre projetos previstos para o período pós-Carnaval, detalhando ações planejadas pela pasta.
A presidente da ABAV Nacional, Ana Carolina Medeiros, afirmou que a entidade seguirá trabalhando em parceria com o ministério para valorizar o potencial turístico brasileiro. Ela agradeceu a presença da equipe da pasta e reforçou o compromisso de atuação conjunta para que o país continue em destaque no cenário do turismo.
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Fim da escala 6×1 ganha força no Congresso e acende alerta no setor produtivo
Discussão sobre mudanças na jornada de trabalho opõe argumentos de qualidade de vida e preocupações com custos, empregos e competitividade
O debate sobre o fim da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e descansa um — voltou a ganhar destaque no Congresso Nacional e tem mobilizado parlamentares, entidades empresariais e representantes do mercado de trabalho. A proposta, defendida por parte dos parlamentares como uma forma de ampliar a qualidade de vida dos trabalhadores, levanta questionamentos sobre os impactos econômicos e operacionais para empresas de diferentes setores.
Nos últimos meses, projetos de lei, declarações públicas e discussões em comissões parlamentares intensificaram o embate entre a busca por melhores condições de trabalho e a preocupação com a sustentabilidade das empresas, especialmente no comércio e no setor de serviços, que dependem de funcionamento contínuo e escalas mais extensas.
Atualmente, quatro propostas de emenda à Constituição (PECs) tramitam no Congresso sobre o tema. Uma delas é a PEC 8/2025, que prevê a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.
Segundo o relator da Subcomissão Especial da Escala de Trabalho 6×1, deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE), o relatório final deve propor a redução da contribuição previdenciária patronal de 20% para 10% em empresas nas quais a folha de pagamento representa 30% ou mais do faturamento.
“Nós sabemos da importância do trabalhador ter mais dias de descanso, ter uma vida mais saudável, mas também sabemos que a economia precisa que as empresas estejam saudáveis e competitivas”, afirma.
Os impactos da mudança para o mercado
A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) acompanha o avanço do debate com cautela e reforça a necessidade de uma análise ampla antes de qualquer alteração no atual modelo de jornada de trabalho. A entidade alerta que o fim da escala 6×1, se implementado de forma abrupta, pode trazer efeitos significativos para o mercado.
Entre os principais pontos de atenção estão o aumento dos custos operacionais, a necessidade de contratações adicionais, a redução da margem de lucro e, em alguns casos, o risco de fechamento de vagas ou informalidade. A preocupação é maior entre micro, pequenas e médias empresas, que possuem menor capacidade de absorver mudanças repentinas na legislação trabalhista.
Segundo a CACB, setores como comércio, turismo, alimentação e serviços essenciais seriam diretamente afetados, já que operam com horários estendidos e dependem de escalas para manter o atendimento ao público.
O vice-presidente da CACB, Valmir Rodrigues da Silva, avalia que países desenvolvidos conseguem adotar jornadas menores porque contam com alta produtividade — realidade ainda distante no Brasil. Segundo ele, enquanto umtrabalhador brasileiro leva, em média, uma hora para produzir o que um norte-americano faz em 15 minutos, fatores como educação, infraestrutura e tecnologia ainda limitam ganhos de produtividade.
“Quando você reduz a carga horária, tendo uma produtividade baixa, naturalmente que isso vai impactar nos custos, e esse custo será repassado ao mercado”, destaca.
Ele também chama atenção para o risco enfrentado por empresas que não conseguem repassar ao mercado o aumento dos custos. No caso de negócios que atuam como fornecedores e conseguem distribuir esse reajuste ao longo da cadeia produtiva, o impacto tende a ser menor. Já para quem está na ponta, lidando diretamente com o consumidor final, a margem de manobra é reduzida: se o público não absorver a alta de preços, a empresa pode ter sua rentabilidade comprometida e, no pior cenário, ser levada ao fechamento.
Fernando Moraes, empresário do setor de telefonia e presidente do Conselho Superior da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), avalia que a possível extinção da escala 6×1 precisa ser analisada com muita cautela.
“O comércio e os serviços dependem fortemente de mão de obra e operam com margens apertadas. Uma mudança desse porte, sem transição e sem contrapartidas como desoneração da folha e ganhos de produtividade, pode elevar custos, reduzir competitividade e afetar a geração de empregos. Defendemos diálogo e equilíbrio para que o avanço nas relações de trabalho não resulte em efeitos negativos para a economia”, ressalta.
Qualidade de vida e reflexos na economia
Defensores do fim da escala 6×1 argumentam que a mudança pode trazer ganhos à saúde física e mental dos trabalhadores, além de melhorar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. No entanto, especialistas apontam que os impactos sobre a produtividade e a economia variam conforme o setor, o porte da empresa e o modelo de implementação.
Para a CACB, é inegável que a redução da jornada pode melhorar a qualidade de vida, mas é preciso avaliar os impactos financeiros também para o trabalhador.
“O trabalhador também é comprador. Então se o preço é impactado, se o custo subir, ele vai ter que fazer um esforço maior para manter aquilo que ele já tem”, afirma Valmir Rodrigues.
A entidade defende que o caminho mais equilibrado passa pelo diálogo entre governo, Congresso, trabalhadores e empresários, além da busca por alternativas como a flexibilização de jornadas, acordos coletivos e modelos adaptáveis à realidade de cada atividade econômica.
Enquanto o tema segue em discussão no Congresso Nacional, a CACB reforça que qualquer mudança na legislação trabalhista deve ser construída com base em dados técnicos e impacto real na economia, de forma a garantir avanços sociais sem comprometer a geração de empregos e a competitividade das empresas brasileiras.




















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