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Secretário de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano terá olhar diferenciado para o Alto Acre

Dia da posse como Secretário de Estado de Infraestrutura e Desenvolvimento pelo governador Gladson Cameli – Foto: Alexandre Lima
O novo secretário de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano do Acre, o engenheiro Thiago Caetano, foi entrevistado pela equipe do jornal oaltoacre.com, no dia da posse ocorrida no dia 2 passado, onde falou dos novos desafios que estão por vir.
Com especialização na área de engenharia, segurança do trabalho, processos construtivos e saneamento básico, Thiago Caetano esteve à frente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) nos anos de 2017 até o final de 2018.
Animado com o novo desafio, foi perguntado ao Secretário, sobre o olhar para regional do Alto Acre, onde é ligada pela BR 317, até a fronteira com o Peru. Estrada essa que vem se deteriorando nos últimos anos, causando acidentes, transtornos e colocando vidas em risco, pela má gestão da administração passada.
Caetano destacou a importância da Região, dizendo que grandes projetos estão previstos já para este ano de 2018. “Já estamos trabalhando naquela área desde a época do Dnit, já assinamos contratos e poderemos estar realizando grandes eventos nos próximos dias de contratos para a BR 317 neste ano. Temos a balança que já está trabalhando na faixa de fronteira”, disse.
Continuou dizendo que outros trabalhos como a abertura dos trabalhos nos ramais no Estado, além do início da construção do anel viário que está parado a bastante tempo, por causa da administração passada. “Vamos através do Estado em parceria com o Dnit, dar início e também, alavancar a tão esperada construção da nova ponte ao lado da existente”.
A ponte em questão, seria a que foi anunciada pelo ex-governador petista, Sebastião Viana, e que nunca saiu do projeto, deixando a ligação com Pacífico, apenas a que foi construída na década de 1980, e que vem causando um atraso no desenvolvimento por ser de mão única. O tráfego de veículos pesados vindos do Peru e Bolívia, são um dos problemas que se junta ao transtorno diário na fronteira.
“Enquanto não construímos a nova ponte, vamos realizar um trabalho de revitalização para ajudar na vida útil enquanto construímos a nova ao lado e que o novo projeto ainda seja licitado neste ano”, destacou.
“O governo do Acre tem um olhar diferenciado para àquela região, por ser altamente produtivo, não apenas com a ligação com o Pacífico. Estaremos sempre por lá para ouvir a população e o mais breve possível estaremos levando desenvolvimento para o Alto Acre”, destacou.
Veja a vídeo reportagem com o secretario abaixo.
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Paranaense volta ao Brasil após 9 meses lutando na guerra da Ucrânia

O maringaense sargento Dias, de 33 anos, retornou recentemente ao Brasil após passar quase nove meses em combate na guerra na Ucrânia. Instrutor militar e de defesa pessoal, ele integrou um grupo de operações especiais formado por brasileiros e participou de missões em regiões estratégicas do conflito, incluindo a área de Kupiansk, próxima à fronteira com a Rússia.
Antes de seguir para o front europeu, Dias atuava como instrutor credenciado pela Polícia Federal, ministrando treinamentos para forças de segurança pública e privada, clubes de tiro e empresas de segurança. Também é instrutor de Krav Maga e Muay Thai, além de desenvolver projetos voltados à defesa pessoal feminina, em resposta ao aumento dos casos de violência contra mulheres.
Leia a reportagem completa no GMC Online, parceiro do Metrópoles.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Master: CPI do Crime Organizado pedirá quebras de sigilo e convocações

