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Segunda vaga ao Senado está disputada de forma acirrada no Acre entre Bittar, Jorge e Jéssica

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Levantamento do Instituto Delta mostra que diferença entre os três é pequena e está dentro da margem de erro; Bittar tem 15,9%, Jorge Viana 12,7% e Jéssica Sales 11,5%

A segunda vaga segue aberta e concentra a disputa mais acirrada. Marcio Bittar registra 15,89%, enquanto Jorge Viana aparece com 12,65%. Jéssica Sales surge logo atrás, com 11,53%. Foto: montagem 

Uma nova pesquisa do Instituto Delta para o Senado pelo Acre em 2026 reforça o governador Gladson Cameli (PP) como favorito à primeira vaga, com 28,68% das intenções de voto. A segunda vaga, porém, está disputada de forma acirrada, com Márcio Bittar (PL)registrando 15,89%, Jorge Viana (PT) com 12,65% e Jéssica Sales (MDB) com 11,53%.

A diferença entre os três é pequena e está dentro da margem de erro de 3,5 pontos percentuais, indicando que a disputa pela segunda cadeira segue completamente aberta. Os demais nomes listados aparecem com menos de 8% cada.

Mara Rocha aparece com 7,67% e supera Sérgio Petecão, que marca 6,23%. Eduardo Velloso registra 4,98%. Brancos e nulos somam 3,61% e 8,73% não souberam responder. Em um cenário alternativo sem Gladson, Bittar assume a dianteira com 22,32%. Jorge Viana e Jéssica Sales voltam a disputar a segunda vaga, com 14,84% e 13,09%, respectivamente. Mara chega a 11,28%, seguida por Petecão, com 8,98%, e por Velloso, com 7,11%.

O estudo também mediu rejeição. Jorge Viana lidera com 26,06%, seguido por Sérgio Petecão, com 20,32%. Gladson tem 9,48%. Jéssica Sales e Marcio Bittar aparecem próximos, com 5,61% e 5,36%, enquanto Mara Rocha registra 4,61% e Eduardo Velloso 2,74%. Outros 25,81% não souberam responder.

Cenário principal
  • Gladson Cameli: 28,68%
  • Márcio Bittar: 15,89%
  • Jorge Viana: 12,65%
  • Jéssica Sales: 11,53%
  • Mara Rocha: 7,67%
  • Sérgio Petecão: 6,23%
Cenário sem Gladson Cameli
  • Márcio Bittar: 22,32%
  • Jorge Viana: 14,84%
  • Jéssica Sales: 13,09%
Rejeição dos pré-candidatos
  • Jorge Viana: 26,06%
  • Sérgio Petecão: 20,32%
  • Gladson Cameli: 9,48%

O levantamento ouviu 802 eleitores entre os dias 3 e 9 de dezembro em 14 municípios acreanos, com nível de confiança de 95%. Gladson Cameli deve deixar o governo em abril de 2026 para se dedicar à campanha ao Senado.

A pesquisa consolida Cameli como forte candidato à primeira vaga, enquanto a segunda cadeira permanece em aberto com intensa competição. A rejeição elevada de Jorge Viana pode ser fator decisivo na reta final da campanha. A fragmentação de votos indica cenário fluido que pode mudar com definição de alianças.

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MP investiga licitação de mais de R$ 1 bilhão do transporte coletivo de Rio Branco

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A abertura do procedimento foi determinada pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, que encaminhou o caso à 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Patrimônio Público

A licitação do transporte coletivo urbano de Rio Branco, estimada em mais de R$ 1 bilhão, passou a ser alvo de investigação do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). A apuração foi instaurada após denúncia que questiona a legalidade e a estrutura do processo.

O procedimento tem como base o Edital de Concorrência nº 005/2026 e foi aberto a partir de representação apresentada pelo vereador Eber Machado, que aponta possíveis irregularidades na condução do certame.

Entre os principais questionamentos estão falhas na fase interna da licitação, como ausência de responsáveis técnicos identificados e inexistência de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART/RRT), além de possíveis descumprimentos da legislação.

