Acre
Segundo turno das eleições terá reforço de 27 mil militares
Para auxiliar a Justiça Eleitoral no segundo turno das eleições, que ocorre neste domingo (28), aproximadamente 27 mil militares foram colocados à disposição dos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE). Além da segurança, os militares vão ajudar no deslocamento de urnas e equipes que trabalharão durante o pleito aos locais de difícil acesso, como tribos indígenas e comunidades ribeirinhas.
Até o momento, 91 localidades de seis estados – Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Roraima – já confirmaram o apoio logístico. Nas missões de Garantia da Votação e Apuração (GVA), quando o trabalho é manter a normalidade da segurança pública no período, as Forças Armadas atuarão em cerca de 400 localidades, que ainda serão definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
De acordo com o subchefe de Operações do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante Newton de Almeida Costa, o GVA ocorre para assegurar a ordem jurídica. “É uma solicitação do TSE, em complemento às deficiências que possam ter nas forças de segurança estaduais, municipais ou federais”, explica. O trabalho dos militares será coordenado a partir do Centro de Operações Conjuntas (COC), localizado no Ministério da Defesa, em Brasília.
Primeiro turno
No primeiro turno das eleições, realizado no dia 7 de outubro, as tropas auxiliaram em 513 locais de 11 estados, em ações de Garantia da Votação e Apuração. Os militares também foram enviados para 94 localidades em que foi necessário apoio logístico para transportar 278 urnas.
Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Defesa
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.


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