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, no Senado Federal, vai apresentar requerimentos sobre o caso do Banco Master.
Em entrevista à TV Metrópoles, o senador e relator da comissão, Alessandro Vieira (MDB), afirmou que o colegiado vai apresentar pedidos de quebra de sigilo e convocações para empresas e pessoas físicas envolvidas no caso.
“Vamos apresentar nesta semana os requerimentos de quebra de sigilo e eventualmente de convocação de pessoas para prestar esclarecimentos, porque é muito grave essa intercessão da quadrilha do Banco Master e de figuras púbicas nos Três Poderes, com destaque para os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes”, declarou.
De acordo com o parlamentar, o plano de trabalho da comissão tem uma área voltada para fintechs, lavagem de dinheiro e escritórios de advocacia, o que coloca o caso do Banco Master no escopo de atuação da CPI do Crime Organizado e do Senado Federal.
Vieira não adiantou nomes de possíveis alvos dos requerimentos, mas afirmou que a atuação da CPI deve ter início nas suspeitas de intercessão do poder público no Banco Master, além de mirar pessoas físicas e jurídicas ligadas à instituição financeira.
“Nós teremos quebra de sigilo das pessoas jurídicas [empresas] que fazem parte dessa atuação, como escritórios de advocacia, fundos imobiliários, o resort vinculado a família do ministro Dias Toffoli e, no passo seguinte, a convocação das pessoas físicas para esclarecimentos”, adiantou o senador.
CPI do Crime Organizado
A CPI foi instalada no início de novembro de 2025, na esteira da megaoperação realizada no Rio de Janeiro que mirou o Comando Vermelho e evidenciou a disputa por controle territorial no estado.
A operação deu fôlego ao pedido de criação da comissão e ampliou a pressão para que o Senado se dedicasse ao tema.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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PMDF defende que Bolsonaro tenha visita aos sábados e faça caminhada

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido para autorizar mudanças no regime de custódia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente preso na Papudinha, em Brasília.
Entre as solicitações estão a realização de visitas aos sábados e a permissão para que Bolsonaro possa fazer caminhadas em áreas controladas da unidade.
O pedido foi feito após avaliação da corporação sobre as condições de segurança envolvendo a custódia do ex-presidente, classificado como “custodiado sensível” em razão do cargo que exerceu, da repercussão institucional do caso e do risco potencial de hostilidades ou incidentes.
Segundo a PMDF, a mudança do dia de visita da quinta-feira para sábado teria como objetivo reduzir riscos à segurança institucional.
Nos dias úteis, segundo a corporação, há fluxo intenso de servidores, atividades administrativas e coincidência com o dia de visita dos demais presos da unidade, o que dificultaria a segregação adequada dos ambientes e o controle rigoroso de acesso.
Nesse sentido, aos sábados, com a redução do fluxo interno, a corporação avalia que seria possível maior previsibilidade operacional e segurança, sem prejuízo ao direito de visita.
“Aos sábados, verifica-se redução expressiva do fluxo interno, inexistência de expediente administrativo regular, ausência de coincidência com o dia de visita dos demais custodiados e maior previsibilidade operacional”, diz o documento.
Além disso, a PMDF defende que Bolsonaro possa realizar caminhadas de forma restrita, supervisionada e em locais previamente definidos, como o campo de futebol ou uma pista asfaltada nos fundos do local.
A solicitação foi feita com base em recomendações médicas e prevê escolta permanente, sem contato com outros custodiados e com baixo impacto operacional.
“Ressalta-se que tais ambientes oferecem melhores condições de controle, visibilidade e previsibilidade dos deslocamentos, permitindo vigilância continua e pronta intervenção do efetivo policial, além de afastar qualquer contato com outros custodiados”, ressalta a PMDF.
O ofício também trata da possibilidade de extensão da assistência religiosa ao ex-presidente, nos mesmos moldes adotados na unidade, com acompanhamento da capelania da PMDF e supervisão do efetivo policial.
A corporação alega que as medidas não configuram privilégio, mas que são ações preventivas voltadas à preservação da segurança institucional, da ordem interna e da integridade física do custodiado, de visitantes e dos próprios policiais militares.
Bolsonaro está preso após ter sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão por liderar a trama golpista que culminou nos ataques às sedes dos Três Poderes.
Recentemente, o ex-presidente foi transferido da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para o Complexo da Papuda, por determinação do ministro Alexandre de Moraes.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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