O documento também aponta fragilidades no Estudo Técnico Preliminar, com a manutenção de um modelo considerado ultrapassado para o sistema de transporte público da capital.

Possíveis falhas e questionamentos

A representação levanta ainda suspeitas de restrição à competitividade, com a possibilidade de favorecimento à atual concessionária, além de inconsistências na modelagem econômico-financeira.

Entre os pontos citados estão o uso de dados considerados desatualizados, omissão de custos relevantes e falta de clareza na definição da tarifa.

Segundo o autor da denúncia, essas falhas podem gerar prejuízos aos cofres públicos, com risco de desequilíbrio no contrato e necessidade de subsídios sem previsão clara de custeio.

Investigação

A abertura do procedimento foi determinada pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, que encaminhou o caso à 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Patrimônio Público.

A promotoria ficará responsável por analisar o caso e definir eventuais medidas, que podem incluir ações cautelares ou até a suspensão da licitação.

O Ministério Público destacou que a apuração é preliminar e não representa conclusão sobre a existência de irregularidades, tendo como objetivo a análise técnica e jurídica das informações apresentadas.

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Campanha de vacinação contra a gripe já começou no Acre; público-alvo deve procurar unidades de saúde

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Estratégia do Ministério da Saúde visa reduzir complicações e internações por influenza

O Ministério da Saúde iniciou na última sexta-feira (27) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza em todo o país. No Acre, as unidades de saúde já estão preparadas para receber o público-alvo, com o objetivo de reduzir complicações, internações e mortalidade decorrentes da gripe.

Podem se vacinar:
  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
  • Gestantes e puérperas;
  • Povos indígenas e comunidades tradicionais;
  • Trabalhadores da saúde;
  • Idosos com 60 anos ou mais;
  • Professores das redes públicas e privadas;
  • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou condições clínicas especiais.

A vacinação é a forma mais eficaz de prevenir casos graves da doença e diminuir a pressão sobre o sistema de saúde durante o período de maior circulação viral.

Sinais de alerta:

A população deve ficar atenta a sintomas graves, como febre persistente, falta de ar, dor no peito ou queda na saturação de oxigênio. Nesses casos, a orientação é buscar atendimento médico imediato nas unidades de saúde ou pronto-atendimento.

A estratégia busca reduzir complicações, internações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da gripe. No Acre, as unidades de saúde já estão preparadas para receber o público-alvo. Foto: captada 

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Acre entra em nível de alerta para SRAG em meio ao avanço da influenza A no Brasil

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Estado integra lista de 22 unidades federativas com risco elevado; campanha de vacinação contra a gripe começa neste sábado

O Acre está entre os estados em nível de alerta para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o mais recente boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz. O alerta ocorre em meio ao aumento de casos de SRAG associados ao vírus influenza A em diversas regiões do país.

Embora o Acre não figure entre os estados com crescimento direto de casos de influenza A, o estado integra a lista de 22 unidades federativas com nível de atividade considerado de alerta, risco ou alto risco nas últimas semanas. O aumento de hospitalizações por vírus respiratórios, como influenza A, rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR), tem sido registrado principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, com maior impacto entre crianças e adolescentes.

A vacinação contra a gripe é uma das principais medidas para conter o avanço da doença, especialmente entre grupos prioritários, como idosos, pessoas com baixa imunidade e crianças. O uso de máscaras em ambientes fechados e com aglomeração também é recomendado, sobretudo para indivíduos com sintomas gripais.

A campanha nacional de vacinação começa neste sábado (28) em grande parte do país, incluindo Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. A imunização gratuita pelo Sistema Único de Saúde protege contra os principais vírus em circulação, como influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B.

Devem se vacinar crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, idosos a partir de 60 anos, além de outros grupos vulneráveis, como profissionais da saúde e da educação, pessoas com comorbidades, povos indígenas e população em situação de rua.

Nos últimos 28 dias epidemiológicos, a influenza A respondeu por 27,8% dos casos positivos de SRAG no país, enquanto o rinovírus lidera com 45%. Entre os óbitos, a influenza A foi responsável por 35,9% das mortes registradas, segundo dados atualizados até 21 de março.

Devem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos. Foto: captada 

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