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Sem registros de Influenza Aviária, Acre mantém vigilância e prevenção reforçada
Segundo Everton Arruda, coordenador estadual do Programa de Sanidade Avícola, o Idaf vem orientando os produtores rurais e a população a notificarem imediatamente qualquer caso suspeito

Ações do Idaf incluem vigilância ativa em criações comerciais e de subsistência. Foto: Fabiana Matos/Idaf
O Brasil registrou, nesta quinta-feira, 15, o primeiro foco de influenza aviária em avicultura comercial de alta patogenicidade (IAAP) no estado do Rio Grande do Sul, no município de Montenegro. A notícia foi confirmada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que já determinou estado de emergência zoossanitária de 60 dias no município.
O Mapa esclareceu que a doença não é transmitida pelo consumo de carne de aves ou ovos e que o risco de infecção em humanos é considerado baixo, restrito principalmente a profissionais com contato direto e intenso com aves infectadas. No entanto, diante da atual situação, o ministério já acionou as medidas previstas no Plano Nacional de Contingência para contenção e erradicação do foco.
O governo do Acre, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), ao longo dos últimos anos, tem intensificado as ações de vigilância, o que tem contribuído para a manutenção do status do Acre como livre de Influenza Aviária.
Mesmo sem o registro de casos da doença no estado, o Idaf tem intensificado ações preventivas, como: vigilância ativa em criações comerciais e de subsistência, capacitação de servidores e equipes de campo para identificação precoce e resposta rápida a eventuais suspeitas;
Também estão sendo realizadas fiscalização em postos fixos, campanhas educativas e orientações técnicas destinadas a produtores rurais, reforço das medidas de biosseguridade exigidas em granjas e demais unidades produtivas, e atualização do plano de contingência, que define os procedimentos para contenção e erradicação de possíveis focos da doença.
Neste momento, é fundamental que os produtores de aves redobrem a atenção e reforcem rigorosamente as medidas de biosseguridade em suas propriedades, seguindo as orientações técnicas do Idaf. Torna-se essencial impedir a entrada de pessoas não autorizadas ou que não sigam rigorosamente os protocolos de higiene e desinfecção ao acessarem as granjas.
Segundo Everton Arruda, coordenador estadual do Programa de Sanidade Avícola, o Idaf vem orientando os produtores rurais e a população a notificarem imediatamente qualquer caso suspeito.
“Se o produtor observar qualquer alteração no comportamento dos animais, é recomendável entrar em contato com o Idaf do seu município para que a ocorrência seja notificada, evitando o contato direto com os animais. A colaboração de cada cidadão, especialmente dos produtores e daqueles que têm contato com aves, é vital para mantermos a sanidade avícola em nosso estado e no país”, explica.
Vale ressaltar que o Serviço Veterinário Oficial do Acre, que realizou um treinamento para situações de emergência no ano passado, em Cruzeiro do Sul, está preparado para atuar na contenção e erradicação de focos, caso venha a ser registrado um caso da doença no estado.
“Temos trabalhado intensamente. Contamos com uma equipe preparada para situações de emergência e com um sistema robusto e eficiente, o que nos dá a confiança de que não teremos casos no Acre”, ressalta Everton Arruda.

Mesmo sem registrar casos de Influenza Aviária, o Acre segue em alerta e com medidas de prevenção intensificadas. Foto: Fabiana Matos/Idaf
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Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.
Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.
Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).
- Mega-Sena:
01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;
- Lotofácil:
03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;
Quina:
01 – 24 – 47 – 06 – 60;
- Timemania:
07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;
Time do coração: 70 – São José/RS .
- Dia de Sorte:
29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;
Mês da sorte: 10 – Outubro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.
Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.
Entenda o caso
- O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
- Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
- Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
- Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
- A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.
Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina
Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.
“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.
A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.
Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.
O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos
O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).
Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.
De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.
O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.
Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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